Monthly Archives: dezembro 2014

“FIM DE SEMANA” É UM TERMO IMPRECISO

E direis naquele dia: Dai graças ao Senhor, invocai o seu nome, fazei notório os seus feitos entre os povos, contai quão excelso é o seu nome. Cantai ao Senhor.
Para que em tudo tenha a preeminência
(Isaías 12:4-5; Colossenses 1:18).

“FIM DE SEMANA” É UM TERMO IMPRECISO

Nos calendários impressos hoje em dia, muitas vezes a semana começa na segunda-feira e termina no domingo. A expressão popular “fim de semana” é uma confirmação dessa mudança que passou o domingo de primeiro para o último dia da semana. E é uma mudança mais significativa que parece. A palavra ‘domingo’ deriva do latim “dies dominicus”, que significa “o dia do Senhor”. Nossa época colocou o domingo como o último dia da semana, esquecendo que tal dia pertence ao Senhor e usando-o para entretenimento. O ‘dia de descanso’, o sábado, último dia em que o Senhor Jesus esteve na tumba, terminou um ciclo, enquanto que o domingo, dia da ressurreição, inaugurou o começo do cristianismo. O Senhor ressuscitou no “primeiro dia da semana” (Lucas 24:1). Na noite daquele mesmo dia, o primeiro domingo, os discípulos estavam reunidos (João 20:19), e igualmente se ajuntaram oito dias depois (João 20:26). Também foi em um domingo que os discípulos se reuniram em Trôade “para partir o pão” (Atos 20:7). Apesar de tudo isso, não é apenas o primeiro dia da semana, o domingo, que o cristão consagra ao Seu Senhor. TODOS os dias são dEle, pois Ele é o Senhor “para quem são todas as coisas, e mediante quem tudo existe” (Hebreus 2:10). Todos os dias não são nossos, nem devem ser usados para nosso próprio deleite, mas para a glória de Deus.

PAZ SEJA CONVOSCO

E na mesma hora, levantando-se, tornaram para Jerusalém, e acharam congregados os onze, e os que estavam com eles, Os quais diziam: Ressuscitou verdadeiramente o Senhor, e já apareceu a Simão. E eles lhes contaram o que lhes acontecera no caminho, e como deles fora conhecido no partir do pão. E falando eles destas coisas, o mesmo Jesus se apresentou no meio deles, e disse-lhes: Paz seja convosco
(Lucas 24:33-36).

PAZ SEJA CONVOSCO

Com que sentimento se reuniram os onze discípulos e seus amigos nesse primeiro dia da semana! Dois dias antes, o Mestre e Senhor deles havia sido crucificado. Nessa mesma manhã, umas mulheres contaram que anjos lhes anunciaram: “Não está aqui, mas ressuscitou” (Lucas 24:6). As palavras delas lhes pareceram loucura (v. 11). Contudo, Pedro vira no sepulcro os lençóis nos quais envolveram o corpo de Jesus, e mais tarde o Senhor falara com ele.

Também chegaram outros dois discípulos, maravilhados pelo que tinham acabado de experimentar. Eles também viram o Senhor, que os acompanhou lado a lado. De repente, o próprio Jesus apareceu no meio deles, os saudou e deu provas de que não era nenhum espírito ou fantasma. E mais ainda, lhes abriu a mente para entenderem as Escrituras.

A saudação do Senhor vai muito além do sentido habitual e trivial que tem em nossos dias. Em Israel ainda se usa a palavra “shalom” nos cumprimentos. Para nós, crentes, “Paz!” é a palavra-chave da era da graça na qual vivemos. O que nos dá paz em relação ao passado e presente? É o fato de Jesus ter ressuscitado. E quanto ao futuro, Sua ressurreição nos enche de plena segurança: é o prelúdio da nossa!

É NATAL, JESUS NASCEU!

Exibindo É NATAL, JESUS NAS
CEU!

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6).

Festa, luzes, confraternização, presentes, comidas gostosas, encontros de parentes e amigos, crianças aguardando os presentes; tudo isso vemos no Natal. Porém, nada disso representa o verdadeiro significado do Natal. A verdadeira celebração é o nascimento de Jesus, é Emanuel, Deus conosco!

A história da humanidade mudou com a vinda de Jesus a este mundo. O amor de Deus veio a nós na Pessoa de Seu Filho. Agora, podemos ter uma nova história, um novo destino. Pelo sacrifício de Jesus na cruz, podemos sair da condição de perdidos para salvos. Podemos viver para sempre com o nosso Salvador. Que maravilhoso presente!

O que podemos ofertar a Jesus por Seu tão grande amor? Nossa vida, nosso coração cheio de gratidão e regozijo por ter deixado a Sua glória, e vir a este mundo em forma humana para morrer por nossos pecados. Este é o presente que Ele deseja receber de cada um de nós.

Vamos fazer como os pastores e contar para todos que o Salvador nasceu. O mundo precisa conhecer esta Boa Nova! “E, vendo-o, divulgaram a palavra que acerca do menino lhes fora dita; e todos os que a ouviram se maravilharam do que os pastores lhes diziam” (Lucas 2:17,18).

Um Feliz Natal da família A Voz do Evangelho para todos os nossos ouvintes, todos que têm participado deste ministério. Que o Senhor Jesus esteja presente em suas vidas, não apenas nesta época do ano, mas em todo o tempo!

Equipe da Rádio A Voz do Evangelho

UMA NOTÍCIA DE GRANDE ALEGRIA

Não temais, porque eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo: pois, na cidade de Davi, vos nasceu hoje o Salvador, que é Cristo, o Senhor
(Lucas 2:10-11).

UMA NOTÍCIA DE GRANDE ALEGRIA

“Não temais.” O mundo está cheio de problemas que geram ainda mais medo: medo de acidentes, das pessoas, do dia de amanhã, da morte, etc. Mas aqui o anjo diz: Não temais!

“Novas.” Como os pastores em outro tempo, eu também necessito muito de ouvir boas notícias. Isso revigora a alma!

“Grande alegria.” Não se trata simplesmente de um consolo, nem sequer de um clima de festa que dura apenas um momento, mas de uma alegria duradoura.

“Para todo o povo.” E não é só para mim, mas para todas as pessoas que já nasceram ou nascerão neste planeta. E também pra você, leitor.

“Hoje.” Não é um sonho, nem uma esperança para qualquer dia futuro; é uma realidade aqui e agora!

“Vos nasceu… o Salvador.” Que extraordinária notícia! Existe alguém que me ama, me compreende, me garante que não está tudo perdido, que se aproxima de mim onde eu estiver, em que estado eu estiver, e se propõe a me ajudar, me libertar e me salvar.

Jesus é o Deus vivo, o Salvador de todos os que nEle confiam. Essa é uma mensagem tão difundida que as pessoas parecem não estar mais sensíveis a ela. Pare um pouco e medite nisso: O Deus todo-poderoso… o Criador de tudo o que existe, visível e invisível… por amor… mergulhou por completo em nossa condição humana… para que pudéssemos mergulhar pela fé em Sua própria natureza!

Somente ouvidos e corações endurecidos podem deixar de se maravilhar e de se alegrar em extremo com esta notícia que abalou toda a eternidade!

MOTIVOS DE ALEGRIA NO CÉU

Louvor e majestade há diante dele, força e alegria no seu lugar [na casa de Deus].
Regozijar-me-ei muito no Senhor, a minha alma se alegrará no meu Deus; porque me vestiu de roupas de salvação
(1 Crônicas 16:27; Isaías 61:10).

MOTIVOS DE ALEGRIA NO CÉU

Além do céu visível, na morada do Deus altíssimo, reina uma alegria eterna que nada pode abalar. A Bíblia nos apresenta várias passagens em que esta alegria foi, e será, particularmente experimentada.

Quando Deus fundou o mundo e estabeleceu suas bases, “as estrelas da alva juntas alegremente cantavam, e todos os filhos de Deus jubilavam” (Jó 38:7). Diante de tamanha demonstração de poder e de sabedoria de Deus, os anjos (chamados “filhos de Deus” neste versículo) explodiram de alegria.
Quando um anjo anunciou o nascimento do Senhor Jesus aos pastores que guardavam seus rebanhos na região de Belém, repentinamente, na escuridão da noite, apareceu uma multidão do exercito celestial louvando a Deus e exclamando: “Glória a Deus nas alturas, Paz na terra, boa vontade para com os homens” (Lucas 2:13-14). Descobriram o que o apóstolo Paulo chama de mistério: Deus manifesto na carne. Foi um grande motivo de alegria para a terra e para o céu.

Em Apocalipse 19:7 achamos outra causa de regozijo: “Regozijemo-nos, e alegremo-nos, e demos-lhe glória; porque vindas são as bodas do Cordeiro”. Cristo, o Cordeiro de Deus, terá junto de Si a esposa, a Igreja, a qual adquiriu com Seus sofrimentos (Efésios 5:25).

Mas eis aqui outra razão de alegria que nos surpreende: “Há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende” (Lucas 15:10). Tal é o valor de uma alma para o coração de Deus, que não quer a morte do pecador, mas sim que cada um de nós se converta e viva.

JESUS EXPERIMENTOU A SOLIDÃO

Vigio, sou como o pardal solitário no telhado.
Me deixareis só; mas não estou só, porque o Pai está comigo
(Salmo 102:7; João 16:32).

JESUS EXPERIMENTOU A SOLIDÃO

Ele era “como pardal solitário no telhado”. Assim é ilustrada uma das características da personalidade do Senhor Jesus. Amava os homens e andava entre eles, mas exatamente por causa de Sua perfeição, foi incompreendido e rejeitado. Vários versículos demonstram Sua solidão: “E cada um foi para sua casa. Jesus, porém, foi para o Monte das Oliveiras” (João 7:53 e 8:1). “O Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça” (Lucas 9:58). Seu povo não O reconheceu como o Messias prometido (João 1:10-11). Seus próprios discípulos O compreendiam muito pouco.

Nessa solidão Jesus vivia próximo de Seu Deus e Pai. “E aquele que me enviou está comigo. O Pai não me tem deixado só, porque eu faço sempre o que lhe agrada” (João 8:29). Contudo, por causa de nossos pecados, os quais expiou, teve de ser desamparado por Deus durante as três horas de total escuridão na cruz. Porém Jesus permaneceu perfeito em Seu amor.

Por isso, se tivermos de atravessar a dor e a solidão, pensemos no Senhor Jesus. Ele passou por circunstâncias semelhantes e sabe o que sentimos, porque está vivo e nos ama. Muitos crentes têm experimentado isso. Quando estava na prisão, o apóstolo Paulo escreveu: “Ninguém me assistiu na minha primeira defesa, antes todos me desampararam… Mas o Senhor assistiu-me e fortaleceu-me” (2 Timóteo 4:16-17). Ao confiarmos nEle, passaremos a conhecê-lO como o nosso pai, um Pai que nos ama e jamais nos abandona.