Monthly Archives: junho 2016

Globalismo Versus Nacionalismo

Globalismo Versus Nacionalismo

Scott Huckaby

Dentre as muitas batalhas espirituais que causam impacto a este mundo físico está o conflito entre o globalismo e o nacionalismo, que revela nossa proximidade com o final dos tempos. Embora a influência do globalismo tenha sido uma tendência óbvia durante muitos anos, o progresso daqueles que têm uma visão globalista tem acelerado e, assim, promete realizar avanços ainda mais significativos.

Tudo isso estabelece o palco para o governo global do Anticristo quando lhe será “dada autoridade sobre toda tribo, povo, língua e nação” (Apocalipse 13.7, NVI).

A tendência em direção a uma autoridade global centralizada é intensa e há algumas razões bastante lógicas pelas quais a globalização faz sentido. A globalização oferece benefícios econômicos, tais como um crescente comércio global e investimentos que fazem expandir a prosperidade. E há uma visão para a paz entre as nações que deveria ser atingível se o mundo simplesmente pudesse trabalhar mais em conjunto. Logicamente, seria necessário haver uma poderosa autoridade global para fazer isso acontecer.

A elite governante mundial está se tornando mais unificada em sua visão de um governo global como solução para aquilo que aflige a humanidade. E, como os humanistas geralmente negam mas praticam de todo o coração, os fins justificam os meios. Eles têm fabricado uma crise de mudança climática para forçarem o mundo a trabalhar junto e para terem mais controle sobre a população.

Não há nada como uma boa crise para fazer mudanças que nos movem para mais perto de um poder governamental mais global. A intensa correção política associada à “ciência estabelecida” da mudança climática revelam que poderosas forças espirituais estão por detrás da crise.

Não há nada como uma boa crise para fazer mudanças que nos movem para mais perto de um poder governamental mais global.

O lado feio da globalização é a ideia de que a autoridade mais centralizada é uma coisa boa. Ela apela para uma visão de mundo humanista que acredita que podemos resolver qualquer problema que a humanidade enfrente através do esforço humano coletivo separadamente de Deus. Este espírito de independência de Deus é idolatria e é a mesma atitude que foi prevalecente na Torre de Babel quando Deus espalhou o povo confundindo-lhe a linguagem (Gênesis 11).

Embora visionários humanistas progressistas creiam que uma autoridade mais centralizada torna o governo mais eficiente, o que acontece é exatamente o contrário. O fracasso de poderosos governos centralizados é uma lição óbvia da história. É por isso que temos o clichê que o poder corrompe e que o poder absoluto corrompe absolutamente.

Entretanto, os humanistas do mundo persistem em achar que eles são mais “evoluídos” e, portanto, mais espertos do que todos que já passaram antes deles, crendo realmente serem aqueles que podem fazer o governo centralizado funcionar melhor.

Deveria ser óbvio que, neste mundo caído, um governo mais localizado funciona melhor do que uma autoridade centralizada. Um governo menor e mais distribuído, que seja mais próximo do povo a quem ele serve, é mais capaz de responder às necessidades do povo.

Existem diferenças geográficas, demográficas e culturais entre os grupos de pessoas que lhes dão necessidades diferentes. As autoridades centralizadas não conseguem nem ver essas necessidades, quanto mais pensar em soluções que, por terem funcionado em um lugar, terão sucesso universal.

Dentre as coisas que têm feito os Estados Unidos serem um país excepcional tem sido [sua] Constituição, que permite uma divisão dos poderes centralizados com pesos e contrapesos na autoridade. E havia o princípio dos direitos dos Estados que distribuía o poder governamental mais localmente.

A tendência, entretanto, tem sido dar mais poder para o governo federal e até mesmo os pesos e contrapesos têm sido desagregados, dando ao presidente mais autoridade do que é permitido pela Constituição. Esta cessão de autoridade prefigura o espírito que trará o Anticristo ao poder.

Eles têm um único propósito, e darão seu poder e sua autoridade à besta” (Apocalipse 17.13, NVI).

Bíblia e Ciência

Nos Estados Unidos a mudança está no ar. A ideia constitucional de que o governo existe para servir o povo já se foi. Em vez dessa ideia, o que fica é que o povo existe para servir o coletivo. À medida que o crescente espírito do Anticristo faz com que os governos locais cedam sua autoridade para autoridades governamentais superiores, também as pessoas estão dispostas a ceder suas liberdades em troca de mais segurança. Estes são os tempos sobre os quais as Escrituras nos falam:

Quando disserem: “Paz e segurança”, a destruição virá sobre eles de repente, como as dores de parto à mulher grávida” (1 Tessalonicenses 5.3, NVI).

O espírito do Anticristo incitando a crescente globalização está no âmago da rebelião contra a ordem que Deus estabeleceu. Esse espírito é que está por detrás do movimento para se abrirem as fronteiras para uma imigração sem restrições. Se o mundo deve estar unido como uma família global, não pode haver fronteiras nacionais. Porém, Deus está no controle e Ele estabeleceu fronteiras nacionais com um propósito.

De um só fez ele todos os povos, para que povoassem toda a terra, tendo determinado os tempos anteriormente estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar” (Atos 17.26, NVI).

O crescente desejo para que as pessoas no mundo cedam a liberdade e a autoridade que Deus lhes deu é irracional e revela que a batalha espiritual está acontecendo. Deus está entregando a humanidade a uma mentalidade rebaixada para que o mal possa seguir seu curso natural.

O crescente desejo para que as pessoas no mundo cedam a liberdade e a autoridade que Deus lhes deu é irracional e revela que a batalha espiritual está acontecendo.

Os reis da terra tomam posição e os governantes conspiram unidos contra o Senhor e contra o seu Ungido, e dizem:“Façamos em pedaços as suas correntes, lancemos de nós as suas algemas!” (Salmo 2.2-3, NVI).

A trajetória deste mundo é desesperadora para aqueles que se importam em considerar as ramificações das mudanças dramáticas que estão em andamento. Em vez de gastarem seu tempo tentando lutar contra essas mudanças, os seguidores de Cristo honrarão mais a Deus se ajudarem as pessoas perturbadas pelas tendências do mundo a verem que a Palavra de Deus oferece consolação para a humanidade nesses momentos.

O caminho deste mundo já foi predito desde os tempos da antiguidade e é necessário que Deus prepare o mundo para Jesus Cristo ser a autoridade governante central final pela qual a humanidade anseia.

Todos os indicadores mostram que este mundo não terá que esperar muito para que chegue o reino milenar. O palco está rapidamente sendo preparado para o tempo terrível da Tribulação, que precede o retorno de Cristo. Mas, como indivíduos nesta Era da Graça, não temos que esperar que Cristo volte para experimentarmos Sua paz em nossa vida agora mesmo.

Todos que entregam sua vida a Jesus, reconhecendo-O como seu Salvador e Senhor, experimentarão uma vida abundante aqui e agora. E também temos a Bendita Esperança de sermos trasladados em nossos corpos glorificados e eternos quando Deus concluir a atual Era da Graça antes da Tribulação. “Amém. Vem, Senhor Jesus!” — Apocalipse 22.20b, NVI (Scott Huckaby — raptureready.com — Chamada.com.br)

Quanto valem 365 dias de vida?

Quanto valem 365 dias de vida?

Norbert Lieth

Na Holanda se discute quanto a sociedade deveria pagar pelo tratamento médico de um único paciente. Para felicidade nossa, Deus calcula de maneira bem diferente.

Conforme o boletim TOPIC, na Holanda se discute quanto a sociedade estaria disposta a gastar para prolongar uma vida humana por mais um ano. Essa questão surgiu com a polêmica acerca do destino de uma jovem mãe com câncer. Ela precisava de um medicamento extremamente caro, que não garantia sua cura. A questão em debate era se deveria ser estipulado um limite máximo para as despesas médicas que a sociedade estaria disposta a pagar para prolongar uma vida por mais 365 dias. Estabelecer um custo máximo também aliviaria a responsabilidade dos médicos, que precisam tomar sérias decisões quanto aos tratamentos de seus pacientes. Essa polêmica poderia prosseguir, como aconteceu com a eutanásia. Pelo que se percebe, começam a tomar forma as tentativas de transformar a duração da vida humana em uma mercadoria, ou seja, de estipular seu valor em dinheiro para equipará-la a um bem que pode ter preço estipulado e seja vendável. A respeito, cito a interessante declaração de Neil Postmann, conhecido crítico dos excessos da tecnologia:

É inquestionável que cada vez menos pessoas sentem-se comprometidas com os valores e as reivindicações de autoridade da Bíblia ou de outras tradições religiosas. Por isso, suas decisões deixaram de ser éticas para serem somente práticas, decisões que, em seu âmago, levam em consideração os ditames do mercado.

Deus calcula de forma bem diferente!

Em três parábolas, o Senhor nos mostra o grande valor de cada vida humana:

1. A parábola da ovelha perdida

Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir. E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: Este recebe pecadores e come com eles. Então, lhes propôs Jesus esta parábola: Qual, dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la? Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo. E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida. Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento” (Lc 15.1-7).

Uma única ovelha de um rebanho de cem animais equivale a 1%! Jesus, o Bom Pastor, não se importa de andar muito procurando uma de Suas ovelhas que se perdeu. Ele faz tudo para salvar essa ovelha em particular. Para Ele, a ovelha perdida não é apenas mais um número ou uma porcentagem; é uma vida preciosa que Ele quer levar para o reino dos céus. Ele, que sustenta e mantém todo o Universo, em cujos ombros repousa todo o poder (Is 9.6) não se acha grande demais para ir atrás de uma de Suas ovelhas perdidas, de colocá-la em Seus ombros e de levá-la para casa.

2. A parábola da dracma perdida

Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a candeia, varre a casa e a procura diligentemente até encontrá-la? E, tendo-a achado, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido. Eu vos afirmo que, de igual modo, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende” (Lc 15.8-10).

Lembro bem do que sempre nos ensinavam quando eu era criança: “Quem não cuida do tostão não merece o milhão”! Na parábola da dracma perdida vemos que o valor do bem perdido equivalia a 10% do total. Jesus veio como luz para o mundo, para buscar o que se havia perdido. Nem um homem sequer lhe é indiferente. Cada um tem valor infinito em relação à vida eterna.

3. A parábola do filho pródigo

Continuou: Certo homem tinha dois filhos; o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. E ele lhes repartiu os haveres. Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente. Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade. Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para seus campos a guardar porcos. Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada. Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome! Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores. E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou. E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés; trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se” (Lc 15.11-24).

Vida Plena 2

Essa parábola fala de 50%. Será que o Todo-Poderoso, que tem tudo à Sua disposição, não poderia prescindir de uma só pessoa? Não! Ele não abre mão de ninguém! Cada um é importante! Ele se interessa particularmente por cada ser humano. Ele quer estar perto de cada um, cuidar de cada um e estender Seus braços a cada um, por mais perdido que esteja.

Deus está disponível para todos. Afinal, Ele entregou Seu Filho 100%, integralmente, pelo mundo inteiro. Cem por cento por cem por cento! Tudo por todos! “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

Vemos que o Senhor sempre dá tudo de si, começando com um por cento até atingir todas as pessoas. E nós? Fazemos contas, calculamos e avaliamos se vale a pena deixar alguém viver mais um ano… (Norbert Lieth — Chamada.com.br)