Ele nos ouve e nos responde:

Inclina, SENHOR, os teus ouvidos, e ouve-me, porque estou necessitado e aflito. Salmos 86:1

Somente o Senhor Jesus pode nos garantir Vida Eterna!

”E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.”

As moradas de Deus:

Como é agradável o lugar da tua habitação, Senhor dos Exércitos! Salmos 84:1

 

O Pecado Destruiu a Imagem de Deus

O Pecado Destruiu a Imagem de Deus

Peter Malgo

Há uma história interessante envolvendo o famoso pintor Pablo Picasso. Depois de muito trabalho ele concluiu uma obra que mostrava de forma impressionante toda a crueldade da guerra. Um oficial do Exército entrou em seu ateliê e quando viu a pintura ficou parado, petrificado. Depois de alguns momentos fez a pergunta completamente supérflua a Picasso: “Você fez isso?” “Não”, respondeu Picasso, mirando o estranho com seu olhar penetrante, e completou: “Não – foi você quem fez isso!” É lógico que o oficial se referia à pintura e Picasso falava dos horrores da guerra.

Será que às vezes as pessoas não são como o oficial? Quando ficam profundamente consternadas com a miséria no mundo, questionam: “Por que Deus permite tudo isso?” “Onde estava Deus?” “Esse é um Deus de amor?” Mas quem se atreveria a contradizer a Deus se Ele respondesse: “Não, não fui eu quem estragou o mundo. Vocês fizeram isso!” Em Gênesis 1.26 lemos acerca da maravilhosa criação de Deus: “Também disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; tenha ele domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todos os répteis que rastejam sobre a terra”. “À nossa imagem e semelhança”. No versículo 27 Deus se põe em ação: “Criou, Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou”. Esses dois primeiros seres humanos, homem e mulher, devem ter sido indescritivelmente belos. Não precisavam de produtos de beleza. E hoje? Não estou me referindo à aparência exterior, falo do interior. O ser humano tenta apresentar-se aos outros da melhor forma possível, mostra uma fachada bonita e faz parecer que tudo está na mais perfeita ordem. Mas será que suportará o exame do olhar divino, que a tudo vê e prescruta os cantos mais escondidos do nosso coração? Será que nossas correções e retoques terão qualquer valor diante da luz de Deus?

O ser humano tenta apresentar-se aos outros da melhor forma possível, mostra uma fachada bonita e faz parecer que tudo está na mais perfeita ordem. Mas será que suportará o exame do olhar divino, que a tudo vê e prescruta os cantos mais escondidos do nosso coração?

A história de Picasso aconteceu realmente e se encontra em muitos registros de sua vida e de sua obra. Ele havia feito da guerra e da destruição o tema de sua pintura. Deus, em Sua genialidade, criou algo incomparavelmente maravilhoso: o homem, uma imagem dEle mesmo e imaculadamente belo! Depois que Deus acabou Sua obra, entrou em cena a serpente, Satanás, o Inimigo. Com astúcia ele conseguiu convencer os homens a desobedecer às ordens claras de Deus. Com isso o homem, coroa da criação, ficou marcado pelas conseqüências do pecado e sua imagem divina ficou irreconhecível. Satanás tentara encobrir essa realidade prometendo: “sereis como Deus” (Gn 3.5). Mas a linda imagem que Deu pintara foi encoberta e desfigurada pelo pincel do pecado.

É interessante ver que muitas vezes Deus fala às pessoas através de imagens e simbolismos. Já no Antigo Testamento podemos encontrar muitas ilustrações proféticas e prefigurações do clímax do Plano de Salvação: a morte de Jesus Cristo, o Cordeiro de Deus, no lugar do pecador. Se seguirmos as indicações e as setas que apontam para a cruz, veremos que Deus nos criou à Sua imagem. Perceberemos que caímos em pecado, mas também veremos que Deus, em Seu grande amor, não desistiu de ninguém. Ainda antes da fundação do mundo Ele planejou uma salvação maravilhosa para cada um de nós – por meio de Jesus Cristo!

O pecado destruiu a imagem de Deus no homem. Mas o alvo expresso de Deus é voltar a transformar o homem em Sua imagem (Rm 8.29). Ele faz isso por meio do Seu Filho:“Se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas” (2 Co 5.7). Somos transformados por Jesus de tal forma que, no final, seremos semelhantes a Ele (1 Jo 3.2).

Infelizmente é possível desfigurarmos a imagem de Deus em nós, por exemplo, através de um pecado de estimação, um erro que não queremos corrigir ou um defeito que negamos a consertar em nós. Assim estaremos nos comportando como Pilatos, que errou tanto em relação a Jesus! Por isso é bom que nos perguntemos hoje, de forma muito concreta: até que ponto Deus já conseguiu gravar Sua imagem em mim? Permitamos que Ele trabalhe em nós! Ele quer usar Seu corretor nas nossa imperfeições, encobrindo manchas e apagando pecados, para que a cada pincelada cheguemos mais perto da imagem que Ele quer ver em nós. (Peter Malgo — Chamada.com.br)

Como Posso Criar Um Criminoso?

Como Posso Criar Um Criminoso?

Norbert Lieth

A Bíblia nos ensina em Provérbios 22.6: “Ensina a criança no caminho que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele.” A chefia de polícia de Houston, Texas (EUA), publicou as seguintes diretrizes irônicas sobre a educação de filhos:

Como posso conduzir meu filho a caminhos errados?

  1. Desde pequeno, dê ao seu filho tudo que ele deseja.
  2. Ache graça quando seu filho disser palavrões, pois assim ele ficará convencido da sua originalidade.
  3. Não lhe dê orientação espiritual. Espere que ele mesmo escolha “sua religião” depois dos 21 anos de idade.
  4. Nunca lhe diga que ele fez algo errado, pois isso poderia deixá-lo com complexo de culpa.
  5. Deixe que seu filho leia o que quiser… A louça deve ser esterilizada, mas o espírito dele pode ser alimentado com lixo.
  6. Arrume pacientemente tudo que ele deixar jogado: livros, sapatos, meias. Coloque tudo em seu lugar. Assim ele se acostumará a transferir a responsabilidade sempre para os outros.
  7. Discuta freqüentemente diante dele, para que mais tarde ele não fique chocado quando a família se desestruturar.
  8. Dê-lhe tudo em comida, bebida e conforto que o coração dele desejar. Leia cada desejo nos seus olhos! Recusas poderiam ter perigosas frustrações por conseqüência.
  9. Defenda-o sempre contra os vizinhos, professores e a polícia; todos têm algo contra seu filho!
  10. Prepare-se para uma vida sem alegrias – pois é exatamente isso que o espera!

Quem “educar” seus filhos dessa maneira, realmente deve esperar anos difíceis, pois a Bíblia diz em Provérbios 29.15b: “…a criança entregue a si mesma vem a envergonhar a sua mãe”. Aquele, entretanto, que seguir a Palavra de Deus na educação, experimentará o que diz Provérbios 29.17: “Corrige o teu filho, e te dará descanso, dará delícias à tua alma.” (Norbert Lieth – http://www.chamada.com.br)

Israel – Uma Crise Nova e Crescente

Israel – Uma Crise Nova e Crescente

Tim LaHaye e Ed Hindson

Embora nós dois sejamos gentios de nascimento e seguidores de Jesus Cristo, há muito tempo temos amado o povo judeu e a nação de Israel. É assim que deveria acontecer com todos os crentes. As Escrituras e a história apresentam pelo menos três importantes motivos para os cristãos cuidarem do povo judeu e de sua terra.

Primeiro, o fundador da nossa fé, Jesus Cristo, era judeu. Foi miraculosamente concebido no útero da judia virgem Maria. Foi criado como filho de um pai judeu chamado José, na cidade judaica de Nazaré. Embora tenha sido traído por Seu próprio povo e entregue às autoridades romanas, Sua morte na cruz levou à Sua ressurreição ao terceiro dia em Jerusalém, a capital de Israel. A Igreja logo teve início nessa mesma capital judaica no Dia de Pentecostes (Atos 2), crescendo rapidamente entre os judeus antes de se expandir em meio aos gentios em todo o mundo.

Segundo, os autores humanos da Bíblia eram quase que exclusivamente do povo judeu. Desde Moisés, autor de Gênesis, até o apóstolo João, autor de Apocalipse, os livros da Bíblia são o resultado de escritores judeus que foram guiados pelo Espírito Santo para produzir as palavras que dirigem nossa fé cristã hoje. Com a possível exceção de Lucas, autor do Evangelho de Lucas e de Atos dos Apóstolos, todos os livros da Bíblia foram escritos por autores judeus. Na verdade, muitos estudiosos creem que Lucas era judeu. Ele foi levado à fé em Cristo pelo apóstolo judeu Paulo.

Terceiro, o povo judeu fundou a Igreja em Jerusalém. Sem a liderança dos apóstolos judeus de Jesus e dos corajosos primeiros seguidores de Cristo, a Igreja que amamos hoje não seria o que é. Esses primeiros judeus cristãos arriscaram suas vidas pelo Evangelho e muitos foram martirizados por causa de sua fé em Cristo.

A história dos Estados Unidos da América também tem sido grandemente influenciada por seu relacionamento com a nação de Israel e com o povo judeu. Muitos dos maiores líderes da América reconheceram a aliança de Deus com Abraão em Gênesis 12.3: “abençoarei os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; em ti serão benditas todas as famílias da terra”. Quando Israel se tornou novamente uma nação, em 1948, os Estados Unidos tiveram um papel importante no apoio ao seu reconhecimento na comunidade internacional. Os esforços dos Estados Unidos da América na Segunda Guerra Mundial também afirmaram seu apoio ao povo judeu, salvando muitas vidas de judeus dos campos de concentração e da ira do nazista alemão Adolf Hitler.

Hoje, os EUA enfrentam uma crise nova e crescente relativamente a seu relacionamento histórico com Israel. A nação judaica está rodeada por vizinhos hostis, que tanto se negam a reconhecer sua existência quanto se propõem a apagar Israel do mapa. Além disso, muitos desses vizinhos estão fomentando uma aliança de nações que se colocam em oposição a Israel e sua soberania. Dentre essas tensões que estão surgindo, as nações ocidentais falam cada vez mais de paz, mas mostram pouca ação de apoio a Israel. Essas “inações” deixam o povo judeu em uma posição vulnerável, que mostra finalmente a proteção de um Deus amoroso que cuida das fronteiras da nação.


A pequenina nação de Israel e seus hostis vizinhos muçulmanos. As nações árabes totalizam mais de 5.000.000 de milhas quadradas de território, enquanto que Israel conta com somente 9.000 milhas quadradas. (Fonte: Randall Price, Fast Facts on the Middle East Conflicts [“Breves Fatos Sobre os Conflitos no Oriente Médio” em tradução livre] (Eugene, OR: Harvest House, 2003), p. 82. Usado mediante permissão.

Israel é o super sinal de Deus para os tempos do fim. Infelizmente, um número crescente de cristãos não interpreta a Bíblia literalmente no que se refere a Israel. Em vez disso, líderes e movimentos cristãos advogam popularmente os errôneos ensinamentos daquilo que é conhecido como Teologia da Substituição. Os proponentes dessa visão creem que a Igreja substituiu Israel no plano de Deus para o futuro. Em vez de olharem para a frente, para as bênçãos futuras de Deus sobre Israel, aqueles que adotam a Teologia da Substituição querem reivindicar as bênçãos de Deus sobre a Igreja. Todavia, aqueles que sustentam essa visão entendem mal os três grupos de pessoas ordenados por Deus os quais a Bíblia menciona no contexto dos tempos do fim. Paulo menciona esses grupos em 1Coríntios 10.32: “Não vos torneis causa de tropeço nem para judeus, nem para gentios, nem tampouco para a igreja de Deus”.

Estes três grupos incluem claramente os gentios, os judeus e os cristãos. E o que dizer sobre os judeus que aceitaram Cristo pela fé? Esses indivíduos são judeus por nascimento e cristãos pela fé. Nosso amigo e colega Dr. Thomas Ice fez a seguinte observação em Charting the End Times [Gráficos Sobre os Tempos do Fim]:

O estudo da profecia bíblica divide-se em três grandes áreas: as nações (gentios), Israel, e a Igreja. Das três áreas, são apresentados mais detalhes relativos aos planos futuros de Deus para Sua nação, Israel, do que para as nações ou para a Igreja. Quando a Igreja entende essas profecias pertencentes a Israel literalmente, como nós fazemos, então vemos que uma grande agenda profética está por vir referente a Israel como povo e nação. Quando a Igreja espiritualiza essas promessas, como tem feito com muita frequência na história, então a singularidade profética de Israel é irrealisticamente incorporada pela e combinada com a Igreja. Mas, se considerarmos as Escrituras criteriosamente, poderemos ver que Deus tem um futuro maravilhoso e abençoado planejado para os judeus individualmente e para o Israel nacional. É por isso que cremos que Israel é o “super sinal” de Deus para os tempos do fim.

As promessas de Deus a Abraão e a Israel são incondicionais e garantidas através de várias alianças subsequentes. Um padrão definido para a história futura de Israel foi profetizado em Deuteronômio antes que os judeus colocassem o pé na Terra Prometida (Deuteronômio 4.28-32). O padrão predito para o programa de Deus para Israel foi: Eles entrariam na terra sob a liderança de Josué, e finalmente se voltariam contra o Senhor e seriam expulsos da terra e espalhados por entre as nações gentílicas. De lá, o Senhor reagrupará o povo judeu durante os últimos dias e eles passarão pela Tribulação. Próximo do final da Tribulação, eles reconhecerão o Messias e serão regenerados. Cristo então retornará à Terra e resgatará Israel das nações que estarão reunidas no Armagedom para exterminar os judeus. Um segundo reajuntamento da nação então ocorrerá em preparação para o reinado milenar com Cristo, em cujo tempo todas as promessas a Israel que não tiverem sido cumpridas se realizarão. Este padrão é apresentado pelos profetas e reforçado no Novo Testamento.

Assim como está fazendo com a Igreja e as nações, Deus está movendo Seu povo escolhido – Israel – ao lugar determinado para o cumprimento futuro de Suas profecias relacionadas com a nação. Ele já trouxe o povo judeu de volta à sua terra da antiguidade (1948) e já lhes deu Jerusalém (1967). Entretanto, a atual situação de Israel é de constante caos e crise, especialmente na cidade velha de Jerusalém. Finalmente, Israel assinará uma aliança com o Anticristo e isso dará início à Tribulação de sete anos.

O reajuntamento de Israel e o caos são sinais específicos de que o programa de Deus para os tempos do fim está à beira de ser lançado a toda velocidade. Adicionalmente, o fato de que todas as três correntes da profecia (as nações, Israel, e a Igreja) estão convergindo pela primeira vez na história constitui um sinal em si mesmo. É por isso que muitos estudantes de profecia creem que estamos próximos dos últimos dias. Se você quiser saber o rumo que a história está tomando, simplesmente mantenha seus olhos naquilo que Deus está fazendo a Israel. [1]

O Evangelho de Jesus Cristo é para todos os grupos étnicos: asiáticos, africanos, europeus, judeus, árabes – nenhum está excluído. Deus não é antiárabe e tampouco nós o somos. Ele ama o povo árabe como ama todos os povos. Duas vezes Ele poderia ter resolvido o chamado conflito árabe-israelense 4.000 anos atrás se deixasse Ismael, o pai dos árabes, morrer no deserto (Gn 16.7-11; 21.17-18). Em vez disso, o próprio Senhor interveio para poupar a vida de Ismael e promete fazer dele uma grande nação, o que, de fato, Ele fez.

O verdadeiro conflito no Oriente Médio é mais religioso do que étnico. Islamismo é uma religião, enquanto que árabe é uma etnia. Nem todos os árabes são muçulmanos. Há muitos árabes que são cristãos, que são política e socialmente mantidos atrás da “Cortina Islâmica”. Eles precisam de nossas constantes orações, ajuda e apoio. Da mesma forma, há muitos muçulmanos que não são árabes. Por exemplo, há turcos, curdos, afegãos, iranianos e indonésios que não são da etnia árabe. Portanto, a verdadeira ameaça a Israel e ao ocidente é o fanatismo religioso.

A mão de bênçãos de Deus tem estado sobre o povo judeu por toda a história – desde o início com Abraão e Sara, durante a fuga da escravidão no Egito sob a liderança de Moisés, e durante inúmeros acontecimentos encontrados tanto na Bíblia quanto por toda a história. Durante séculos, o povo judeu tem estado espalhado por todo o mundo, mas, em décadas recentes, Deus o está reunindo na moderna nação de Israel. Quanto ao futuro, a Bíblia fala de ambos os tempos de julgamento e de bênçãos sobre Israel, culminando em novos céus e nova terra, que incluirão a cidade celestial chamada Nova Jerusalém.

Uma das fontes chave do ódio contra Israel nestes dias são as facções islâmicas extremistas, que estão determinadas a reconquistar qualquer terra que algum dia já tenha pertencido às forças islâmicas. Isto inclui a moderna nação de Israel. Nem todos os muçulmanos são extremistas, mas infelizmente aqueles que são extremistas são inúmeros e são firmemente comprometidos com a destruição e eliminação de Israel. Esses terroristas radicais creem nas mentiras de Satanás que blasfema contra a natureza de Deus e Seus mandamentos para vivermos vidas santas, de acordo com a Bíblia, e oferecem uma eternidade profana e imoral para aqueles que derem sua vida à promoção do avanço da dominação muçulmana por sobre todo o mundo. (Tim LaHaye e Ed Hindson — Chamada.com.br)

Judeus brasileiros mudam-se para Israel em números recorde

Judeus brasileiros mudam-se para Israel em números recorde

Arno Froese – 08/01/2016

A imigração para Israel, ou aliyah, do Brasil mais do que dobrou nos últimos quatro anos, de 191 em 2011 para mais de 400 [em 2015]. O crescimento médio da aliyah para toda a América Latina, no mesmo período foi de apenas 7 por cento. Embora tenha aproximadamente a metade da população judaica da vizinha Argentina, o Brasil enviou mais imigrantes para Israel por dois anos consecutivos. Estima-se que 120.000 judeus vivem no Brasil.

“Eles buscam um futuro melhor”, disse Gladis Berezowsky, 58 anos, que ajuda a administrar Beit Brasil, uma organização não governamental com sede em Israel estabelecida em 2014 para ajudar os brasileiros que pretendem mudar para Israel.

“Nós queríamos dar aos nossos filhos uma melhor qualidade de vida nos campos educacional, social e religioso”, disse Fabio Erlich. “Israel permite que você seja um judeu sem limitações, não só no exterior, mas principalmente no coração. Encontrar um emprego em Israel fez o nosso grande sonho sionista se tornar realidade”. —www.jpost.com, 08 de dezembro de 2015

Brasil, o país que tem tido um sucesso notável em sua reestruturação, agora está tropeçando. Como resultado, os judeus estão deixando o país para ir a Israel.

Quando Moisés se dirigiu ao povo de Israel, revelando a bênção e a maldição, ele conclui, “Então o Senhor teu Deus te fará voltar do teu cativeiro, e se compadecerá de ti, e tornará a ajuntar-te dentre todas as nações entre as quais te espalhou o Senhor teu Deus. Ainda que os teus desterrados estejam na extremidade do céu, desde ali te ajuntará o Senhor teu Deus, e te tomará dali; E o Senhor teu Deus te trará à terra que teus pais possuíram, e a possuirás; e te fará bem, e te multiplicará mais do que a teus pais. E o Senhor teu Deus circuncidará o teu coração, e o coração de tua descendência, para amares ao Senhor teu Deus com todo o coração, e com toda a tua alma, para que vivas.” Deuteronômio 30.3-6 — Arno Froese — Beth-Shalom.com.br

A Moeda Mundial Está Apenas a um Clique de Distância?

A Moeda Mundial Está Apenas a um Clique de Distância?

Christopher J. Katulka

Para muitas pessoas hoje em dia, fazer compras online é a melhor opção. Você não tem que enfrentar o trânsito nas estradas ou esperar em longas filas. Não há corredores lotados e a loja nunca fecha. Você pode ligar o computador, sentar-se, relaxar e fazer compras em seu tempo de lazer.

Atualmente, você pode comprar online qualquer coisa que quiser, inclusive livros, roupas, eletrônicos – até mesmo mantimentos. É, isso mesmo, você pode fazer as suas compras de supermercado online, e o supermercado vai entregá-las diretamente em sua porta dentro de 24 horas.

A tecnologia está mudando a forma como fazemos quase tudo. Ela até mesmo está ousando mudar a moeda que usamos.

A Bíblia indica que, no final dos tempos, o mundo vai usar uma moeda universal. O apóstolo João escreveu que, durante a futura Tribulação de sete anos, o Anticristo:?“A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome. (…) Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis” (Ap 13.16-18).

João deve ter perguntado a si mesmo: “Como é que o Anticristo irá exercer controle internacional e manipular quem compra e vende em uma economia enorme?”. Mas o que parecia incompreensível no tempo de João tornou-se uma realidade hoje. Os avanços tecnológicos tornaram o nosso mundo muito menor e mais conectado com o simples clique de uma tecla de computador.

A “marca” em Apocalipse 13.16-17
Ela pode ser interpretada como um selo, um carimbo ou uma gravação de algum tipo, feita pelo homem. Receber a marca da besta será obrigatório para todos durante a Tribulação. De acordo com o Apocalipse, a marca possui duas funções:

• Identificação:

Ela identifica as pessoas que mostram lealdade à missão e à obra do Anticristo. Aqueles com a marca aceitam o objetivo dele de unificar as nações sob sua administração e de forçar todos a adorá-lo em sua completa arrogância. O versículo 16 não coloca nenhum limite social ou cultural em quem pode receber a marca. É para “os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos”,?em todos os lugares. Ninguém ficará isento do plano do Anticristo.

A marca também comunica a mensagem de completo desligamento de Deus. O Apocalipse diz que aqueles que recebem a marca estão em rebelião contra o Senhor e destinados a enfrentar Sua ira (Ap 14.9; Ap 19.20).

Por outro lado, aqueles que recusarem a marca estarão em perigo de serem martirizados; mas eles permanecerão em fidelidade a Deus, e sua recompensa é grande: a vida eterna (Ap 20.4).

• Controle:

A marca da Besta também funciona como uma maneira para o Anticristo controlar toda a população. A menos que uma pessoa receba a marca, ela será incapaz de comprar ou vender qualquer coisa no mercado global, o que significa que muitos provavelmente aceitarão a marca simplesmente para poderem sobreviver. Gerenciar o que as pessoas compram e vendem em uma escala tão imensa exigiria uma moeda corrente mundial para monitorar todas as transações.

O controle social e financeiro dessa magnitude teria sido inconcebível na Roma do século I. Não obstante, com os desenvolvimentos sociais e financeiros de hoje na tecnologia, a idéia de controle financeiro mundial é desconfortavelmente plausível.

Proposição da ONU
Não muito tempo depois da recessão dos Estados Unidos que se espalhou globalmente em 2008, a Conferência Sobre Comércio e Desenvolvimento da ONU propôs uma moeda mundial gerenciada, um “Global Reserve Bank” (Banco Central Global), para ajudar a sair da dominação do dólar e impedir que uma moeda única afete negativamente a economia global. O relatório de 218 páginas declara que uma moeda controlada internacionalmente ajudaria a estabilizar cada país-membro.[1] A idéia de uma moeda global não está somente nas mentes dos burocratas da ONU, mas também nas mentes daqueles que chegaram ao ponto de não mais confiar no sistema bancário em geral.

Veja o exemplo da “Bitcoin”, uma moeda peer-to-peer* digital criada pelo desenvolvedor cujo pseudônimo é Satoshi Nakamoto. A moeda altamente controversa transcende a todos os países, moedas e mercados. Ela carece de regulamentação e não tem nenhuma necessidade de um banco que atue como mediador.[2]

Quando quer comprar um produto com Bitcoin, você faz uma transação digitalmente secreta, com carimbo da data, com a pessoa ou a empresa com quem você está fazendo negócios. Você e seu computador se tornam o banco. E, como não há banco físico, Bitcoins são salvos em uma carteira digital que fica em seu computador ou armazenada na nuvem digital, o que significa que essa moeda reside em um gigantesco centro de dados em algum lugar no grande desconhecido.

Com Bitcoin, você e seu computador se tornam o banco.
Qualquer um pode ser pago, poupar e investir Bitcoins; tudo o que você precisa é um computador, tablet ou smartphone para se conectar à internet. Como Bitcoin é uma moeda sem dinheiro, você adquire Bitcoins através de uma troca de produtos, serviços ou outras moedas. Isso significa que, se você vender um produto ou prestar serviços, você tem a opção de ser pago em Bitcoins. Você também pode comprar Bitcoins, pagando com a moeda do seu país, através de uma empresa de processamento de Bit­coins, como a BitPay.

Orgulhosamente, este sistema oferece transações anônimas. No entanto, a capacidade de controlar tal moeda digital para supervisionar compras seria simples de se implantar.

Não se trata de uma idéia bizarra
Provavelmente, você está pensando que essa moeda é uma invenção bizarra, vanguardista, clandestina, que não tem base para se manter. Não é assim. Não fique surpreso ao saber que Bitcoin é muito mais desenvolvida do que muita gente pode imaginar.

Para começar, as grandes corporações amam a taxa de serviço de menos de 1% cobrada sobre as transações, comparada às taxas de serviço de 2% ou de 3% que as empresas de cartões de crédito cobram. Além disso, muitas empresas vêem o mundo se movendo na direção de uma sociedade sem dinheiro e querem estar à frente da curva na transição das moedas.

Empresas como a megastore online Overstock.com recentemente começaram a aceitar pagamentos na forma de Bitcoins. Os Sacramento Kings e os Golden State Warriors, times da Associação Nacional de Basquetebol dos EUA, com prazer aceitarão sua moeda digital, e a Tesla Motors, a mais jovem empresa americana de automóveis, alegremente venderá os seus carros elétricos de 100.000 dólares em troca dos seus Bitcoins.

BitPay, uma empresa processadora de Bitcoins com sede em Atlanta, no estado americano da Georgia, se orgulha por ter mais de 15.000 negociantes em 200 países. E pensar que, recentemente, em setembro de 2012, a BitPay tinha meros 1.000 negociantes. A Bit­Pay também afirma ter processado a quantidade espantosa de 100 milhões de dólares em transações de Bitcoins peer-to-peer.

A revista Forbes, uma das principais editoras mundiais de notícias sobre negócios, apregoa: “Bitcoin começou em 2013 a 13 dólares americanos cada moeda, para atingir, em 2014, cerca de 800 dólares, com a fascinação mundial conduzindo a um ganho de 60 vezes”.[3] A taxa extraordinária de crescimento da Bitcoin provavelmente indica que a moeda não está para desaparecer tão cedo.

John Dyer, autor de From the Garden to the City: The Redeeming and Corrupting Power of Technology [Do Jardim à Cidade: O Poder Redentor e Corruptor da Technologia], diz: “Quando a tecnologia tiver nos distraído tanto a ponto de já não a examinarmos mais, ela terá a maior oportunidade para nos escravizar”.[4] Vivemos em uma cultura que mergulha de cabeça na tecnologia, sem jamais avaliar as conseqüências a longo prazo.

E, embora Bitcoin possa ou não ser confiável, ou ser a moeda única do mundo no futuro, ela revela que há uma infraestrutura, um desejo e um mercado para uma moeda sem dinheiro, digital, global. A pergunta é: “Quem a controlará?”. (Christopher J. Katulka — Israel My Glory — Chamada.com.br)

* Peer-to-peer (do inglês par-a-par ou simplesmente ponto-a-ponto, com sigla P2P) é uma arquitetura de redes de computadores onde cada um dos pontos ou nós da rede funciona tanto como cliente quanto como servidor, permitindo compartilhamentos de serviços e dados sem a necessidade de um servidor central. (Wikipédia)