As Obras de Deus:

\\\\\\\"Os céus declaram a glória de Deus\\\\\\\" (Sl 19:1, NVI) Rádio a Voz do Evangelho

Ele nos ouve e nos responde:

Inclina, SENHOR, os teus ouvidos, e ouve-me, porque estou necessitado e aflito. Salmos 86:1

Somente o Senhor Jesus pode nos garantir Vida Eterna!

”E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.”

As moradas de Deus:

Como é agradável o lugar da tua habitação, Senhor dos Exércitos! Salmos 84:1

 

MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE 2 REIS

E fez Joás o que era reto aos olhos do Senhor todos os dias em que o sacerdote Joiada o dirigia
(2 Reis 12:2).

MEDITAÇÕES SOBRE O LIVRO DE 2 REIS (Leia 2 Reis 12:1-16)

A morte de Joiada se tornou um ponto crítico no longo reinado de Joás. O segundo livro de Crônicas nos conta sobre o triste fim da vida desse rei. Mas aqui, até o versículo 16, vemos o período áureo de seu reinado. Uma coisa somente parecia encher o coração do rei: a restauração da casa do Senhor. Após os dias de Salomão, o templo havia entrado em decadência. Mas Joás, tendo crescido com os sacerdotes nas câmaras anexas ao santuário, cultivava um profundo interesse por esse edifício desde sua mais tenra infância. E ao mesmo tempo teve a oportunidade de observar cada violação cometida contra o templo! E vocês, jovens, criados entre as verdades concernentes à Igreja ou Assembleia: ela tem lugar em seu coração? Sem dúvida você também conhece algumas das “brechas” da Igreja: desacordos, falta de compromisso, falta de zelo, mundanismo… Será que não é um belo e desejável serviço se tornar como Joás, um “reparador de brechas” (Isaías 58:12)? Um jovem pode aprender a fazer isso (Efésios 4:2, 3)!

Evangelize Neste Natal!!!!!!!!!!

UMA GRAÇA INCOMPREENSÍVEL

Eis aqui agora o tempo aceitável, eis aqui agora o dia da salvação.
Nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte de seu Filho
(2 Coríntios 6:2; Romanos 5:10).

UMA GRAÇA INCOMPREENSÍVEL

Certo crente chamado Son vivia com sua família em Soon-Chun, Coréia. No ano de 1948, durante um motim na cidade, policiais e políticos foram fuzilados, e igualmente alguns cristãos. Os dois filhos cristãos de Son foram presos. Quando o primogênito estava prestes a ser executado, o mais novo se ofereceu para morrer no lugar do irmão.

– Matem-no também!, ordenou o chefe do motim. Assim morreram ambos.

Logo depois, a ordem foi restabelecida em Soon-Chun e os que haviam participado da rebelião foram perseguidos e presos. Entre eles estava Chaisun, um jovem que cooperou na execução dos filhos do crente. Por esse motivo foi condenado à pena capital.

Ao saber do veredicto, Son enviou sua filha ao oficial responsável com a seguinte mensagem: “Meu pai suplica encarecidamente que não mate nem faça nenhum mal ao jovem que executou meus irmãos. E lhe pede que o senhor permita que ele seja adotado por meu pai”.
O que Son pediu lhe foi concedido. Assim, o assassino Chaisun foi adotado pelo pai de suas vítimas e integrado à família. Para esse criminoso foi um presente inesperado e um perdão extraordinário.

Deus oferece esse mesmo dom a todo ser humano. Nós somos os responsáveis pela morte do Senhor Jesus, o Filho de Deus, pois Ele deu Sua vida na cruz por causa dos nossos pecados. E Deus ainda deseja nos perdoar e nos adotar como filhos Seus. O mais incompreensível é que a maioria dos criminosos, ou seja, a grande maioria das pessoas, recusa-se terminantemente a aceitar tal perdão!

BÍBLIA E FÉ

Estes [sinais], porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome.
Estas coisas vos escrevi a vós, os que credes no nome do Filho de Deus, para que saibais que tendes a vida eterna
(João 20:31; 1 João 5:13).
BÍBLIA E FÉ

A fé não consiste em crer que minha salvação está assegurada por algo de bom que há em mim. Mas em receber a Palavra de Deus e acreditar que ela é verdadeira. Quando minha consciência me acusa de erros que cometi, posso, por meio da fé, confiar em Jesus que salva “perfeitamente os que por ele se chegam a Deus” (Hebreus 7:25). Se nos opusermos, por pouco que seja, à autoridade da Bíblia, nossa fé não terá nenhuma base segura, pois esta se fundamenta unicamente sobre as Escrituras. A fé está estreitamente ligada à Palavra de Deus, assim como os raios estão ligados ao sol que os emite. Por isso Deus declara por meio de Isaías: “Ouvi, e a vossa alma viverá” (55:3). A Bíblia resiste à passagem dos séculos. Embora seus primeiros escritos tenham sido registrados há quatro mil anos, e os últimos, ao final do primeiro século de nossa era, a Palavra de Deus é o livro mais atual que existe. Sua mensagem atravessou o tempo, anunciando eventos presentes e futuros. “A palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada” (1 Pedro 1:25).

O Que Será Que Aconteceu Com a “Ceia” do Domingo?

O Que Será Que Aconteceu Com a “Ceia” do Domingo?

Mark Johnson

O Papel Crucial da Pregação Bíblica

Não tenho certeza sobre como minha mãe dava conta, mas ela fazia dos almoços de domingo uma ocasião especial. Tenho lindas lembranças dos cheiros, sabores e da atmosfera familiar da refeição do meio-dia, depois do culto de domingo pela manhã. Freqüentemente, comíamos carne assada, batatas, legumes frescos e torta feita em casa. Era o ponto máximo da semana para toda a nossa família, e a comida era tão abundante que domingo era o dia em que o “almoço” era chamado de “ceia”.

Nestes dias atuais, de lares com duas fontes de renda, poucas famílias se reúnem para comer uma refeição, quanto mais para compartilhar, em clima de lazer, um almoço feito em casa, depois de terem participado do culto como família. A refeição de domingo é provavelmente uma pizza encomendada por telefone celular, chamada feita do estacionamento da igreja, ou fast-food apanhado no caminho para os jogos de futebol da tarde das crianças. Tempo adequado com a família e nutrição balanceada enfrentam muitos desafios em nossa sociedade cheia de estresse.

Deus inspirou a Bíblia com um propósito: ser o instrumento para o homem de Deus equipar o rebanho para um viver como o de Cristo.

Outro almoço de domingo, ainda mais importante, também está passando por tempos difíceis: alimentar o rebanho de Deus com a Palavra de Deus pelos pastores de Deus. Muitas ovelhas estão mal nutridas e se tornam presa fácil para os lobos em uma cultura pós-cristã e cada vez mais anticristã. Hoje, o rebanho geralmente vive com uma dieta de alimentos que não valem nada, que são uma porcaria, em vez de se alimentar de banquetes nutritivos e bem planejados, que incluem a carne da Palavra de Deus. Por que estamos vivendo neste estado lastimável? Seguem algumas das muitas razões:

1. Muitas pessoas desvalorizaram a Palavra de Deus como não sendo infalível, não tendo autoridade e não sendo relevante.

2. A experimentação sobre “como fazer igreja” enfatiza metodologias estimulantes, mas coloca menos ênfase na pregação ou deixa pouco tempo para o ensino bíblico.

3. Pregações expositivas estão enfrentando tempos difíceis. São consideradas fora de moda para uma cultura pós-moderna que evita o proposicionalismo (a apresentação e a defesa das verdades teológicas por meio de proposições que podem ser provadas verdadeiras) e o absolutismo (a visão de que determinadas coisas estão certas ou erradas).

4. As muitas ocupações e o baixo nível de compromisso da sociedade militam contra os crentes se tornarem consistentemente envolvidos na igreja local e seriamente enfocados nela.

Um pastor não pode controlar as filosofias populares de ministério, quanto mais a influência da cultura secular. Como pastores, precisamos assumir um compromisso novo:“Nos consagraremos à oração e ao ministério da palavra” (At 6.4), e faremos o que for necessário para alimentar o rebanho de Cristo sob nosso cuidado. A menos que um pastor assuma tal compromisso e tenha um planejamento sistemático e implacável de estudar e pregar, suas boas intenções provavelmente cairão vítimas das intensas exigências da vida pastoral ou de suas próprias distrações.

Andrew Telford (1895-1997), um eficiente pregador expositivo mesmo aos 90 anos, escreveu: “As realizações da igreja cristã são as realizações do púlpito. Com a pregação, o cristianismo ou cresce ou cai”.[1] O fundamento bíblico para tal afirmação está explicado em 2 Timóteo 3.16-4.4. Como a Escritura é soprada por Deus, ela é proveitosa e equipa completamente o homem e a mulher de Deus para toda boa obra.

Deus inspirou a Bíblia com um propósito: ser o instrumento para o homem de Deus equipar o rebanho para um viver como o de Cristo. Warren Wiersbe escreveu: “A Palavra é proveitosa para a doutrina – isto é, o que é certo; para a repreensão – isto é, o que não é certo; e para a instrução na justiça – isto é, como permanecer certo”.[2] Baseados no que a Escritura é (soprada por Deus) e no que ela faz (equipa totalmente o povo de Deus), os pastores recebem um dos encargos mais solenes das Escrituras:“Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina. Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas” (2 Tm 4.2-4).

A palavra “pregar” (kerykson, em grego) é o termo usado para o que o pregoeiro público de uma cidade faria: anunciar, proclamar e divulgar. Ele vinha da corte do rei com uma proclamação com autoridade, e era obrigado a torná-la verbalmente conhecida com absoluta clareza e precisão. Essa descrição do trabalho de um pastor enfatiza tanto entender quanto sentir – tanto ver quanto saborear – a mensagem:

“Prega a palavra, insta, quer seja oportuno, quer não, corrige, repreende, exorta com toda a longanimidade e doutrina. Pois haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos; e se recusarão a dar ouvidos à verdade, entregando-se às fábulas” (2 Tm 4.2-4).

Ela não é desinteressada, nem fria, nem neutra. Ela não é uma mera explanação. (…) A pregação é uma exultação expositiva. (…) Ela é singularmente adequada para alimentar tanto o entendimento quanto os sentimentos. (…) Deus ordenou que Sua Palavra venha em uma forma que ensine a mente e alcance o coração.[3]

É por isso que o Rei do universo envia um homem de Deus como pregador e não envia simplesmente um texto escrito ou um filme.

Wiersbe definiu pregação como “a comunicação da verdade de Deus pelo servo de Deus para satisfazer as necessidades do povo de Deus” e citou Phillips Brooks, que descreveu a pregação como “trazer a verdade através da personalidade”.[4]

A pregação canaliza de maneira única a verdade inspirada de Deus através de um homem que está apaixonado por Deus. Piper escreveu:

As pessoas estão morrendo de fome da grandeza de Deus, mas a maioria não daria este diagnóstico sobre suas vidas cheias de problemas. A majestade de Deus é uma cura desconhecida. (…) A visão de um grande Deus é a peça-chave na vida da igreja.[5]

A pregação bíblica tem o objetivo de proporcionar essa visão de que o banquete de domingo precisa ser restaurado ao seu lugar de honra na vida da igreja local. O apóstolo Paulo instou os anciãos da igreja de Éfeso: “Para pastoreardes a Igreja de Deus, a qual ele comprou com seu próprio sangue” (At 20.28).

Olhando, através de um fogo feito com carvão, em uma praia, para Seu discípulo Pedro, que havia professado amá-lO, Jesus o desafiou: “Apascenta os meus cordeiros” (Jo 21.15). Sua ordem reverbera através dos corredores da história até nossos dias, e todos os pastores que professam amá-lO não deveriam fazer menos do que isso. (Israel My Glory)