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Os sinais dos tempos estão brotando

Os sinais dos tempos estão brotando

Clint Archer

O mundo está confuso e inquieto. Muitos esperam que a situação melhore. Como deveríamos reagir diante de tantas catástrofes e tanta violência?

O primeiro de setembro de 1939 foi um dia de outono na Europa. Também foi o primeiro dia da Segunda Guerra Mundial. Adolf Hitler invadiu a Polônia. Uma série de acordos de defesa catapultaram os Aliados – Grã-Bretanha, França, Nova Zelândia, Austrália, África do Sul, Canadá, Egito e, mais tarde, os Estados Unidos – a um implacável confronto com os países do Eixo (Alemanha, Áustria, Itália e, depois, o Japão).

Um sinal visível de que o Reino Unido estava em guerra eram as enormes pilhas de milhares de sacos de areia protegendo os edifícios mais importantes do governo. Essas barricadas deveriam barrar o fogo de artilharia do inimigo e proteger as paredes e fundamentos quando as bombas explodissem. Exércitos foram mobilizados, teatros foram fechados, a vida noturna foi suspensa por tempo indeterminado e a população da Europa esperava excitada pelo próximo passo de Hitler.

Você sabe o que aconteceu em seguida? Nada! Durante todo o mês de setembro não houve nem sinal de Hitler. Os Aliados não tiveram nada a defender. Será que Chamberlain, o primeiro-ministro inglês, tinha razão: Hitler estava sossegado, descansando apaziguado, como um dragão faminto saciado, digerindo uma presa grande demais?

E em outubro? Nada! E novembro, dezembro, janeiro, fevereiro, março e abril também passaram sem qualquer incidente (mesmo que os noruegueses não concordem quando digo “sem incidentes”). Comparando com o que se esperava depois da experiência horrorosa da Primeira Guerra Mundial, nada de novo estava acontecendo no Ocidente.

Na França, o ministro da Defesa recebeu plenos poderes e autoridade quase ditatorial por causa da guerra, para recrutar forças de trabalho para fins militares, mas ele abriu mão da prerrogativa. Fábricas que deveriam produzir munição continuavam fornecendo bens de consumo em grandes quantidades. Nem a gasolina nem a comida foram racionadas. As pistas de esqui foram reabertas aos turistas, os destinos de férias na Côte D’Azur e os clubes noturnos de Paris voltaram rapidamente a funcionar a todo vapor. Os soldados franceses ganharam licença para irem para casa até nova convocação. Durante grande parte do ano de 1940 era possível ver soldados no Hyde Park de Londres estirados em cadeiras de praia, tirando uma soneca e alimentando os patos. ORei Lear continuava em cartaz. O jornal The Times nada tinha a relatar sobre a guerra e voltou sua atenção ao retorno dos cucos e das andorinhas migratórias às Ilhas Britânicas.

O político britânico Alfred Duff Cooper fez uma tola declaração diante do público americano, dizendo que a Grã-Bretanha e a França teriam encontrado “um novo caminho” para fazer guerra “sem perder vidas humanas”. Naquela época, um profeta da desgraça pouco apreciado pelo público era um certo Winston Churchill, que alertava enfaticamente os aliados a não se sentirem embalados por uma falsa sensação de segurança diante de Hitler e de suas idéias expansionistas.

E então, num belo dia de maio de 1940, depois de nove meses quase sem fatos relevantes, aconteceu uma coisa muito estranha em Londres: os sacos que protegiam os prédios importantes começaram a se romper.

Veja bem: ao invés de encher os sacos com areia grossa, como ditavam as normas, eles haviam sido recheados com terra comum, bem mais barata. Nessa terra havia muitas sementes minúsculas que germinaram e, de repente, fizeram surgir muitos brotinhos verdes na superfície dos sacos das barricadas. Os brotos tinham rompido os sacos. O que significava isso para a guerra? Os brotinhos verdes sinalizavam que o verão estava se aproximando. Hitler, que conhecia a História, tinha aprendido a lição com o erro fatal de Napoleão: quando os meios são limitados, nunca comece a luta no inverno. Se Napoleão tivesse esperado até o verão, talvez hoje os russos falassem francês.

Os brotos verdes nos sacos de areia de Londres eram mensageiros anunciando que a guerra poderia começar a qualquer momento.

Realmente, o próximo comunicado da França à Downing Street 10 em Londres foi um telefonema em pânico do primeiro-ministro francês explicando que a França caíra nas mãos dos alemães. E o resto, como se sabe, é História.

A lição que fica é: quando os sacos de areia começam a brotar, fujam para os montes!

Você pode não acreditar, mas é justamente isso que Jesus disse em Lucas 21.29-31:“Ainda lhes propôs uma parábola, dizendo: Vede a figueira e todas as árvores. Quando começam a brotar, vendo-o, sabeis, por vós mesmos, que o verão está próximo. Assim também, quando virdes acontecerem estas coisas, sabei que está próximo o reino de Deus”.

O ponto central a que Jesus apontava com tanta ênfase era o seguinte: se somos espertos o suficiente para reconhecer que árvores brotando anunciam a chegada do verão, também deveríamos ser vigilantes em relação aos sinais que anunciam Sua chegada próxima.

Que sinais seriam esses? Lucas 21.25-26 diz: “Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas; sobre a terra, angústia entre as nações em perplexidade por causa do bramido do mar e das ondas; haverá homens que desmaiarão de terror e pela expectativa das coisas que sobrevirão ao mundo; pois os poderes dos céus serão abalados”. (A título de curiosidade, consulte o Google e veja o que um cometa passando perto da terra poderia significar para seu eixo. Que conseqüências globais haveria?).

Outros sinais que a Sagrada Escritura prevê são guerras e rumores de guerras, terremotos, doenças e epidemias se alastrando, além de fome e carestia (colapsos financeiros). Pelo visto, esses sinais são um pouquinho mais inquietantes do que os sinais que anunciam a chegada do verão. Por isso, muitos não vêem os sinais dos tempos como uma coisa boa ou como algo positivo, nem como as boas novas que, de fato, são. Por isso tentam impedir que os sinais se cumpram. Se pudermos acreditar no que diz o Discovery Channel, parece que os especialistas estão sempre se reunindo para tratar do buraco na camada de ozônio, do aquecimento global, do efeito El Niño, da próxima era glacial e da probabilidade de colisões com meteoros que destruiriam a terra, além das erupções solares, ataques de vírus ou panes nucleares.

Você sabe qual a reação bíblica a esses prognósticos de fim de mundo? Alegria!

Lucas 21.28 diz: “Ora, ao começarem estas coisas a suceder, exultai e erguei a vossa cabeça, porque a vossa redenção se aproxima”.

Cada geração pensa que está vivendo nos tempos finais. Creio que isso é saudável. Deus permite que os mensageiros proféticos nos arranquem de nosso comodismo. Fiquemos atentos, vivendo como quem realmente acredita que Jesus está para voltar.

Se vivêssemos em um mundo utópico, um mundo perfeito, que dominou a criminalidade, que acabou com os terremotos, descobriu a cura de todas as doenças, conquistou os oceanos, colocou uma redoma protetora ao redor do planeta e conseguiu a plena paz entre os povos… aí, sim, entenderíamos quando as pessoas duvidam das palavras de Jesus. Mas, queridos amigos, quando nosso mundo apresenta sinais de que seu prazo de validade está vencendo, nós, cristãos, deveríamos nos sentir encorajados. Os sinais dos tempos que já temos visto se cumprindo provam que as previsões bíblicas são confiáveis.

Os tempos não são de letargia ou negligência. Não é hora de se recostar na cadeira de praia e alimentar os patos. É tempo de ficar de prontidão.

Amém! Vem, Senhor Jesus! (Clint Archer – Chamada.com.br)

A Paz do Islã

A Paz do Islã

Dave Hunt

Hoje em dia, está na moda repetir a mentira de que o islã é “paz e tolerância”. Os mesmos intelectuais do Ocidente que difamam o nome de Cristo não se cansam de papagaiar esse elogio mentiroso a Maomé, apesar do seu legado de assassinatos, pilhagens e estupros. Um programa infantil da televisão árabe, no estilo do “Vila Sésamo”, mostra crianças treinando para serem terroristas suicidas e cantando: “Morte a Israel” – pela paz, é claro. A jornalista Ann Coulter sugere: “Já que os liberais estão exigindo que repitamos mecanicamente: ‘O islamismo é uma religião pacífica’, os muçulmanos poderiam fazer a parte deles, parando de matar pessoas constantemente”.[1]

Que essa mentira esteja sendo amplamente espalhada, e que tantos acreditem nela sem que haja um só fato que a apóie, é um mau sinal para o mundo. Só estamos pedindo aos muçulmanos um exemplo de onde e quando o islamismo trouxe paz e tolerância – e, por favor, não ameacem nos matar só por perguntarmos (esse é o característico método de persuasão islâmico)!

Não devemos nos esquecer de que os muçulmanos massacraram e conquistaram “para Alá” territórios que vão da Espanha à China. Essas conquistas árabes (batalhasdefensivas, segundo eles) foram “mais rápidas que as dos romanos e mais duradouras que as dos mongóis… a mais extraordinária façanha da história militar”.[2]

As Raízes “Pacíficas” do Islamismo

Maomé, o fundador do islamismo, começou sua carreira atacando ricas caravanas que passavam perto de sua base de operações, em Medina. Os primeiros três ataques fracassaram. O quarto teve sucesso porque as vítimas foram surpreendidas por uma emboscada durante o Ramadan. Durante muitos anos, as tribos árabes tinham evitado agressões naquele “mês sagrado”. Mas Maomé tinha recebido uma “revelação” que o autorizava a saquear e matar em nome de Alá durante aquele período especial de paz. Uma outra revelação absolvia os muçulmanos da culpa pelos assassinatos: “Na realidade, não fostes vós que os matastes; foi Deus [Alá] quem os matou; e não foste tu que atiraste as flexas quando atiraste: foi Deus [Alá] quem atirou” (Sura 8.17).

Maomé começou sua carreira atacando ricas caravanas que passavam perto de sua base de operações.

A maioria dos muçulmanos não percebe que, ao observar o Ramadan e a peregrinação anual (hajj) a Meca, está seguindo o que os árabes pagãos já praticavam muitos séculos antes do nascimento de Maomé. Se o então presidente Bush soubesse da verdade, ao invés de receber informações errôneas de David Forte,[3] professor de Direito da Universidade Estadual de Cleveland, talvez não tivesse dado um jantar na Casa Branca em homenagem ao “mês sagrado do Ramadan”, nem bajulado os muçulmanos dizendo que “o mundo inteiro continua a colher os benefícios desta fé e de suas realizações”. Benefícios?

Desafiado a realizar milagres como Cristo, Maomé não conseguiu fazer nenhum. Em 16 de março de 624, perto de Badr, ele liderou 300 guerreiros num ataque cruel contra uma grande caravana de mercadores de Meca, protegida por 800 guardas. Cerca de quarenta homens da caravana morreram e sessenta foram feitos prisioneiros, contra uma perda de apenas quatorze muçulmanos. Essa impressionante vitória foi vista como o milagre de que Maomé tanto precisava. O resultado é que homens ávidos em participar das futuras pilhagens engrossaram as fileiras dos muçulmanos.

Traições e Assassinatos em Nome da Fé

Tendo demonstrado pela força que era o profeta de Alá, Maomé selou seu apostolado com mais de vinte assassinatos, começando por al-Nadr, um velho inimigo de Meca. Aprisionado na batalha de Badr, ele argumentou que a tribo coraixita nunca executou nenhum prisioneiro. Maomé mandou decapitá-lo do mesmo jeito, justificando seu ato com uma nova “revelação”: “Não é digno de um profeta fazer prisioneiros até que semeie a morte na terra” (Sura 8.67).

Grande parte da crescente riqueza dos muçulmanos foi obtida roubando e matando judeus, provocando “o desaparecimento dessas comunidades judaicas do território da Arábia propriamente dita”[4] – ações justificadas por mais uma “revelação” (Sura 33.26,27). Pela lei, até o dia de hoje, nenhum judeu pode pisar na Arábia Saudita.

Vários poetas foram executados a mando de Maomé, por terem zombado dele em versos. A primeira foi a poetisa Asma bint Marwan, apunhalada por Umayr enquanto amamentava seu filho caçula. O poeta Abu Afak (que, segundo relatos, tinha mais de cem anos de idade) foi assassinado em seguida. Depois, foi a vez do poeta judeu Ka’b bin al-Ashraf. Uma oportuna “revelação” mostrou que os poetas eram inspirados pelos demônios (Sura 26.221-227).

Será que os muçulmanos de hoje se incomodam com o fato do islamismo ter sido fundado com base em assassinatos, estupros e escravizações de pessoas inocentes?

Será que os muçulmanos de hoje se incomodam com o fato do islamismo ter sido fundado com base em assassinatos, estupros e escravizações de pessoas inocentes, e que ainda opera sobre esses mesmos princípios? Aparentemente, não. O assassinato do poeta Ka’b (um relato tendencioso, com detalhes fictícios) é justificado num popular site muçulmano, revelando o significado peculiar que os muçulmanos dão às palavras “paz” e “justiça”:

Ka’b tinha-se tornado um verdadeiro perigo para o estado de paz e confiança mútua que o profeta [Maomé] se esforçava por estabelecer em Medina… O profeta estava profundamente exasperado com ele… Tudo isso fez parte do grande processo… que ajudou a disseminar o islamismo e a firmá-lo sobre um fundamento de justiça e piedade.[5] [Ênfase acrescentada]

Uma Fé Consolidada Pela Espada

Cristo deixou para os cristãos “exemplo para seguirdes os seus passos, o qual não cometeu pecado, nem dolo algum se achou em sua boca; pois ele, quando ultrajado , não revidava com ultraje; quando maltratado, não fazia ameaças… carregando ele mesmo em seu corpo, sobre o madeiro, os nossos pecados, para que nós, mortos para os pecados, vivamos para a justiça…” (1 Pe 2.21-24). Mas um muçulmano deve seguir o exemplo de Maomé, que mandava matar qualquer um que ousasse discordar dele!

Um cristão deve “conhecer” a Deus (Jr 9.24; Jo 17.3), “amar” a Deus de todo o coração (Dt 6.5; Mt 22.37, etc.) e “crer” em Cristo em seu coração (At 8.37; Rm 10.9). O Deus da Bíblia quer que o homem O ame e confie nEle de livre e espontânea vontade. Alá, por sua vez, não quer ser nem conhecido, nem amado. Além disso, não é nem mesmo necessário crer para se tornar um muçulmano. Sob ameaça de morte, basta recitar em voz alta: “Não há outro ila (deus), somente Alá, e Maomé é o seu profeta”. Essa “conversão sem fé” foi estabelecida no ano 630, quando Abu Sufyan, um líder coraixita, capitulou diante da superioridade do exército de Maomé e entregou a cidade de Meca ao vencedor, mas admitiu que não acreditava que ele fosse realmente profeta. Então, recebeu um aviso: “Aceite o islamismo e declare que Maomé é o apóstolo de Alá, ou seu pescoço provará o aço da espada”. Assim [sem crer], ele confessou a fé do islã e se tornou muçulmano.[6] Esse padrão ainda é seguido hoje em dia: confesse ou morra!

Com a morte de Maomé, em 632 d.C., muitos árabes tentaram abandonar o islamismo. Abu Bakr (o primeiro califa que sucedeu Maomé) e seus guerreiros mataram centenas de milhares de ex-muçulmanos nas perversas Guerras da Apostasia, forçando a Arábia a voltar ao islã. Maomé havia ordenado: “Todo aquele que apostatar da fé deve ser morto”. O islamismo ainda é imposto dessa forma pela sharia (lei islâmica) na Arábia Saudita e em todos os lugares onde os muçulmanos conseguem fazê-lo. Isso é paz e tolerância?!

A Declaração Universal Islâmica dos Direitos Humanos foi anunciada na Conferência Internacional Sobre o Profeta Maomé e Sua Mensagem, realizada em Londres, em abril de 1980. Essa declaração afirma que “o islamismo deu à humanidade o código de direitos humanos ideal, quatorze séculos atrás… baseado no Corão e na Suna (ensinamentos e exemplos de Maomé)…” Direitos humanos? Quanta mentira!

O sucessor de Abu Bakr foi o califa Omar Abu Hafsa. Seus exércitos tomaram Damasco em 635, Antioquia em 636, Jerusalém em 638, a Síria em 640, o Egito e a Pérsia em 641. Foram massacradas cidades inteiras, entre elas Behnesa, Fayum, Nikiu e Aboit no Egito, Trípoli na África do Norte e Euchaita na Armênia. Cartago foi arrasada. Em 644, Omar foi assassinado.

Otoman ibn Affan, o terceiro califa, consolidou e expandiu o império islâmico, tornando-o cada vez maior. Genro de Maomé, ele padronizou o Corão, queimando todas as cópias alternativas sob os protestos dos que ainda estavam vivos e percebiam que a versão de Otoman omitia alguns versos e dava uma redação diferente a certos trechos. Entre os que protestavam estava Aisha, a esposa favorita de Maomé, que, diga-se de passagem, nunca cobriu o rosto com véu. Otoman também foi assassinado por uma facção muçulmana rival. Como foi proibido o seu sepultamento num cemitério islâmico, seus amigos o enterraram à noite, ironicamente, num cemitério judaico.

O islã divide o mundo em dar al-Islam (a casa da paz) e dar al-Harb (a casa da guerra). Para trazer “paz”, Alá declara:

“Infundirei o terror nos corações dos descrentes; separai-lhes a cabeça do pescoço; batei em todos os seus dedos” (Sura 8.12); “Matai os idólatras, onde quer que os encontreis” […] (Sura 9.5); “Ó Profeta, luta contra os descrentes e os hipócritas e sê duro para com eles. O inferno será seu destino” (Sura 9.73); “Ó vós que credes, combatei os descrentes que estão próximos. E que sintam dureza em vós! E sabei que Deus está com os piedosos” (Sura 9.123).

A ordem é continuar a jihad (guerra santa) até que o mundo inteiro esteja debaixo dasharia (lei islâmica). Mas isso também não vai trazer a paz, porque os muçulmanos lutam entre si, como a história demonstra muito bem.

A ordem é continuar a jihad(guerra santa) até que o mundo inteiro esteja debaixo da sharia(lei islâmica).

O quarto e último dos “califas bem guiados” foi Ali, primo e genro de Maomé. Acusado de cumplicidade no assassinato de Otoman, ele nunca foi capaz de estabelecer plenamente seu governo. Aisha apoiou uma rebelião contra ele, que resultou na Batalha do Camelo, onde morreram 10.000 pessoas. Ali venceu, mas foi assassinado em 661.

As guerras de sucessão jogaram os coraixitas contra os beduínos, os omíadas contra os hachemitas seguidores de Ali, etc. A maioria dos familiares de Ali foi assassinada por muçulmanos rivais em 680. Meca foi sitiada pelas tropas comandadas por um membro da tribo de Omar chamado Jezid; a Caaba (mais tarde restaurada) foi completamente incendiada e sua pedra negra foi partida em três pedaços. Meca foi tomada em 692 por Adb-al-Malik (que construiu o Domo da Rocha em Jerusalém, em 691, para substituir a Caaba). Ele reunificou os muçulmanos à força e o islã continuou suas conquistas.

Como o Islã se Espalhou Pelo Mundo

Em 712, invasores muçulmanos comandados por Maomé Kasun iniciaram a conquista da Índia, demolindo templos e palácios, e massacrando o povo, como acontecera em Constantinopla, onde as ruas se transformaram em rios de sangue. “O massacre perpetrado pelos muçulmanos na Índia não tem paralelo na história, sendo maior em números absolutos do que o Holocausto…”[7] Mas o islã é “paz”!

O califado da tribo de Omar governou o mundo muçulmano até 749, quando todos os omíadas foram assassinados por seus rivais, os abássidas. Apenas um sobreviveu, Abd-al-Raman, que fugiu para a Espanha, onde estabeleceu um califado independente. Começou assim o califado dos abássidas, que durou até 1258, apesar das intrigas, assassinatos e rebeliões – tudo muito pacífico, é claro.

As traições e assassinatos de muçulmanos pelas mãos de muçulmanos continuam até hoje. É raro um regime islâmico que não seja governado por um ditador que tenha tomado o poder de um outro muçulmano, como ocorre na Síria e era o caso do Iraque. Os dez anos de revolução na Argélia custaram a vida de 100.000 pessoas. No Afeganistão, chefes militares de facções rivais lutam entre si. Os “infiéis” têm de intervir no país, assim como no Golfo, para garantir a paz entre os “pacíficos” muçulmanos.

Os muçulmanos leais a Ali, o califa assassinado, e aos seus filhos são denominados xiítas (a maioria no Irã). Os outros são chamados sunitas e constituem a maioria no resto do mundo. Essas duas facções já se enfrentaram muitas vezes, dando amplas demonstrações de que o “islã é pacífico”. Um exemplo bem conhecido foram os oito anos de guerra entre o Irã e o Iraque, em que houve mais vítimas do que na I Guerra Mundial.

As conquistas muçulmanas, onde morreram literalmente milhões de pessoas, continuaram por mais de 1300 anos. Durante o governo dos abássidas, o império islâmico atingiu seu apogeu, em termos de poder, prosperidade e cultura.

Na Espanha (que os muçulmanos apontam como exemplo de sua tolerância) a guarnição de Muez foi massacrada em 920; Pamplona provou o fio da espada em 923; depois foi a vez de Córdoba, Zaragoza e Mérida, onde todos os homens foram mortos e as mulheres e crianças foram escravizadas. Os judeus de Granada foram massacrados em 1066, 34 anos após o extermínio de 6.000 judeus em Fez, no Marrocos. Em 1146, a cidade islâmica de Fez foi atacada por muçulmanos rivais, os almóadas, que conquistaram a maior parte do norte da África depois de aniquilarem os almorávidas (outra facção muçulmana), deixando 100.000 mortos, outros 120.000 assassinados em Marraquesh e praticaram massacres semelhantes em outras partes do país – todos gestos de “paz”.

Nos 400 anos de reinado dos turcos otomanos, meninos eram levados para a escravidão. Muitos pais chegaram a mutilar os filhos para torná-los indesejáveis.

Nos 400 anos de reinado dos turcos otomanos, meninos eram seqüestrados e levados à força para o islamismo e para a escravidão, fazendo com que muitos pais chegassem a mutilar os filhos para torná-los indesejáveis. Durante a dominação otomana, os gregos, armênios, sérvios ou pessoas de qualquer outra etnia não-muçulmana viviam sob a ameaça constante de assassinato, estupro, tortura, genocídio. Até hoje, os sérvios e búlgaros odeiam os turcos e bósnios.

Com a morte do sultão Murad III, seu filho Maomé mandou matar todos os seus dezenove irmãos, e sete concubinas de seu pai que estavam grávidas foram colocadas dentro de sacos e jogadas ao mar. O sucessor de Murad IV mandou que todas as 300 mulheres de seu próprio harém fossem colocadas em sacos que, depois de costurados, foram jogados no Estreito do Bósforo. Como tantos outros líderes muçulmanos, ele também foi assassinado – pacificamente.

A Mentira Politicamente Correta Tem Conseqüências Perigosas

A perseguição aos judeus na Europa católica foi suave em comparação com o que os cristãos do Império Otomano suportaram durante quatro séculos. Mais de um milhão de armênios foram assassinados nas últimas décadas do século XIX e na primeira década do século XX. O mesmo aconteceu com muitos milhares de judeus, gregos, assírios, libaneses, etc. Infelizmente, as potências ocidentais – principalmente a Inglaterra e, algumas vezes, os Estados Unidos – fecharam os olhos a toda essa opressão e derramamento de sangue. No grande genocídio de 1915, “as mulheres atacavam com cutelos de açougueiro para ganhar o favor prometido por Alá a quem matasse os cristãos”.[8] A destruição de Esmirna, em setembro de 1922, com o massacre deliberado de quase 300.000 habitantes, é um outro exemplo da “paz” do islã. Navios de guerra ingleses, americanos, italianos e franceses ancorados no porto repeliram as vítimas que fugiam a nado e procuravam refúgio nas embarcações.[9]

A “explicação” popular de que os terroristas não são muçulmanos, mas fanáticos, é uma censura ao Corão, a Maomé e ao próprio islamismo. Como escreve Trifkovic: “Treze séculos de… sofrimento e morte de incontáveis milhões, foram acobertados pelo mito da “tolerância’ islâmica…”.[10] O Ocidente finge que não vê a negação ostensiva dos direitos humanos básicos e o apoio ao terrorismo praticados pela Arábia Saudita e por outros países muçulmanos (…).

Essa farsa politicamente correta está levando ao desastre. Infelizmente, o Evangelho continua fora dos países islâmicos porque os governos ocidentais se recusam a admitir e confrontar a verdade sobre o islã. Conclamamos todos os leitores a continuarem se informando, protestando diante de nossos líderes, orando pela intervenção de Deus e dando testemunho de Cristo aos muçulmanos que vivem em nosso país. (Dave Hunt extraído do livro A Hora da Verdade Sobre o Islã – www.beth-shalom.com.br)

Paz na Terra

Paz na Terra

Dave Hunt

A Paz Prometida

Principalmente na época do Natal lembra-se que a “multidão da milícia celestial, louvando a Deus”, anunciou o nascimento de Jesus com esta declaração: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem” (Lc 2.13-14).Deus estava oferecendo paz em Seus termos a um mundo que merece o Seu juízo. Esse Deus santo não poderia perdoar o homem a não ser através do pagamento total da penalidade do pecado, que a Sua própria justiça requeria. E isso só poderia ser cumprido através da morte, do sepultamento e da ressurreição de Cristo. O Filho de Deus, eternamente um com o Pai, tornou-se homem através do nascimento virginal e fez “a paz pelo sangue da sua cruz” (Cl 1.20). Ele é a única esperança para o mundo!

Centenas de promessas feitas pelos profetas hebreus inspirados por Yahweh (Javé) haviam predito a vinda do Messias, Sua vida, ensinos e milagres, Sua rejeição pelo próprio povo, Sua crucificação, ressurreição e ascensão ao Pai. A criança nascida de uma virgem em Belém provaria Sua identidade cumprindo tudo isso. Predito também, e agora aproximando-se rapidamente do cumprimento, foi o Seu triunfante retorno a fim de reinar para sempre em Jerusalém sobre o trono de Davi, Seu pai (Is 9.6-7; Lc 1.32-33).

Uma Religião Violenta

Nenhum anjo anunciou o nascimento e nenhuma profecia foi dada concernente à vida e à morte de Buda, Confúcio, Maomé ou qualquer outra pessoa. E esses “messias” também não ressuscitaram dentre os mortos. A sepultura de Jesus está vazia, a deles está ocupada pela poeira dos seus restos mortais. E quanto à paz? Maomé guerreou para forçar a conversão de todos os árabes à sua nova religião, ameaçando-os de morte violenta se não o seguissem. Os milhões de convertidos ao islã foram conquistados com a espada. A mesma espada ensangüentada mantém os muçulmanos prisioneiros até hoje.

Na Arábia Saudita, até o dia de hoje, nenhum judeu é admitido.

A cidade de Iatribe (mais tarde chamada de Medina, “lar do profeta”), na qual Maomé (570-632 d.C.) nasceu (e onde foi enterrado), tinha sido fundada por judeus. Ele matou todos os judeus do sexo masculino e vendeu as mulheres e as crianças como escravas. Na Arábia Saudita, até o dia de hoje, nenhum judeu é admitido. Maomé planejou 65 campanhas de pilhagem e morte contra os árabes, liderando pessoalmente 27 delas, forçando todos na Arábia a se submeterem ao islamismo em nome de Alá.

É do profeta do islã o mandamento: “Ao que abandona sua fé, mate-o!”. Essa penalidade ainda é a regra no islamismo (se bem que nem sempre seja cumprida). Execuções são anunciadas antecipadamente no rádio e na TV sauditas, e realizadas na frente de multidões em clima de festa numa praça de Riad. Em outubro de 1993, por exemplo, um pai e seu filho foram decapitados publicamente por crerem em Jesus Cristo. Nenhum lugar de adoração que não seja islâmico pode ser construído. Enquanto é teoricamente legal a realização de uma reunião de oração ou de estudo bíblico na privacidade do lar, os participantes correm o risco de serem presos ou deportados. Essa é a “liberdade” e a “paz” que os muçulmanos estão querendo impor a todo o mundo. No entanto, nações islâmicas que, em nome de Alá, têm dado apoio ao terrorismo, agora dizem combatê-lo, como parceiros dos Estados Unidos na coalizão antiterrorista.

Um Reino de Verdadeira Paz

Somente um dos discípulos de Jesus, Pedro, usou uma espada. Precipitadamente, ele cortou a orelha do servo do sumo sacerdote. Cristo o repreendeu, curou a orelha do homem e declarou que Seu Reino não é deste mundo e que Seus servos não devem pegar em armas pela causa do Evangelho (Jo 18.10,36). Papas e cruzados, demonstrando que não eram servos de Cristo e não faziam parte do Seu Reino, guerrearam para estabelecer um reino extenso, meramente terreno, matando judeus, muçulmanos e cristãos verdadeiros nesse processo.

Cristo declarou que Seu Reino não é deste mundo e que Seus servos não devem pegar em armas pela causa do Evangelho.

Depois da morte de Maomé os árabes abandonaram o islã em massa. O sucessor de Maomé, Abu Bak’r, e seus terríveis guerreiros da jihad (“guerra santa”) mataram dezenas de milhares de árabes, forçando-os a voltar à “paz” do islamismo. Mas os discípulos de Cristo, desprezando a espada, pregavam paz com Deus através da fé em Cristo e de Seu sacrifício pelo pecado – e morreram testificando dos Seus milagres e da Sua ressurreição como fatos dos quais tinham sido testemunhas e que não podiam negar. Evidentemente, ninguém é tão tolo a ponto de morrer por algo que sabe ser mentira.

A Honra dos Homens-Bomba

Os “mártires” do islã se matam ao mesmo tempo que espalham terror através do assassinato de mulheres e crianças inocentes. Os que se suicidam tornam-se heróis, admirados por multidões em todo o mundo islâmico. (…)

Para se tornar muçulmana, uma pessoa precisa somente repetir a shahada (o credo): “Não há Deus a não ser Alá e Maomé é seu profeta”. Milhões já fizeram isso sob ameaça de morte. Como os islamitas podem acreditar que “fé” sincera pode ser produzida sob tal intimidação? Qualquer pessoa decente e de bom senso não pode aceitar tal coisa. Como Herodes, que buscou matar o menino Jesus, os muçulmanos de hoje estão matando aqueles que crêem nEle.

Um Novo Holocausto

Assim como os Aliados se fizeram de cegos e surdos diante do Holocausto nazista, até que era tarde demais, nós temos nos esquecido das vítimas do holocausto atual, que os islamitas têm cometido por quase 1400 anos desde Maomé. (…)

Paz através do islã? Nos países islâmicos há mais distúrbios, revoltas, tumultos e assassinatos do que em todo o resto do mundo. Os muçulmanos traem e matam não somente aos que não seguem a fé islâmica, mas também seus próprios companheiros de fé, em ataques sangrentos e brutais guerras civis.

Na Nigéria e nas Filipinas, como também na Indonésia, multidões gritam “Allahu Akbar!”(Alá é o maior!) e atacam cristãos, matando e mutilando milhares deles, queimando centenas de igrejas e lares. Isso está acontecendo hoje! No Sudão, os muçulmanos do Norte brutalizaram e exterminaram milhões de não-islâmicos no Sul e venderam milhares como escravos. Ainda hoje, existe um comércio de escravos ativo em muitos países islâmicos.

Não se pode oferecer um únicoexemplo de quando, onde ou como o islamismo trouxe paz ao mundo.

A maior parte dos terroristas em todas as partes do mundo é muçulmana. Para que ninguém suspeite que esse fato é mais do que uma coincidência, insiste-se em dizer que o islã é “pacífico”. Shakespeare replicaria: “Penso que protestastes exageradamente”. Os que tentam esconder essa evidência não podem oferecer um único exemplo de quando, onde ou como o islamismo trouxe paz ao mundo. Não existe um só exemplo – mas há centenas de casos de guerras e violência causados por essa religião “pacífica”.

 Violência no Oriente Médio

Israel tem levado a culpa pela violência no Oriente Médio. Contudo, o mundo árabe já estava cheio de ódio e violência muito antes do Israel moderno nascer. Boutros-Ghali, o ex-Secretário-Geral das Nações Unidas, admitiu que em três décadas mais de trinta conflitos estouraram entre nações árabes.[1] Nos primeiros 25 anos após a independência de Israel, houve no mundo árabe “trinta revoluções vitoriosas e pelo menos cinqüenta que não tiveram êxito. Vinte e dois líderes governamentais foram assassinados”.[2] Nenhum desses episódios de violência entre islamitas pode ter acontecido por culpa da “existência de Israel”.

Jesus e o Islamismo

O islã rejeita totalmente a Cristo, Aquele a quem Deus enviou ao mundo para trazer a paz. O Alcorão chama Jesus de Issa, provavelmente porque Maomé deve ter ouvido os judeus chamando-O de “Esaú” por desprezo. O ensinamento central do islã no Alcorão e na hadith (tradição com a mesma autoridade do Alcorão) se opõe diretamente a Cristo e a Sua salvação.

Todos os estudiosos do islã concordam que Issa não é o Filho de Deus e que ele não foi crucificado pelos nossos pecados. Existe um consenso geral de que Alá colocou uma semelhança de Issa em um dos seus discípulos, provavelmente Judas, o qual teria morrido em seu lugar. Levado vivo ao céu (em uma versão), Issa foi coberto com penas e voa com os anjos em volta do trono de Alá, até ao tempo de retornar para casar, ter filhos e morrer de morte natural!

O islã torna bem claro que Issa não é divino e certamente não é o filho de Alá (o fato de que Alá possa ter um filho é negado 16 vezes no Alcorão). Ainda que no Alcorão ele tenha nascido de uma virgem, tenha feito milagres, incluindo a ressurreição de mortos (Sura 3.45-49), não tenha pecado e tenha sido até mesmo o “verbo” de Deus, claramente Issa não é o Jesus Cristo da Bíblia. No entanto, alguns cristãos imaginam que poderão ganhar islamitas para Cristo por lhes apresentarem o Issa do islã.

Belém, uma Cidade Violenta

Belém, o lugar onde nasceu Davi, o maior rei de Israel, é também o lugar do nascimento do Messias que irá reinar no trono de Davi para sempre. Belém não tem nada a ver com os muçulmanos ou com os árabes. No entanto, eles declaram que Belém é deles. Da mesma maneira, eles reclamam para si toda a terra que foi prometida a Israel e na qual judeus têm vivido pelos últimos 3000 anos.

A Relação Entre o Temor e a Bênção

Os ataques terroristas de 11 de setembro de 2001 trouxeram à luz uma hipocrisia chocante (…). De repente, milhões de pessoas (que por muitos anos não tiveram tempo para Deus) começaram a falar e a cantar sobre Ele – naturalmente, qualquer deus serviria – e a participar de cultos (ou acompanhá-los pela mídia). Houve pouco reconhecimento de que Deus tem padrões morais, entristece-se com nosso comportamento e deseja algo mais de nós do que somente súplicas de que “nos abençoe”. Poucos parecem preocupados que o Ocidente corrompe sua juventude e o mundo com filmes pornográficos, vídeos imorais, mata milhões de fetos (aborto) e zomba de Deus em passeatas homossexuais, ostentando sem temor a perversão mais desmedida. Claramente, nessas áreas existe alguma razão nas reclamações do islã contra a imoralidade ocidental. Parece que a idéia geral é que, no momento da tragédia, Deus responde às orações conforme nossa conveniência. Tal impertinência deveria ser motivo de vergonha diante do mundo e trazer um tremor coletivo sobre todos os ocidentais.

Estamos profundamente tristes pelas vítimas e pelos sobreviventes de ataques terroristas. Mas nos preocupamos porque o Ocidente, que por muito tempo se esqueceu de Deus, quebrando Suas leis repetidamente e ostentando a sua imoralidade sem temor de Deus, imagina que, sem verdadeiro arrependimento, pode merecer a bênção de Deus sem problemas. Será que não deveríamos perguntar quem é este Deus, a Quem gritamos em profunda angústia, e o que Ele espera de nós se recebermos Sua ajuda?

Os serviços religiosos em memória das vítimas dos atentados se caracterizaram pela participação de representantes de vários deuses. Os imãs (líderes religiosos), orando em árabe, louvam “Alá, o único deus verdadeiro” (relembramos que ele não é o Deus da Bíblia), junto a budistas, para os quais não há Deus, a hindus, para os quais existem milhões de deuses (escolha o seu), e a “cristãos” que têm negado a Deus e Sua Palavra. É assumido que Deus não se importa como nos dirigimos a Ele, ou qual caricatura dEle forma a base da “fé” que professamos. Mas o Deus bíblico não responde a qualquer outro nome que não seja o dEle e não deseja ser identificado com deuses falsos que representam demônios: “…as coisas que eles sacrificam, é a demônios que as sacrificam e não a Deus…” (1 Co 10.20).

Cristo disse: “Se alguém tem sede, venha a mim e beba” (Jo 7.37). Ao etíope que pediupara ser batizado foi dada a condição única: “Se crês de todo o coração…” (At 8.37).Deus não força ninguém a crer nEle ou a servi-lO (fé e amor não provêm de medo). Deus pediu muitas vezes a Seu povo Israel que se arrependesse, lamentou quando ele se recusou, e insistiu: “vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor” (Is 1.18).

Submissão Cega ou Convicção Bíblica

Mas não há como arrazoar no islamismo. Nele funciona apenas uma submissão cega, sob pena de morte, que é a raiz do fanatismo das multidões enraivecidas, fora de controle, que provocam destruição e caos quase diariamente em regiões islâmicas por todo o mundo. Quem poderia esquecer as multidões no Paquistão marchando em apoio a Osama bin Laden, ou as crianças em Gaza declarando morte a Israel? A paz necessariamente envolve a liberdade. Nenhum país muçulmano oferece a liberdade que nós prezamos tanto no Ocidente (de imprensa, de voto, de religião, etc.), porque o islã não pode sobreviver onde os homens são livres para escolher. [Assim,] Israel é a única democracia no Oriente Médio.

Paulo disse “persuadimos os homens” (2 Co 5.11), não pela espada, mas com evidências irrefutáveis. Ele deixou perplexos “os judeus que moravam em Damasco, demonstrando que Jesus é o Cristo” (At 9.22). Apolo, “com grande poder, convencia publicamente os judeus, provando, por meio das Escrituras, que o Cristo é Jesus” (At 18.28). Por não ter tais provas, o islã usa da violência. (…)

Paulo disse “persuadimos os homens”, não pela espada, mas com evidências irrefutáveis.

Usando de intimidação e ameaças, os muçulmanos provam que o islã não pode persuadir a ninguém com amor e verdade, e que não ousa submeter-se a nenhum arrazoamento sério. O reconhecimento desse fato seria o maior motivo para que eles abandonassem o terror e a força. Que a pena de morte seja requerida para manter os islamitas na sua religião, prova a incapacidade do islã de ganhar corações e mentes. Os muçulmanos precisam reconhecer que o islã é um grande tirano, sem nenhum direito válido sobre os corações, mentes e almas de seus seguidores ou dos que eles desejam converter.

Oremos para que o mundo reconheça a desonestidade clara dos países islâmicos, que clamam ser contra o terrorismo, mas o apoiam e louvam. Oremos para que milhões de muçulmanos tenham suas mentes e seus corações abertos para o Evangelho de Jesus Cristo. Oremos também para que os países islâmicos finalmente concedam a seus cidadãos – presos há tanto tempo pelo medo – liberdade de consciência e de fé, e que muitos recebam a Cristo. E que nós façamos a nossa parte para que isso aconteça. (Dave Hunt extraído do livro A Hora da Verdade Sobre o Islã – Chamada.com.br)

As Maravilhas da cidade celestial

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Imagine uma linda cidade. Com tudo o que um bom município precisa para funcionar bem. Ruas bonitas, iluminadas, água de qualidade, educação, saúde, segurança pública, abundância de alimentos, etc.

De todas as cidades que já tenhamos visto nada se compara à bela cidade descrita na Palavra de Deus, onde os salvos irão morar.

Sua naturalidade terrena é a cidade que nasceu, mas sua naturalidade espiritual é esta Cidade Celestial.

Vamos imaginar uma cidade completa e comparar com as maravilhas da Cidade Celestial:

RIQUEZA: Apocalipse 21.21

“As doze portas são doze pérolas, e cada uma dessas portas, de uma só pérola. A praça da cidade é de ouro puro, como vidro transparente”.

Toda cidade tem uma fonte principal de riqueza. Dependendo da cidade é o comércio, indústria, pecuária ou extração de algum mineral.

Nesta Cidade Celestial a riqueza é tanta que pisaremos em ouro nas praças e as portas serão feitas de pérolas.

Isso nos ensina que lá o ouro será como pedras do chão nas ruas e não haverá valor para coisas materiais.

TEMPLO: Apocalipse 21.22

“Nela, não vi santuário, porque o seu santuário é o Senhor, o Deus Todo-Poderoso, e o Cordeiro”

Sempre que chegamos a uma cidade, uma das primeiras coisas que vemos é algum templo religioso que é construído estrategicamente para ser destaque. Desde a antiguidade as cidades são construídas ao redor de templos.

Nesta Cidade Celestial o Templo será o próprio Senhor Jesus. Todos nós habitaremos em Sua presença.

ILUMINAÇÃO:Apocalipse 21.23 e 22.5

“A cidade não precisa nem do sol, nem da lua, para lhe darem claridade, pois a glória de Deus a iluminou, e o Cordeiro é a sua lâmpada.”

“Então, já não haverá noite, nem precisam eles de luz de candeia, nem da luz do sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e reinarão pelos séculos dos séculos.”

A iluminação é um fator importantíssimo em uma cidade. Um bom município tem energia elétrica em todo o seu território. As ruas e praças são iluminadas. Mas o ruim muitas vezes é a conta de energia elétrica.

Na Cidade Celestial a iluminação será gratuita e total, o tempo todo será claro como dia e nunca escurecerá ou haverá noite, por que o próprio Cristo será a sua luz.

EDUCAÇÃO: Apocalipse 21.24-26

“As nações andarão mediante a sua luz, e os reis da terra lhe trazem a sua glória. As suas portas nunca jamais se fecharão de dia, porque, nela, não haverá noite. E lhe trarão a glória e a honra das nações.”

Uma boa cidade tem um povo educado, fino e ordeiro. Também tem escolas e instituições de ensino para preparar seus moradores. O nível educacional determina a prosperidade de um município. Por exemplo, uma cidade universitária tem muitas condições de ser uma cidade melhor preparada. Mas educação não é só estudo e sim a forma de viver respeitosamente. Nada adiantaria uma cidade com alto nível educacional e também alto índice de criminalidade.

Na Cidade Celestial, o povo será ensinado pelo Senhor Jesus e “andarão mediante a sua luz” e “As suas portas nunca jamais se fecharão” ou seja, todos serão muito educados e respeitarão uns aos outros em completa harmonia como uma grande família feliz.

SEGURANÇA: Apocalipse 21.12 e 27

“Tinha grande e alta muralha, doze portas, e, junto às portas, doze anjos, e, sobre elas, nomes inscritos, que são os nomes das doze tribos dos filhos de Israel.”

“Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro”

A segurança pública de uma cidade também é algo imprescindível para seus moradores. De nada adiantariam belas ruas e praças se seus moradores não tiveram tranqüilidade para transitar livremente sem medo de perigos.

A Cidade Celestial será segura. Terá “grande e alta muralha” e “junto às portas, doze anjos”, isso garantirá que “Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada”. Seus soldados serão anjos de Deus que a guardarão totalmente.

ÁGUA: Apocalipse 22.1

“Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro”

O fornecimento de água de qualidade também é necessário em toda cidade. Por isso toda cidade é construída às margens de um rio. Mas há pessoas que compram água mineral trazida de outros municípios por falta de qualidade na água que têm em sua cidade.

A Cidade Celestial terá um “rio da água da vida, brilhante como cristal”, ou seja, sua água será de tanta qualidade que quem beber terá vida, pois sua nascente é o trono de Jesus.

ABASTECIMENTO: Apocalipse 22.2

“No meio da sua praça, de uma e outra margem do rio, está a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês, e as folhas da árvore são para a cura dos povos”

Cada cidade tem sua produção de alimentos, uma feira livre onde os produtores rurais vendem legumes, frutas e verduras e também tem mercados para se comprar mantimentos. O que não é produzido no município é trazido de outros lugares.

Na Cidade Celestial há “a árvore da vida, que produz doze frutos, dando o seu fruto de mês em mês” ela fica no meio da praça, ou seja, é pública, para todos e também gratuita. Nunca faltará alimento, pois todo mês há novos frutos e também uma variedade que se renova mensalmente.

Esta árvore é a mesma que Adão e Eva não quiseram comer no jardim do Édem, preferindo comer a árvore do Conhecimento do bem e do mal que resulto na morte de todos os seres humanos (Gênesis 3.1-12). Lá no céu poderemos comer desta Árvore da Vida e viver eternamente.

GOVERNO: Apocalipse 22.3

“Nunca mais haverá qualquer maldição. Nela, estará o trono de Deus e do Cordeiro. Os seus servos o servirão,”

A Prefeitura Municipal, Câmara de Vereadores, Fórum, Polícia Civil, Polícia Militar e todas as outras instituições que compõem um município serão na Cidade Santa resumidos a um lugar só que é “o trono de Deus e do Cordeiro” e seu governo será tão perfeito que “nunca mais haverá qualquer maldição”.

LAZER: Apocalipse 22.3

“contemplarão a sua face, e na sua fronte está o nome dele”

Quando alguém se muda para uma nova cidade, logo procura saber quais suas opções de lazer como turismo e lugares para passear com a família. Isso torna a cidade mais agradável.

A Cidade Celestial terá o maior de todos os prazeres que será ver a face de Jesus e ter Jesus na mente de cada pessoa. Por isso as pessoas serão alegres e viverão tranqüilas.

SAÚDE: Apocalipse 21.4 e 22.2c

“E lhes enxugará dos olhos toda lágrima, e a morte já não existirá, já não haverá luto, nem pranto, nem dor, porque as primeiras coisas passaram”

“… e as folhas da árvore são para a cura dos povos”

Um bom hospital, postos de saúde, farmácias, laboratórios e outros estabelecimentos da área da saúde são muito importantes para os moradores de uma cidade. É muito ruim ter que ir a outro lugar para encontrar recurso para a saúde.

Na Cidade Celestial não precisará de nada disso. Lá não terá hospital nem cemitério por que “não haverá luto, nem pranto, nem dor”. E se alguém sentir alguma coisa? Então irá até a árvore da vida que serão para remédio completo, pois “as folhas da árvore são para a cura dos povos”.

Você é um morador da Cidade Celestial!

CONCLUSÃO: Apocalipse 21.27

“Nela, nunca jamais penetrará coisa alguma contaminada, nem o que pratica abominação e mentira, mas somente os inscritos no Livro da Vida do Cordeiro”

Posted in Início By Toque em Cristo On novembro 6, 2015

O Anticristo Será um Muçulmano?

O Anticristo Será um Muçulmano?

Thomas Ice

Joel Richardson e alguns outros autores têm afirmado pela última década que o Anticristo que está por vir será muçulmano. Ele escreveu uma série de livros advogando esta visão. Sua última contribuição é The Islamic Antichrist [O Anticristo Islâmico].[1] Os seus principais argumentos baseiam-se na comparação da escatologia cristã com a islâmica, das quais ele retira uma determinada conclusão. Depois ele vai, em segundo plano, para a Bíblia em um esforço para tratar das passagens que contradizem sua conclusão. Este é um exemplo clássico de exegese de jornal em que um indivíduo vê algo acontecendo no mundo, depois vai à Bíblia e tenta fazer aquilo se encaixar no programa profético das Escrituras. Penso que Richardson e aqueles que concordam com ele estão absolutamente errados sobre esta questão, uma vez que o livro de Daniel afirma claramente que o Anticristo virá de Roma, não de uma nação islâmica.

Exegese de Jornal

Hoje, muitos mestres populares de profecias bíblicas empregam a exegese de jornal em suas análises de eventos atuais em relação às profecias. Richardson é um dos exemplos mais extremos disso em nossos dias. A abordagem adequada que todos os estudantes de profecia bíblica deveriam empregar é primeiramente estudar a Bíblia indutivamente para ver o que ela diz, não levando em consideração nenhum dos acontecimentos correntes. Deve-se primeiro verificar, a partir de uma interpretação adequada das Escrituras, o que é que o Senhor afirma sobre profecias bíblicas futuras. Uma vez que a pessoa verificou o que a Bíblia afirma, então será capaz de montar uma estrutura do plano de Deus para o futuro. Nosso Senhor não nos falou todos os detalhes; todavia, há muita informação que Ele nos forneceu. Portanto, somos capazes de construir um esboço bastante amplo sobre como será o período da Tribulação.

Assim que tiver manuseado adequadamente as Escrituras desta maneira, a pessoa pode, então, olhar os acontecimentos atuais e verificar determinadas tendências que podem estar se desenvolvendo e movimentando na direção que a Bíblia prediz. Por exemplo, a Bíblia tem dezenas de profecias sobre Israel ser uma nação em sua própria terra durante a Tribulação. Já vimos o retorno de milhões de judeus para sua terra natal e o estabelecimento da nação de Israel para acontecimentos que ocorrerão durante a Tribulação. Centenas de anos antes que isto ocorresse, muitos cristãos tomaram conhecimento, através da Bíblia, de que isso aconteceria e escreveram dezenas de livros explicando tal visão. Isto não seria exegese de jornal. Entretanto, Richardson teve a idéia de um Anticristo muçulmano lendo primeiro as notícias dos eventos atuais e passou a especular sobre sua idéia. Esta é uma abordagem errada à profecia bíblica.

A Falsa Visão de Richardson

Richardson acredita que há muitas semelhanças entre a escatologia cristã e a escatologia islâmica. Deve haver mesmo algumas semelhanças, pois muitas das crenças do islamismo se desenvolveram a partir de fontes cristãs e judaicas. Na época em que Maomé viveu, 50% dos habitantes da Arábia eram cristãos. Havia também uma forte presença de judeus na Arábia; sendo que os cristãos e judeus eram praticamente os únicos habitantes alfabetizados. Diz-se que um escriba judeu foi quem fez os principais registros do Corão. Além disso, o Hadith, que é uma coleção de cerca de 400.000 ditados, supostamente expressos por Maomé e escritos durante um período de mais de 200 anos depois de Maomé, contém muitas visões contraditórias sobre o futuro. Portanto, não surpreende que algumas idéias cristãs e judaicas tenham sido tomadas emprestado e trazidas para dentro do islamismo.

Dave Reagan, em uma palestra feita em uma Conferência de Grupos de Estudo Sobre Pré-Tribulacionismo, observou:

De acordo com o cenário do final dos tempos de Richardson, o Mahdi e o Jesus muçulmano (o Falso Profeta) unirão todo o mundo islâmico, reavivando o Império Otomano. Eles conquistarão Israel e estabelecerão o quartel-general de um Califado em Jerusalém. Seu governo chegará ao fim com a batalha de Gogue e Magogue, que está retratada em Ezequiel 38 e 39, e que acontecerá no final da Tribulação, quando o Senhor Jesus Cristo retornar. E, novamente, quando Jesus retornar, o mundo islâmico verá o verdadeiro Jesus como o Daijal, ou o Anticristo islâmico. Um problema evidente com este cenário é que a escatologia islâmica afirma que o Daijal, o Anticristo, virá primeiro, e seu surgimento será o sinal de que o Mahdi está para chegar. O cenário de Richardson coloca o aparecimento do Daijal islâmico no final da Tribulação, em vez de ser no início. Portanto, pergunto: Se alguém entra em cena afirmando ser o Mahdi antes do surgimento do Daijal, por que esse alguém seria aceito pelos muçulmanos?[2]

O Anticristo Será Romano

Na passagem das 70 semanas de Daniel, Gabriel diz a Daniel que o Anticristo virá do mesmo povo que destruiria Jerusalém e o Templo, o que aconteceu no ano 70 d.C. Todos concordam que foram os romanos que realizaram essa destruição. A passagem se refere ao “príncipe que há de vir” (Dn 9.26). “Ele”, no versículo 27, se refere também ao “príncipe que há de vir” e é uma referência ao futuro Anticristo durante a Tribulação. Assim, esta passagem diz claramente que o Anticristo virá do Império Romano reavivado.

Depois de sessenta e duas semanas, será morto o Ungido e já não estará; e o povo de um príncipe que há de vir destruirá a cidade e o santuário, e o seu fim virá num dilúvio, e até ao fim haverá guerra; desolações são determinadas. Ele fará firme aliança com muitos, por uma semana; na metade da semana, fará cessar o sacrifício e a oferta de manjares; sobre a asa das abominações virá o assolador, até que a destruição, que está determinada, se derrame sobre ele” (Dn 9.26-27).

Alto-relevo no Arco de Tito, em Roma: Cena do desfile com os despojos do templo judaico destruído em 70 d.C.

Daniel 7 fala da quarta besta (Dn 7.7), que é Roma. Isto se confirma no livro do Apocalipse, que fala sobre os mesmos impérios e diz:

As sete cabeças são sete montes, nos quais a mulher está sentada. São também sete reis, dos quais caíram cinco, um existe, e o outro ainda não chegou; e, quando chegar, tem de durar pouco. E a besta, que era e não é, também é ele, o oitavo rei, e procede dos sete, e caminha para a destruição” (Ap 17.9-11). Os sete montes não se referem a Roma, pois o versículo seguinte diz tratar-se de sete reis. A quem eles se referem? Trata-se dos sete reis na história que perseguiram o povo judeu. O primeiro é o Egito, que escravizou Israel. O segundo são aos assírios, que levaram o Reino do Norte ao cativeiro. O livro de Daniel fala sobre o terceiro rei, que foi Nabucodonosor [Império Babilônio], que escravizou o Reino do Sul. O número quatro é o Império Medo-Persa, durante o qual ocorreu o que está relatado no livro de Ester e o povo judeu foi libertado. O quinto se refere aos gregos, à sua tentativa de helenizar os judeus e a perseguição que ocorreu no reinado de Antíoco Epifânio. O sexto se refere a Roma e à destruição de Jerusalém e do Templo sob o domínio do governo romano. Este é o império sobre o qual Apocalipse 17.10 diz “um existe”, uma vez que o Apocalipse foi escrito durante o tempo do Império Romano. Assim, o sétimo rei se refere ao Anticristo, que surgirá do Império Romano reavivado no futuro. O sétimo rei se refere ao Anticristo na primeira metade da Tribulação, enquanto que o oitavo é o Anticristo que foi morto no meio da Tribulação, depois é ressuscitado e provavelmente habitado pelo próprio Satanás.

O islamismo só foi fundado no Século VII d.C.; por isso, não pode fazer parte do Império Romano reavivado, especialmente porque Roma jamais fez parte do islamismo. Não há uma maneira pela qual Richardson consiga torcer a história o suficiente para tentar encaixar, mesmo que de modo espremido, suas idéias desviantes a ponto de incluir o islamismo nessa estrutura bíblica do passado ou do futuro. A Bíblia, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, apóia a noção de que o Anticristo virá de alguma reforma do Império Romano. A atual União Européia (UE) também não é o cumprimento dessas profecias. Pode ser que a UE esteja estabelecendo o palco ou preparando o caminho para um futuro cumprimento de alguma forma do Império Romano reavivado.

Conclusão

Há muitas outras razões pelas quais o Anticristo não será um muçulmano, mas deverá ser do Império Romano reavivado. O espaço não me permite examinar tais razões aqui. Richardson também tenta dizer que Gogue, em Ezequiel 38 e 39, é o Anticristo que vem da atual Turquia. Ele também coloca o tempo desse acontecimento na Segunda Vinda. Esta visão é, da mesma forma, impossível porque a profecia diz que Gogue vem do lado do Norte (Ez 38.6). As mais distantes partes que estão ao norte de Israel só podem se referir à Rússia. O Anticristo certamente não virá da Rússia. Quando se estudam as passagens que falam sobre o lugar de onde virá o Anticristo, nos livros de Daniel e do Apocalipse, não há nada que defenda a falsa noção de que ele será islâmico. O islamismo não existia quando a Bíblia foi escrita, portanto, não é mencionado por ela. Parece que não há nada na Bíblia que antecipe especificamente o surgimento do islamismo. Como não há base bíblica para tal visão, então não importa o que alguém possa pensar sobre os acontecimentos atuais ou para onde as tendências parecem pender em relação ao islamismo, essa visão não é absolutamente mencionada na profecia bíblica e, especialmente, a Bíblia não menciona um Anticristo islâmico. Os muçulmanos serão como o restante do mundo incrédulo, que seguirá após o Anticristo romano reavivado, a menos que eles venham a confiar em Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador durante os anos da Tribulação. Maranata! (Thomas Ice – Pre-Trib PerspectivesChamada.com.br)

Notas:

  1. Joel Richardson, (Washington, D.C.: World Net Daily Books, 2015).
  2. Dave Reagan, “An Evaluation of the Muslim Antichrist Theory” (Uma Avaliação da Teoria do Anticristo Muçulmano), http://www.pre-trib.org/data/pdf/Reagan-AnEvaluationoftheMus1.pdf. Este trabalho é uma excelente refutação da visão do Anticristo islâmico que eu recomendo sinceramente, exceto por seus comentários no final a respeito do Salmo 83.

Os Sinais do Fim

JESUSVOLTARÁ

Ouvimos muito sobre a volta de Jesus e o final dos tempos, mas quais são as palavras de Jesus a respeito disso e quais são os sinais destes acontecimentos?

Não sabemos quando será a volta de Jesus nem a grande tribulação ou arrebatamento, mas podemos ter certeza que já temos os sinais do fim que Jesus chamou de ‘princípio das dores’.

Vamos analisar este texto e aprender sobre os sinais do fim do mundo e a volta de Jesus:

Falsos profetas:

O primeiro sinal que Jesus nos adverte é que haveria falsos profetas e falsos cristos.

Alguns exemplos de falsos profetas são:

Aqueles que cobram para fazer orações e ungir com óleo;
Comércio da fé (II Pedro 2.3);
Pregadores que marcam a data da volta de Jesus;
Seitas e falsas religiões;
Guerras:

O segundo sinal do Fim dos tempos são as guerras.
No século XX tivemos duas guerras mundiais.
Nações têm se levantado contra a própria nação (guerras civis) e reinos contra o próprio reino (revoluções).
Terremotos:

Outro sinal do fim é o aumento dos tremores que mostram como a terra está em desequilíbrio apontando para um fim.

Segundo o APOLO 111, aproximadamente 100 tremores de baixa intensidade abaixo de 2.5 graus ocorrem diariamente, mas esse número cresce a cada dia, à medida que novas estações sísmicas são instaladas e também devido à maior sensibilidade dos instrumentos.

Fome

Já temos 7 bilhões de habitantes no planeta e há estudos que comprovam que o mundo terá 9 bilhões de pessoas em 2045 e não tem capacidade para manter com alimentos este número de pessoas2.

Perseguição

Esta profecia nunca foi tão real como está detalhada aqui.

A Igreja já sofreu perseguições e massacres cruéis, mas haverá um tempo em que será uma perseguição institucionalizada. O texto explica que os servos de Deus serão levados diante das autoridades para prestar depoimento de sua fé. É o que está acontecerá com o Projeto de Lei 122 que criminaliza a pregação das igrejas como ato de homofobia.

Avivamento:

Antes de acontecer o fim também acontecerá um grande avivamento na terra. O evangelho será pregado em todas as nações e os crentes, mesmo perseguidos serão cheios do Espírito Santo.

A Bíblia está sendo traduzida para milhares de línguas com rapidez devido aos novos recursos tecnológicos de tradução como, por exemplo, o Google tradutor. Missionários têm sido enviados de todos os países para todo o mundo.

Jesus seria injusto se voltasse sem que algum povo estivesse avisado. Por isso antes do fim haverá um grande avivamento preparando o mundo e a Igreja para a volta de Jesus.

Tribulações nas famílias:

Um grave problema que já vivemos é que as famílias têm sido alvo de muitas tribulações. Lares têm sido destruídos pelos vícios, prostituição e outras maldades. Além disso, grande parte da juventude atual não quer mais constituir família e o homossexualismo tem sido defendido fortemente como um estilo de vida superior ao modelo tradicional de família.

Este processo de desconstrução da Família é também cumprimento das profecias sobre o fim do mundo.

Salvação pela Perseverança:

Depois de apresentar todos os problemas do princípio das dores, Jesus ensina aos crentes como serão vitoriosos. Cada vencedor receberá um galardão como prêmio de suportar tudo. A perseverança é o segredo para suportar todas estas coisas. Os cristãos precisam aprender que perseverar significa vencer obstáculos.

Muitos evangélicos não estão sendo perseverantes, pois por qualquer probleminha saem de suas igrejas e há até pastores que incentivam trocar de igreja. Isso é problema por que um servo de Deus tem que aprender a perseverar ‘até o fim’ e não até ter uma dificuldade.

Posted in Início By Toque em Cristo On outubro 29, 2015