Monthly Archives: janeiro 2014

O ANTICRISTO

É o anticristo esse mesmo que nega o Pai e o Filho.

E todo o espírito que não confessa que Jesus Cristo veio em carne não é de Deus; mas este é o espírito do anticristo, do qual já ouvistes que há de vir, e eis que já está no mundo

(1 João 2:22 e 4:3).

O ANTICRISTO

Jesus Cristo virá do céu para buscar os que Lhe pertencem. Depois do arrebatamento, um terrível personagem, o anticristo, aparecerá. Como seu nome indica, terá um caráter oposto ao de Cristo. Em contraste com Jesus, “o qual andou fazendo bem” (Atos 10:38), o anticristo se oporá a tudo o que honra a Deus. E se sentará no templo de Deus em Jerusalém e se apresentará como se fosse Deus (2 Tessalonicenses 2:3-4). O coroamento da incredulidade será a negação do Pai e do Filho. Satanás já prepara a aparição desse homem infernal, contaminando o mundo com o espírito do anticristo.

Durante um tempo determinado, ele ocupará o templo de Jerusalém e o mundo inteiro lhe prestará culto. Dominará como chefe político daquele momento, de modo que o mundo estará sob a influência dessa trindade do mal: satanás, o anticristo e o chefe de uma confederação de nações. Esta já se perfila, como uma reconstituição do império romano. Horrendos conflitos explodirão entre os países. Contudo, haverá também um núcleo de fiéis composto por aqueles que se recusarão a se submeter ao poder de Satanás. Todos serão perseguidos e muitos morrerão. Mas “bem-aventurados os mortos que desde agora morrem no Senhor” (Apocalipse 14:13).

Ganhar Almas Sem derramar Lágrimas?

Ganhar Almas Sem Derramar Lágrimas?

É impossível testemunhar e trabalhar por Jesus de coração vazio ou com os olhos secos. Os cristãos precisam aprender o quanto é importante seu quarto de oração, com o chão gasto pelos joelhos e sempre molhado de lágrimas.

Estamos acostumados ao som dos passos dos perdidos…

Quanto antes admitirmos que abrimos mão de nossa responsabilidade pelas almas perdidas, melhor será para a evangelização do mundo. Encaremos de frente o fato de que já estamos acostumados ao som dos passos dos perdidos que estão se encaminhando para suas sepulturas sem conhecerem a Jesus. Não temos mais a força de chorar pelos perdidos – isso deixou de pesar em nossos corações. As massas sem Jesus não estão convencidas de que estão perdidas, simplesmente porque nós mesmos deixamos de ter a profunda convicção do quanto é terrível a sua situação e do quanto é ainda mais terrível seu destino eterno.

O coração de Paulo sempre sangrava com esse fardo tão pesado: “para isso é que eu também me afadigo, esforçando-me o mais possível, segundo a sua eficácia que opera eficientemente em mim. Gostaria, pois, que soubésseis quão grande luta venho mantendo por vós, pelos laodicenses e por quantos não me viram face a face” (Cl 1.29; Cl 2.1).

A palavra que Paulo usa aqui para falar de sua luta pela salvação de outros é a mesma usada para falar de uma corrida ou de uma renhida disputa na arena. Arthur Way traduz essa passagem assim: “Com esse alvo eu me empenho muito e luto firmemente, com a extrema força que o poder de Deus inflama em mim”. Com a palavra “lutar’ o apóstolo Paulo está enfatizando que se trata de uma verdadeira batalha, dura e contínua. Essa luta é pelas almas das pessoas, uma batalha por sua salvação eterna. John Knox sentia esse fardo vindo de Deus quando clamou: “Senhor, dá-me a Escócia ou morrerei”.

Nossas evangelizações ficaram profissionais demais

Temos uma variedade enorme de eventos evangelísticos. Mesmo assim, pouca gente é salva do fogo do juízo. Muitas evangelizações são organizadas, mas as cidades e os povoados continuam tão perdidos como sempre. As evangelizações se profissionalizaram demais, tornaram-se mecânicas demais – e frias demais. Nosso testemunho pessoal é errático, sem forças e sem entusiasmo. As pessoas que queremos ganhar para Cristo não sentem calor no que pregamos ou testemunhamos, não sentem nossa compaixão, não vêem nossas lágrimas. Não vêem qualquer sinal de empenho de nossa parte quando exortamos acerca do seu caminho errado. E assim continuam sem Deus pela estrada da vida.

O Senhor levou suas oração ao Pai com clamor e lágrimas (Hb 5.7). Será que nossas orações e nossas mensagens são secas e estéreis demais? Com certeza é bom quando cantamos e dizemos que choramos pelos perdidos, mas será que choramos de verdade?

Paulo sofria por aqueles que queria ganhar para Jesus. O bispo Moule escreve a respeito: “Paulo mantinha uma luta constante, ousada e corajosa; uma batalha contra tudo e contra todos que se opunham às suas orações”. Era uma luta em oração por aqueles que ele desejava ganhar para Cristo. Essas palavras soam artificiais aos nossos ouvidos? Talvez a sofrida luta de Jesus no Getsêmani seja elevada demais para nós, mas será que podemos experimentar o que significa ser movido pela paixão do Calvário e ter compaixão pelos perdidos?

O preço de ser um ganhador de almas

Quem anseia ter um amor mais profundo pelas almas deve estar preparado para pagar o preço. Qual é esse preço? Que sofrimento é esse? Para Paulo, o que significava trabalhar como ganhador de almas? Ele perdeu prestígio e amigos, perdeu riqueza e conforto, perdeu sua posição e seus familiares. Quanta solidão, quantas lágrimas, quantas feridas e saudades ele sentiu – e tudo apenas para que pessoas perdidas fossem salvas. Ele tinha pelas almas uma paixão que queimava fortemente, e que, apesar de todo o desânimo, jamais se apagou.

Que o Senhor se compadeça de nós quando estamos satisfeitos realizando evangelizações, organizando conferências e pedindo dinheiro às pessoas para sustentar missões ou projetos evangelísticos. Tentamos convencer outros, mas sem entusiasmo, tentamos tocar em corações alheios sem chorar por eles e tentamos ganhar almas sem lutar. É muito importante aprender como se evangeliza. E isso inclui, em primeiro lugar, sentir verdadeira dor pela perdição dos outros.

Você se dispõe a carregar o mesmo fardo que o apóstolo Paulo carregava pelos perdidos? Você encontrará esse fardo no mesmo lugar onde Paulo e tantos outros ganhadores de almas o encontraram: ao pé da cruz.

Quando entendermos de verdade o que significou para Cristo derramar Seu sangue para salvar pecadores do inferno, então será impossível trabalhar sem ardor para Jesus, e será impossível testemunhar de coração frio e com olhos secos.

Quando William Booth fundou o Exército de Salvação nas favelas de Londres, não demorou muito até que algumas pessoas dedicadas se juntassem a ele, pessoas que compartilhavam do seu fardo pelos excluídos.

Quando William Booth fundou o Exército de Salvação nas favelas de Londres, não demorou muito até que algumas pessoas dedicadas se juntassem a ele, pessoas que compartilhavam do seu fardo pelos excluídos. Em breve ele já estava treinando essas pessoas – com a única finalidade de lhes ensinar como ganhar almas para Jesus. Certo dia estava ensinando sobre evangelismo. Aí interrompeu o que estava dizendo e declarou em sua típica maneira dramática:

“Se eu pudesse, mandaria todos vocês passar umas duas semanas no inferno!”

É óbvio o que ele estava querendo dizer. Se esses jovens pudessem passar alguns dias no meio dos lamentos e tormentos dos condenados, eles voltariam cheios de uma paixão inextinguível. Com muito zelo eles teriam alertado a todos e ensinado aos outros como fugir da ira vindoura.

Este artigo foi encontrado entre os papéis de William MacDonald, falecido no final de 2007, mas não há certeza de que ele mesmo o tenha escrito. Achamos que ele merece ser compartilhado com nossos leitores. (Herb Hirt – http://www.chamada.com.br)

VALORES SEGUNDO A ESCALA DIVINA

Quando vejo os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que preparaste; que é o homem mortal para que te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites?

(Salmo 8:3-4).

VALORES SEGUNDO A ESCALA DIVINA

Frente à imensidão do universo nosso globo terrestre é um minúsculo grão de pó. Diante de tamanha amplitude, nos sentimos muito pequenos e insignificantes. Então surge uma pergunta: que importância tem a nossa vida?

No salmo 8 Davi formula uma questão semelhante e logo afirma que Deus se interessa por nós. Sim, toda a Bíblia revela esse fato. Deus se interessa de maneira particular e individualizada por cada ser humano que habita este planeta. Deus não julga segundo nossos critérios, mas utiliza outra escala de valores na qual uma alma humana vale mais que o mundo inteiro, conforme o próprio Senhor Jesus declara (Mateus 16:26).

Temos a tendência de imaginar a Terra como o centro do universo físico, porém a astronomia nos ensina que isso não é verdade. Contudo, moral e espiritualmente a Terra representa muito mais que isso. Ela foi o cenário no qual o maior e mais surpreendente fato aconteceu: Deus se tornou Homem, nasceu, morreu e ressuscitou. Na cruz Ele nos provou o valor que cada pessoa tem, pois ofereceu Seu próprio Filho para nos resgatar. E graças a este sacrifício, Deus acolhe todos os que se aproximam dEle pela fé.

Somos avaliados na escala humana de acordo com o que temos e conseguimos ajuntar. Na escala divina, é o contrário; somos avaliados segundo o que não retivemos. “Porque qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á, mas, qualquer que perder a sua vida por amor de mim e do evangelho, esse a salvará. Pois, que aproveitaria ao homem ganhar todo o mundo e perder a sua alma? Ou, que daria o homem pelo resgate da sua alma?” (Marcos 8:35-37).

A escala divina de valores é inversa à humana: “Porque o que entre os homens é elevado, perante Deus é abominação” (Lucas 16:15).

COM TODO O TEU CORAÇÃO

Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração.

Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento

(Provérbios 4:23; Mateus 22:37).

COM TODO O TEU CORAÇÃO

No sentido bíblico do termo, o homem é identificado inteiramente com seu “coração”, o qual representa a essência mais profunda que nele existe, o centro da sua personalidade, o ponto de convergência de suas motivações, a fonte de suas forças vitais, a sede de sua vida afetiva, atos, sabedoria e toda compreensão e inteligência. Deus não olha nossa aparência, mas o interior de nosso ser, o coração. Conhece o que pensamos, o que amamos e sabe o que nos motiva.

O evangelho nos traz uma boa notícia. Deus quer nos dar um coração completamente novo! Isso é imprescindível, pois desde que o pecado entrou no mundo, o coração humano passou a ser uma fonte contaminada e corrupta. O Senhor Jesus afirmou: “Porque do interior do coração dos homens saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfêmia, a soberba, a loucura. Todos estes males procedem de dentro e contaminam o homem” (Marcos 7:21-23). Como precisamos da purificação divina! E Deus faz tal limpeza em cada pessoa que crê no Senhor Jesus Cristo (Atos 15:9). Ele nos concede Sua própria vida, Seu próprio Espírito Santo, Sua própria essência.

“O Senhor meu Deus iluminará as minhas trevas” (Salmo 18:28). Há alguma esfera secreta, algum pecado oculto que tentamos esconder de Cristo? Aquele que venceu a fonte do mal também nos dá os recursos para triunfar sobre qualquer mal que esteja presente em nosso coração.

LIBERDADE, IGUALDADE, FRATERNIDADE

Não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus

(Romanos 3:22-24).

LIBERDADE, IGUALDADE, FRATERNIDADE

Estas três palavras inscritas em cada moeda de euro cunhada na França resumem as aspirações do povo. Porém, o que de fato existe atualmente desse maravilhoso ideal, herança da Revolução Francesa de 1789? Decepção e nenhuma esperança de atingir o objetivo.

Liberdade. Se o final do século XVIII sacudiu um sistema opressivo para a maioria dos franceses, o início do século XXI encontra muitas pessoas que crêem na ilusão da liberdade, mas que vivem escravizadas pelas paixões mundanas. O ser humano é escravo de suas paixões e nem se dá conta disso. Além das coisas óbvias, como alcoolismo e drogas, a escravidão da incredulidade, da autogratificação, da rebeldia contra Deus têm encarcerado e condenado os homens neste mundo e na eternidade. O Senhor Jesus declarou: “Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres” (João 8:36). Fora do Senhor Jesus, não existe liberdade real.

Igualdade. Isso é utopia completa. E a sociedade é uma prova cabal disso. No entanto, diante de Deus todos somos iguais. Ele afirma que todos somos pecadores, e afirma que ama a todos com o mesmo insondável amor. E também apresenta a todos nós o único meio para sermos salvos: O Senhor Jesus, o Salvador, que morreu na cruz para expiar os pecados dos que crêem nEle.

Fraternidade. Onde ela está? Como é difícil vê-la em ação neste mundo onde o principal é tirar proveito uns dos outros. A Bíblia declara que “o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado” (Romanos 5:5). Quando isso acontece somos capazes de amar os outros como a nós mesmos, porque a fonte desse amor é o próprio Deus, e não nossa pecaminosa compaixão humana.

Tudo foi criado por ele e para ele. E ele é antes de todas as coisas, e todas as coisas subsistem por ele

(Colossenses 1:16-17).

A DIVINDADE DE JESUS CRISTO (3) ? Jesus é chamado Deus pelos apóstolos

Em Romanos 9:5, Paulo declara que Cristo “é sobre todos, Deus bendito eternamente”. Em Tito 2:13 diz: “Aguardando a bem-aventurada esperança e o aparecimento da glória do grande Deus e nosso Salvador Jesus Cristo”. O apóstolo João nos adverte contra os ídolos e em contraste proclama: “E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (1 João 5:20).

Como Deus, o Senhor Jesus dominará sobre tudo

O salmo 8 contrasta a grandeza da criação com a debilidade do primeiro homem; e seguidamente introduz a grandeza do segundo homem, Cristo, sob cujos pés todas as coisas serão submetidas. O versículo de hoje afirma que “tudo foi criado por ele”. Ou seja, sem Sua intervenção, nem a matéria poderia existir, porque a prerrogativa de Deus é criar a partir do nada. Da mesma forma, sem Seu permanente sustento (Hebreus 1:3), o mundo físico onde estamos voltaria rapidamente em um caos.

No Apocalipse, o apóstolo João vê o Senhor como a “raiz de Davi” (5:5), isto é, o que existe antes de Davi, o Único digno de abrir o livro dos juízos divinos que vão recair sobre o mundo. Diante de tal majestade, o conjunto dos crentes entoa um cântico novo, miríades de anjos anunciam as sete características de Sua excelência. Toda a criação proclama Sua glória pelos séculos dos séculos (v. 9-13). Chegará o dia em que todo joelho se dobrará diante dEle (Filipenses 2:10). Que possamos fazer isso desde hoje!