Monthly Archives: maio 2014

MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE 1 REIS

Porque, quem é Deus senão o Senhor? E quem é rochedo senão o nosso Deus?

(Salmo 18:31).

MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE 1 REIS (Leia 1 Reis 20:13-30)

Ben-Hadade não levou o Senhor em consideração. Enquanto se embriagava com seus trinta e dois reis aliados, o plano divino é posto em ação.

É difícil imaginar por qual motivo o Senhor quis ajudar o perverso Acabe, uma vez que este jamais clamou por Ele. Porém, não é Deus novamente falando com aquela voz suave e tranqüila da graça? Ao libertar Acabe e seu povo, deseja mostrar-se que Ele ainda é o Deus de Israel, embora o povo não O busque. Ele mostraria aos sírios que Ele não é Deus nem dos montes nem das planícies, mas o “Deus que fez o mundo e tudo que nele há, sendo Senhor do céu e da terra” (Atos 17:24). Há dois importantes detalhes no versículo 27: antes de ir à batalha, os filhos de Israel estavam “providos de víveres”. Nem pense que podemos enfrentar o inimigo sem primeiro obter nosso alimento diário nas páginas da Palavra. Então o pequeno exército de Israel percebeu sua impotência, sendo tão desprezível aos olhos dos inimigos “como dois pequenos rebanhos de cabras”. Deus sempre age de tal modo que o livramento tem de ser atribuído a Ele para Sua glória. O Seu poder se aperfeiçoa na nossa fraqueza (2 Coríntios 12:9).

UM MUNDO ESTRESSADO

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve

(Mateus 11:28-30).

UM MUNDO ESTRESSADO

Certo historiador escreveu o seguinte: “Com a necessidade moderna de ganhar tempo, de ocupar todos os instantes, de acelerar o ritmo por não poder estender sua duração, perduram a obsessão pela morte e o incurável desejo de imortalidade”.

Muitos hoje crêem que aumentar o ritmo é ganhar tempo e, portanto, vivem sempre atarefados, tensos, agoniados, agitados? Envolvem-se em novas obrigações que os levam mais rápido e mais longe. Viver em um mundo com muita atividade e muita pressão influencia qualquer ser humano. Quantos não estão “cansados e oprimidos”? Mas será que tal agitação não é uma fuga e um esconderijo para o temor da morte?

O crente que conhece as Escrituras possui certezas inabaláveis. Conhecer Jesus Cristo pessoalmente nos torna livres. O Senhor Jesus convida: “Vinde a mim? e encontrareis descanso”. Mesmo em situações difíceis, o Senhor Jesus traz paz à consciência e ao coração, serenidade e descanso de espírito, e uma orientação segura. Em Cristo nossa vida assume sua verdadeira dimensão.

Jesus Cristo “se deu a si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau” (Gálatas 1:4). O cristão está no mundo mas não é parte dele. Assim não tem de se encaixar no molde do mundo, e nem ser guiado pelo o que o mundo dita. Pare um pouco e analise como você está empregando seu tempo e energia. Os versículos de hoje afirmam que o cansaço na alma e a opressão no espírito atormentam os que não crêem no Senhor Jesus e estão longe dEle. Você se encaixa nesta descrição?

EXTRATO DE UMA CARTA

Regozijai-vos sempre no Senhor; outra vez digo, regozijai-vos.

Na tua presença há fartura de alegrias

(Filipenses 4:4; Salmo 16:11).

EXTRATO DE UMA CARTA

O autor da seguinte carta foi detido aos 23 anos de idade em 4 de setembro de 1686 por causa de sua fé. Primeiro foi conduzido às galés (tipo de navio com velas e remos, usados para fins militares, cujos remeiros normalmente eram escravos ou prisioneiros) e depois ao calabouço do castelo de If (em francês Château d’If), em 1700. Dali escreveu a outro crente:

“Marselha, 23 de maio de 1708. Me alegrei muito por causa de seu amor para conosco, por ver que nossos sofrimentos também são seus devido ao vínculo que nos une, por saber que todos os seus amigos são sensíveis às opressões que sofremos e que fazem o possível para que nos sejam mais suportáveis? Sem dúvida você sabe que somos uns 300 nas galés e nos calabouços desta cidade? Me considero mais feliz nestes lugares que nos palácios onde não teria a liberdade de servir o meu Deus. Frequentemente meditamos sobre isso e O louvamos por nos haver chamado para sofrer pela verdade. Conceda-nos sempre o socorro de suas santas orações, a fim de que Deus nos dê a força para prosseguirmos nossa carreira com paciência e que depois de havermos feito a vontade de Deus, tenhamos a recompensa prometida.”

Há mais de 21 anos este homem estava separado de sua família e suportava condições de vida extremamente duras. Como poderia estar feliz? Ele bebia da mesma fonte que o apóstolo Paulo, o qual falou de sua alegria mesmo no cárcere romano.

ISRAEL O Supersinal do Final dos Tempos

Israel, o Supersinal do Final dos Tempos

Quando um repórter de um jornal secular liga e pede razões pelas quais “estudiosos da Bíblia chamam Israel de supersinal do final dos tempos” – você sabe que devemos estar chegando bem perto do prometido retorno de nosso Senhor. Felizmente, eu havia acabado de ler o livro Prophecies for the Era of Muslim Terror [Profecias para a Era do Terror Muçulmano], do rabino Menachem Kohen, no qual ele apresenta uma visão da qual eu nunca havia ouvido falar. Não sendo um cristão evangélico, ele dá as respostas exclusivamente a partir do Antigo Testamento, usando o cumprimento moderno das profecias antigas, as quais, de acordo com Isaías 46.9-11, são a prova inequívoca de que Deus existe. Já dissemos em outras oportunidades que mais da metade das mais de mil profecias do Antigo Testamento já foram cumpridas – independentemente do que dizem os evangelistas do ateísmo. Apenas Deus pode predizer o futuro e fazer com que ele venha a acontecer realmente.

O chamado para o retorno de Israel para a Terra Santa, o lugar exato para onde Deus prometeu trazê-lo nos últimos dias, tem acontecido durante nosso tempo de vida. Ninguém nega que os judeus, depois de estarem espalhados por quase todos os países do mundo, agora formam uma população de quase quinze milhões de pessoas no mundo – o que, em si, já é um milagre. Nenhum outro grupo étnico foi capaz de sobreviver tendo sido arrancado de sua terra natal e permanecido fora dela por mais de trezentos anos ou, no máximo, quinhentos anos, exceto os judeus. Eles foram banidos pelo governo romano depois do levante de Bar Kokhba (cerca de 132-135 anos d.C.), quando tornou-se legal que qualquer um que capturasse um judeu naquela Terra Prometida o matasse imediatamente. É, de fato, um milagre em nossos dias que, depois de 1.700 anos, existam ainda judeus que sobraram para voltar a Israel! Mesmo depois que o nazista louco da Alemanha, possesso de demônio, exterminou 6 milhões de judeus, ainda há uma estimativa de 15 milhões de judeus vivos. Além disso, estima-se que pelo menos um terço deles esteja nos Estados Unidos, outro terço ainda se encontra na Europa ou espalhado em outros 200 países pelo mundo, e o outro terço já migrou para sua Terra Prometida, principalmente durante os últimos 150 anos. Isto é, em si, um milagre inacreditável, mas não é tudo.

É, de fato, um milagre em nossos dias que, depois de 1.700 anos, existam ainda judeus que sobraram para voltar a Israel!

O fato de que tantos ainda existam é apenas parte do milagre! De acordo com o rabino Kohen, isto é apenas parte do milagre sobrenatural. Pois ele aponta que, em proporção direta da migração dos judeus de volta para sua terra, a própria terra tem sido transformada de uma área desértica sem proveito em uma terra que “mana leite e mel”. Na verdade, ela agora é chamada “o cesto de pão” da Europa. Muitos se referem a ela como “Palestina”, um nome que lhe foi dado pelos romanos para insultar os judeus, e que vem da terra dos filisteus, que eram tão imorais e pagãos que tiveram que ser removidos da “Terra Santa”, o que aquele território realmente será um dia. Eu prefiro chamá-la Terra Santa agora!

Como evidência da terra desolada que ela foi durante 18 séculos, o rabino Kohen citou a seguinte descrição, feita pelo famoso escritor americano Mark Twain, durante sua visita à Terra Santa nos anos 1860.

O solo é suficientemente rico, mas é totalmente tomado pelas ervas daninhas. Existe uma desolação aqui que nem mesmo a imaginação pode agraciar com a pompa de vida e ação. (…) Nunca vimos um ser humano em todo o nosso roteiro. Fomos adiante em direção a Jerusalém. Quanto mais prosseguíamos, mais quente ficava o sol e mais rochosa e nua, repulsiva e deprimente, ficava a paisagem. (…) Quase não havia árvores ou arbustos por ali. Mesmo a oliveira e o cacto, aqueles amigos de um solo sem valor, tinham praticamente desertado do país. (…) Jerusalém é sem vida. Eu não desejaria morar lá. É uma terra sem esperança, sombria e desconsolada. (…) A Palestina está assentada sobre saco e cinza. Sobre ela avulta o feitiço de uma maldição que tem feito definhar seus campos e limitado suas energias. (…) A Palestina é desolada e sem encantos. Poderia a maldição da Deidade embelezar uma terra? A Palestina não é mais deste mundo de labuta diária.[1]

A seguir, o rabino Kohen atrai nossa atenção para um fato pouco conhecido que destaca a miraculosa falta de chuva na “Terra Prometida” por causa do julgamento de Deus sobre os judeus devido à sua continuada rebelião contra Ele.

Sabemos que em algumas áreas do mundo a fome ocorre ocasionalmente por causa da escassez das chuvas. Infelizmente, isto acontece, mas na maior parte das vezes, essas ocasiões de fome duram pouco tempo porque os países do mundo são providos de quantidade suficiente de água para manter a vida. Esta condição tem sido verdadeira para todos os países, exceto um. Israel é essa exceção. Este é um país que já foi incrivelmente fértil e que subseqüentemente foi privado das chuvas pela maior parte de 1.800 anos – começando no ano 70 d.C. e continuando até o início do século XX, por quase todos esses 660.000 dias. Virtualmente não houve nenhuma chuva e nenhum alimento durante 1.800 anos – este é um fenômeno totalmente inexplicável e totalmente incrível. Não ter precipitação de chuvas adequadamente por quase dois milênios está além do âmbito das probabilidades estatísticas em qualquer região do mundo – mas em especial onde antes as chuvas haviam produzido uma fertilidade tal que aquela terra era repetidamente descrita como “a terra que mana leite e mel”. Em tempos passados, essa terra fértil ostentava florestas e copiosas colheitas. Até os animais eram semelhantemente afetados. A terra era simplesmente bela em todos os aspectos. Que uma terra assim fértil fosse subitamente privada de água e depois que uma terra assim fértil fosse transformada em um deserto – evoluindo da fertilidade à esterilidade tão rapidamente e tão dramaticamente, parece ilógico. Além disso, esta transformação incomum para uma terra desolada persistiu durante 660.000 dias, algo totalmente sem paralelos nos anais da história mundial.[2]

Uma terra vazia foi transformada na “terra que mana leite e mel”, como acontecia no Antigo Testamento.

Embora a dispersão dos judeus tenha ocorrido por causa de sua rebelião contra Deus ao se recusarem a obedecer ao primeiro mandamento: “Não terás outros deuses diante de mim (Êx 20.3), ela também serviu para livrar a terra, para os judeus, de muitos futuros invasores. Até mesmo muitos dos islâmicos árabes militantes, que, após o século VII surgiram por meio do pagão Maomé, acharam que a terra era inóspita demais para construírem civilizações duradouras naquele lugar.

O que eu acho fascinante neste fato histórico dos 660.000 dias sem chuva, visto que apenas Deus pode enviar e retê-la, é que ela foi retida da Terra Santa por 1808 anos! Mark Twain deve ter chegado para ver o estado lamentável do país justo antes que começasse a chover. Aquele foi praticamente o momento em que os judeus começaram a retornar para sua terra. E, de acordo com meu amigo Joe Farrah, que é proprietário do site jornalísticoWorldNetDaily, não apenas começou a chover na metade dos anos 1.800, mas Israel tem continuado a ser uma terra próspera até o dia de hoje. Uma terra vazia foi transformada na “terra que mana leite e mel”, como acontecia no Antigo Testamento. Além do mais, tem sido descoberto gás suficiente ali para fazer Israel não apenas auto-suficiente em combustível, mas também um exportador desse produto para o qual há tanta demanda, que chega a inflamar o ódio dos árabes contra os judeus. E não seria surpresa ver Israel descobrir petróleo. Posso imaginar o que isso faria para aquecer a situação do Oriente Médio.

Israel é “o supersinal” do “final dos tempos” e este é apenas um dos vários sinais. Estamos chegando muito perto do ressoar dos céus (1Ts 4.13-18), que chamará os seguidores do Senhor de volta para casa! (Tim LaHaye – Pre-Trib Perspectives – http://www.beth-shalom.com.br)

Notas:

  1. Kohen, Rabbi Menachem, Prophecies for the Era of Muslim Terror, Brooklyn: Lambda Publishers, Inc., 2007. p. 26. (Kohen cita aqui The Innocents Abroad or The New Pilgrim’s Progress [Os Inocentes no Exterior ou O Progresso dos Novos Peregrinos], Harper & Row, NY, 1922, p. 216).
  2. Ibid., p. 22.

Tim LaHaye escreveu mais de 40 livros e é co-autor dos best-sellers da série Deixados Para Trás.Ele também é um dos editores da Bíblia de Estudo Profética e um dos fundadores do Pre-Trib Research Center (Centro de Estudos Pré-Tribulacionais).

Porque o que me achar, achará a vida, e alcançará o favor do Senhor

(Provérbios 8:35).

APROVEITAR A VIDA

Ainda posso ouvir as palavras de um vendedor, o qual querendo convencer seu cliente a comprar uma sofisticada máquina fotográfica, disse: “A vida é muito curta para não nos permitirmos, de vez em quando, uma pequena extravagância. Precisamos nos conceder um capricho. Então, aproveite a vida?”.

A vida é curta de fato; esse vendedor tinha razão. É certo também que a cada dia nos aproximamos do final dela. Sentimos a urgência de não esbanjarmos o tempo que nos foi concedido. Temos de aproveitar a vida sim! Mas isso não significa acumular uma infinidade de bens de consumo que trarão alegrias tão efêmeras quanto superficiais. O que é aproveitar a vida afinal?

A única maneira de realmente aproveitar a vida e não desperdiçá-la é usar o tempo que vivemos neste mundo para termos um relacionamento com o Senhor Jesus Cristo. É conhecê-Lo em profundidade. É cumprir a vocação para a qual fomos chamados, ou seja, de amar “o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças” (Deuteronômio 6:5).

Quando comparecermos diante de Deus, o que importa se fomos ricos ou pobres, se nos divertimos ou quantos bens compramos? Que importância terão as coisas deste mundo quando estivermos perante o Altíssimo? Ele será um Juiz para os que recusaram a Sua graça, mas os que aproveitaram a vida para conhecê-Lo verão o Pai face a face.

APOIE-SE EM CRISTO

Mas agora em Cristo Jesus, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de Cristo chegastes perto. Porque ele é a nossa paz

(Efésios 2:13-14).

APOIE-SE EM CRISTO

Certa cristã desejava ter a certeza de sua salvação, mas não conseguia ter paz e descanso. Um dia expôs sua inquietação a outro crente, que lhe disse: “Descanse no Senhor Jesus Cristo”. Mas tais palavras não lhe serviram de nada. Ela continuou tão triste como antes e buscou a ajuda de outra pessoa, que também lhe disse: “Descanse no Senhor Jesus Cristo”. Desta vez ela escutou o conselho e deixou de olhar para si mesma, para sua miséria e para sua fé. Ela se voltou para Jesus Cristo e a obra que realizou na cruz. Então compreendeu que sua salvação e paz estavam ancoradas em um fundamento seguro, inabalável e eterno: o próprio Senhor Jesus Cristo.

Passado algum tempo, ela comentou com o primeiro crente como percebeu tudo isso através de uma palavra que alguém lhe disse: “Descanse no Senhor Jesus Cristo”.

– Mas não foi exatamente o que lhe falei antes? ? perguntou o crente.

– Sim, mas só me detive no “Descanse” e me examinei para ver se tinha bastante fé para isso e tive de admitir que não. No outro caso, pela graça de Deus, entendi algo mais: “No Senhor Jesus Cristo”, e meus pensamentos se desviaram de mim mesma para se fixar nEle. Agora entendo que posso me apoiar em Cristo com toda a segurança.

E isso acontecerá com toda pessoa que deixar de se ocupar consigo mesma para confiar somente na Palavra de Deus.