As Obras de Deus:

\\\\\\\"Os céus declaram a glória de Deus\\\\\\\" (Sl 19:1, NVI) Rádio a Voz do Evangelho

Ele nos ouve e nos responde:

Inclina, SENHOR, os teus ouvidos, e ouve-me, porque estou necessitado e aflito. Salmos 86:1

Somente o Senhor Jesus pode nos garantir Vida Eterna!

”E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.”

As moradas de Deus:

Como é agradável o lugar da tua habitação, Senhor dos Exércitos! Salmos 84:1

 

Ignorância ou Indiferença?

Ignorância ou Indiferença?

Elwood McQuaid

Melhor não seguir esses caminhos

O professor entrou na sala de aula sentindo-se um pouco angustiado por mais um relato deprimente sobre como os americanos não estavam enfrentando como deveriam os fatos da vida econômica, política, social e educacional.

A impressão que ele tinha da situação poderia ser resumida em duas palavras: ignorância e indiferença. Então, ele desafiou seus alunos, perguntando-lhes o que achavam que poderia ser feito para melhorar aquelas condições. Um deles respondeu rapidamente: “Não sei e não quero saber”.

A história, logicamente, é apócrifa. Há mais ou menos uma década ela era contada como piada a americanos que não tolerariam ser acusados de ignorância ou de indiferença. Infelizmente, aquilo foi naquela época; e isto é agora. E, embora eu pudesse citar uma porção de ilustrações, vou me restringir a apenas algumas poucas que terão conseqüências potencialmente devastadoras para todos nós, a menos que sejamos chacoalhados de volta ao mundo real com seus problemas reais.

Em setembro de 2010, um vídeo foi contrabandeado do Paquistão. Ele documentava o apedrejamento público até à morte de uma mulher muçulmana pelos membros do Taliban. O crime dela foi caminhar junto com um homem que, presumivelmente, não era seu marido. Sua morte foi excruciantemente prolongada, uma vez que, um a um, seus executores administravam-lhe a “justiça” sob a lei islâmica (sharia), a qual interpretam como sacrossanta à sua religião. Esta é a mesma mentalidade que justifica o assassinato de cristãos convertidos do islamismo […] e que realiza “assassinatos pela honra” no Ocidente, bem como nos países muçulmanos.

A periódica chacina de cristãos na Nigéria e em outras nações africanas passa quase que despercebida, fazendo-nos imaginar: por que tais atrocidades estão sendo ignoradas?

A periódica chacina de cristãos na Nigéria e em outras nações africanas passa quase que despercebida, fazendo-nos imaginar: por que tais atrocidades estão sendo ignoradas? Para piorar as coisas, a lei dasharia, que defende tal brutalidade, está sendo promovida em países não-muçulmanos como uma alternativa legal aceitável ou como suplementar para imigrantes muçulmanos.

Desventurada ignorância

Parece que a fórmula “a ignorância é legal” está sendo utilizada como um mecanismo de escape conveniente pelas pessoas que desejam evitar os fatos desagradáveis da vida. Na realidade, entretanto, a ignorância nunca é uma solução. Ela apenas adia os tratamentos do problema até que as horríveis conseqüências assumam o comando das coisas e tornem o desastre iminente. Alegar ignorância nunca é uma saída. Se você precisa de uma ilustração prática, tente falar a um policial que ele não deveria multá-lo por dirigir em alta velocidade porque você ignorava o limite de velocidade.

Biblicamente, os avisos são claros e sérios. Abordando a questão daqueles que sofrem e dos que são perseguidos, Provérbios 24 diz:

Livra os que estão sendo levados para a morte e salva os que cambaleiam indo para serem mortos. Se disseres: Não o soubemos, não o perceberá aquele que pesa os corações? Não o saberá aquele que atenta para a tua alma?” (vv.11-12).

Quantas vezes as pessoas precisam ver o óbvio antes que dêem uma tépida resposta que seja? Ignorância calculada e autoimposta parece estar na moda, tanto dentro quanto fora da comunidade cristã.

Indiferença imobilizadora

A apatia inerente à impotência moral e mental autoinduzida tem um lado ainda mais sério: Conhecer os fatos – consentir com a legitimidade da questão – e depois escolher ignorá-los é ainda mais pernicioso. Mesmo assim, testemunhamos essa atitude repetidas vezes em alguns círculos cristãos evangélicos, especialmente na mistificadora recusa de ensinar o conselho completo de Deus como nos foi dado em Sua Palavra. É surpreendente que alguns dos nossos líderes digam, com efeito: “Embora creiamos nos aspectos proféticos da revelação das Escrituras, evitamos ensinar sobre os eventos do fim e buscamos uma abordagem mais adequada e relacionada com a vida”.

Parece que a fórmula “a ignorância é legal” está sendo utilizada como um mecanismo de escape pelas pessoas que desejam evitar os fatos desagradáveis da vida.

Dado o fato de que o mundo está caindo aos pedaços ao nosso redor e que a única fonte confiável da verdade relativamente ao que está acontecendo, onde estamos indo, e à nossa esperança para o futuro está na Palavra de Deus, a indiferença à verdade da profecia é uma ofensa espiritualmente condenável. Não temos o direito de extirpar importantes partes da revelação divina porque preferimos algo mais otimista e mais palatável. Este é um dos erros mais egrégios da Teologia da Substituição: Ela suprime porções indispensáveis das Escrituras ao declarar que Israel está nacionalmente morto, em favor de uma fórmula sobreposta que declara que a Igreja é o Israel espiritual.

Os americanos estão agora se perguntando sobriamente se existe um futuro para [seu] país ou se ele se transformará em algo repressivo e irreconhecível. Sem o mapa da Bíblia para o futuro, existe um vazio. Com a Bíblia, esse vazio é preenchido pelas promessas de Deus que vão se desenrolando visivelmente. Ser indiferente em comunicar tais verdades imutáveis não é uma opção.

O âmago da questão

O que coloca o cristianismo em separado, como uma fé de esperança sem precedentes, pela qual os cristãos, há mais de 2.000 anos, têm estado dispostos a dar a sua vida? E, por que seus inimigos tentam incansavelmente exterminar o povo que não lhes faz nenhum mal? Uma resposta é que a nossa fé é incomparável. Nenhuma quantidade de inveja ou de animosidade pode destruir nem diminuir seu apelo e atração às almas, cujo coração está faminto e cansado do mundo. Além disso, nenhuma ameaça de pena de morte, ou nenhum esquadrão de ataque é necessário para manter os crentes em Jesus dentro do aprisco.

Considere o ministério de Jesus à mulher que foi pega em adultério, relatado em João 8. Os zelosos fariseus e escribas condenaram-na e exigiram que ela fosse apedrejada. Mas Jesus os dispersou, dizendo que, se houvesse um dentre eles que fosse completamente limpo de pecados, este poderia atirar-lhe a primeira pedra.

Mas, ouvindo eles esta resposta e acusados pela própria consciência, foram-se retirando um por um, a começar pelos mais velhos até aos últimos, ficando só Jesus e a mulher no meio onde estava. Erguendo-se Jesus e não vendo a ninguém mais além da mulher, perguntou-lhe: Mulher, onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou? Respondeu ela: Ninguém, Senhor! Então, lhe disse Jesus: Nem eu tampouco te condeno; vai e não peques mais” (vv.9-11).

Não houve naquele dia um círculo de carrascos furiosos apedrejando a pobre mulher até à morte. Diante de Jesus, ela encontrou graça e misericórdia, com uma admoestação para ser pura.

Quando nos lembramos da ressurreição de nosso Senhor, deveríamos também nos recordar que foi Maria Madalena, a mulher que anteriormente estivera possessa de demônios, e que fora liberta de um passado de má reputação, que primeiro se encontrou com o Salvador ressurreto do lado de fora do sepulcro aberto. Sim, existe mesmo uma diferença entre o cristianismo e todas as outras crenças. E não podemos ser ignorantes ou estar indiferentes a essa diferença, porque é uma diferença que transforma vidas.(Elwood McQuaid – Israel My Glory)

Elwood McQuaid é consultor editorial de The Friends of Israel.

Ele conhece o seu coração!

Ele conhece o seu coração!

Ele quem?

Se eu respondesse: “O computador!” você diria que estou ficando louco.  Depois de ler um pouco mais, você verá que talvez eu não seja tão louco assim.

Recentemente li a respeito de uma pesquisa que me deixou impressionado.  Cientistas chegaram à conclusão de que um computador pode saber mais sobre a personalidade de uma pessoa que seus próprios amigos. Bastou ao computador analisar as “curtidas” daquela pessoa.  Analisando apenas 10 “curtidas” o computador foi capaz de prever a personalidade melhor que seus colegas de trabalho.  Analisando 70 “curtidas” o computador conseguiu visualizar o seu caráter melhor que seus amigos eram capazes de fazê-lo; 150 “curtidas” garantiram uma visão melhor que os próprios pais, e 300 “curtidas“ uma visão melhor que o cônjuge.  Só faltou saber quantas “curtidas” seriam necessárias para que o computador soubesse mais que a própria pessoa que foi testada.

Teoricamente é possível que um computador saiba mais sobre minha personalidade que eu mesmo.  Eu posso dizer que minha cor predileta é azul, mas o computador pode chegar a uma conclusão diferente, apenas por observar minhas escolhas de cores ao longo dos anos e minha reação emocional às mesmas.

Será que um dia teremos de ler um relatório sobre nossa personalidade e surpresos desabafar: “Puxa, eu não sabia que era assim!”?  Parece assustador.  Se até agora somente profissionais destacados eram capazes de olhar dentro do nosso íntimo, parece-nos que agora até máquinas são capazes de fazê-lo, talvez até com mais sucesso.

O que a Bíblia diz a este respeito?  “Enganoso é o coração, mais do que todas as coisas, e perverso; quem o poderá conhecer? Eu, o Senhor, esquadrinho a mente, eu provo o coração; e isso para dar a cada um segundo os seus caminhos e segundo o fruto das suas ações” (Jeremias 17:9-10).  “Quem o poderá conhecer?” é uma pergunta retórica, cuja resposta óbvia é: nenhum de nós!

Davi estava ciente de que nem mesmo ele era capaz de vislumbrar os recantos secretos de seu coração.  No Salmo 139:23-24 ele ora: “Sonda-me, ó Deus, e conhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos; vê se há em mim algum caminho perverso, e guia-me pelo caminho eterno.”

Apenas Deus tem uma visão perfeita do nosso caráter, da nossa personalidade.  No entanto, Ele nos deixou Sua Palavra, e ela pode servir como um espelho para vermos quem de fato somos.  “Porque a palavra de Deus é viva e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até a divisão de alma e espírito, e de juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e intenções do coração” (Hebreus 4:12).

Se um computador usa as “curtidas” para nos caracterizar, Deus usa sua Palavra para nos dar uma imagem acurada de quem de fato somos em nosso íntimo.  Cabe a nós aceitar o que Deus quer nos mostrar, e deixar que Ele nos transforme à semelhança de Cristo.

Deus nos abençoe.

“FIM DE SEMANA” É UM TERMO IMPRECISO

E direis naquele dia: Dai graças ao Senhor, invocai o seu nome, fazei notório os seus feitos entre os povos, contai quão excelso é o seu nome. Cantai ao Senhor.
Para que em tudo tenha a preeminência
(Isaías 12:4-5; Colossenses 1:18).

“FIM DE SEMANA” É UM TERMO IMPRECISO

Nos calendários impressos hoje em dia, muitas vezes a semana começa na segunda-feira e termina no domingo. A expressão popular “fim de semana” é uma confirmação dessa mudança que passou o domingo de primeiro para o último dia da semana. E é uma mudança mais significativa que parece. A palavra ‘domingo’ deriva do latim “dies dominicus”, que significa “o dia do Senhor”. Nossa época colocou o domingo como o último dia da semana, esquecendo que tal dia pertence ao Senhor e usando-o para entretenimento. O ‘dia de descanso’, o sábado, último dia em que o Senhor Jesus esteve na tumba, terminou um ciclo, enquanto que o domingo, dia da ressurreição, inaugurou o começo do cristianismo. O Senhor ressuscitou no “primeiro dia da semana” (Lucas 24:1). Na noite daquele mesmo dia, o primeiro domingo, os discípulos estavam reunidos (João 20:19), e igualmente se ajuntaram oito dias depois (João 20:26). Também foi em um domingo que os discípulos se reuniram em Trôade “para partir o pão” (Atos 20:7). Apesar de tudo isso, não é apenas o primeiro dia da semana, o domingo, que o cristão consagra ao Seu Senhor. TODOS os dias são dEle, pois Ele é o Senhor “para quem são todas as coisas, e mediante quem tudo existe” (Hebreus 2:10). Todos os dias não são nossos, nem devem ser usados para nosso próprio deleite, mas para a glória de Deus.

PAZ SEJA CONVOSCO

E na mesma hora, levantando-se, tornaram para Jerusalém, e acharam congregados os onze, e os que estavam com eles, Os quais diziam: Ressuscitou verdadeiramente o Senhor, e já apareceu a Simão. E eles lhes contaram o que lhes acontecera no caminho, e como deles fora conhecido no partir do pão. E falando eles destas coisas, o mesmo Jesus se apresentou no meio deles, e disse-lhes: Paz seja convosco
(Lucas 24:33-36).

PAZ SEJA CONVOSCO

Com que sentimento se reuniram os onze discípulos e seus amigos nesse primeiro dia da semana! Dois dias antes, o Mestre e Senhor deles havia sido crucificado. Nessa mesma manhã, umas mulheres contaram que anjos lhes anunciaram: “Não está aqui, mas ressuscitou” (Lucas 24:6). As palavras delas lhes pareceram loucura (v. 11). Contudo, Pedro vira no sepulcro os lençóis nos quais envolveram o corpo de Jesus, e mais tarde o Senhor falara com ele.

Também chegaram outros dois discípulos, maravilhados pelo que tinham acabado de experimentar. Eles também viram o Senhor, que os acompanhou lado a lado. De repente, o próprio Jesus apareceu no meio deles, os saudou e deu provas de que não era nenhum espírito ou fantasma. E mais ainda, lhes abriu a mente para entenderem as Escrituras.

A saudação do Senhor vai muito além do sentido habitual e trivial que tem em nossos dias. Em Israel ainda se usa a palavra “shalom” nos cumprimentos. Para nós, crentes, “Paz!” é a palavra-chave da era da graça na qual vivemos. O que nos dá paz em relação ao passado e presente? É o fato de Jesus ter ressuscitado. E quanto ao futuro, Sua ressurreição nos enche de plena segurança: é o prelúdio da nossa!

É NATAL, JESUS NASCEU!

Exibindo É NATAL, JESUS NAS
CEU!

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6).

Festa, luzes, confraternização, presentes, comidas gostosas, encontros de parentes e amigos, crianças aguardando os presentes; tudo isso vemos no Natal. Porém, nada disso representa o verdadeiro significado do Natal. A verdadeira celebração é o nascimento de Jesus, é Emanuel, Deus conosco!

A história da humanidade mudou com a vinda de Jesus a este mundo. O amor de Deus veio a nós na Pessoa de Seu Filho. Agora, podemos ter uma nova história, um novo destino. Pelo sacrifício de Jesus na cruz, podemos sair da condição de perdidos para salvos. Podemos viver para sempre com o nosso Salvador. Que maravilhoso presente!

O que podemos ofertar a Jesus por Seu tão grande amor? Nossa vida, nosso coração cheio de gratidão e regozijo por ter deixado a Sua glória, e vir a este mundo em forma humana para morrer por nossos pecados. Este é o presente que Ele deseja receber de cada um de nós.

Vamos fazer como os pastores e contar para todos que o Salvador nasceu. O mundo precisa conhecer esta Boa Nova! “E, vendo-o, divulgaram a palavra que acerca do menino lhes fora dita; e todos os que a ouviram se maravilharam do que os pastores lhes diziam” (Lucas 2:17,18).

Um Feliz Natal da família A Voz do Evangelho para todos os nossos ouvintes, todos que têm participado deste ministério. Que o Senhor Jesus esteja presente em suas vidas, não apenas nesta época do ano, mas em todo o tempo!

Equipe da Rádio A Voz do Evangelho