Ele nos ouve e nos responde:

Inclina, SENHOR, os teus ouvidos, e ouve-me, porque estou necessitado e aflito. Salmos 86:1

Somente o Senhor Jesus pode nos garantir Vida Eterna!

”E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.”

As moradas de Deus:

Como é agradável o lugar da tua habitação, Senhor dos Exércitos! Salmos 84:1

 

Deus Não Permitirá Que o Islamismo Vença

Deus Não Permitirá Que o Islamismo Vença

Kit R. Olsen

Levando em consideração os atentados que aconteceram na França, é fácil que qualquer um pense que o islamismo não será derrotado em um momento próximo. A mídia em todo o mundo é muito competente em minimizar tudo o que diz respeito à malignidade do islamismo. E as células islâmicas em estado latente – prontas para impingir o terror – estão plantadas em todo o mundo.

O atual governo dos Estados Unidos ou é mentalmente incompetente e/ou traidor, colocando em perigo a vida de todos os americanos e de outras pessoas ao redor do mundo, por ser indulgente com esse inimigo bárbaro, torturante e impiedoso. A perspectiva do crente deve sempre ser que vivemos nas trincheiras de um campo de batalha espiritual e o mal é manifesto através de pessoas más. Nossa esperança não está nos governos; ela está em nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo.

Anime-se. As Escrituras nos dizem que Deus não permitirá que o islamismo vença sua campanha de terror. Numa perspectiva animadora, é importante mantermos em mente que uma das guerras profetizadas na Bíblia, entre as mais comentadas – a batalha descrita em Ezequiel 38 e 39 – está no horizonte. Sabemos que Israel será o alvo e que aí Deus vai tratar com a dominação islâmica. Na Bíblia, a batalha de Ezequiel 38 e 39 (a Guerra de Gogue e Magogue) tem a descrição mais detalhada entre todas as guerras profetizadas.

Um ponto importante para lembrarmos é o seguinte: em Gênesis 15.16, o Senhor nos diz que a medida da iniquidade dos amorreus ainda não havia se completado; mas, quando ela se encheu, Deus tratou com eles. O mesmo acontece com o islamismo. Deus ainda está permitindo que os muçulmanos causem as devastações e os massacres (por enquanto). Mas, Ele tem planos bastante intensos para o blasfemo islamismo.

Em breve virá o dia em que Deus já não tolerará o fanatismo islâmico e Ele derramará o Seu juízo sobre os seguidores de Alá – na batalha de Ezequiel 38 e 39, quando as hostes das tropas islâmicas marcharão contra Israel, lideradas pela Rússia. O grande milagre no Antigo Testamento é o Êxodo, mas ele empalidecerá em comparação com o que acontecerá como resultados da guerra Gogue-Magogue (veja Jeremias 16.14).

Quando Deus salvar Israel, e Alá estiver sumido durante essa batalha épica, os devotos sobreviventes do islamismo em todo o mundo já não estarão mais dispostos a lutar por amor a Alá. Isto abalará os fanáticos mantras psicopáticos deles até a raiz.

O próprio Senhor intervirá sobrenaturalmente nessa guerra e a maioria dos agressores será aniquilada. Esses guerreiros se voltarão uns contra os outros. Deus vai fazer a terra tremer com um poder fantástico e os invasores desejarão nunca terem tido um pensamento sequer de maldade contra Israel. As Escrituras nos dizem que essa guerra se espalhará.

As “terras do mar”, às quais se refere a Escritura, também experimentarão a ira de Deus por participarem da ofensa contra Israel, o que indica que a população islâmica diminuirá significativamente. As terras do mar são regiões marítimas no Oriente Médio, com densa população muçulmana.

Estas são as pátrias daqueles que darão assistência à Rússia, contra Israel, com suas frotas de guerra e tropas. As “terras do mar” se estendem ao que, na verdade, abrangeria o islamismo global, alcançando o mundo todo, inclusive a Indonésia. Um dos resultados dessa guerra será a remoção de uma porção significativa da dominação islâmica. Deus frustrará a agressão do islamismo.

“[Eu, Deus] Meterei fogo em Magogue e nos que habitam seguros nas terras do mar; e saberão que eu sou o Senhor. Farei conhecido o meu santo nome no meio do meu povo de Israel e nunca mais deixarei profanar o meu santo nome; e as nações saberão que eu sou o Senhor, o Santo em Israel” (Ezequiel 39.6-7).

O islamismo será profundamente marginalizado e a Rússia será destruída. Levará sete anos para que os danos sejam limpos e sete meses para que sejam enterrados os mortos (Ezequiel 39. 9, 12). Ninguém, a não ser o próprio Deus, ajudará a resgatar Israel quando este for atacado. Sem a intervenção divina, Israel não terá chance de sobreviver a essa invasão. Deus preservará Sua nação escolhida. O Senhor não fará isso por amor a Israel, mas por amor ao Seu próprio Nome, para deixar bem claro que Ele está no controle de todas as coisas e que é o Deus Altíssimo, que não poderá mais ser ignorado. De fato, Deus trará essas nações contra Israel, que O rejeitou – para Sua glória.

Este será um importante chamado ao despertamento para o mundo inteiro, principalmente para Israel, mostrando que o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó vive para sempre e é Rei. Todos deverão perceber que, sem Ele, estão condenados. Os seguidores de Alá serão deixados em uma situação difícil, tentando entender como poderão continuar afirmando que Alá é Deus. Alá não poderá ser encontrado em lugar algum quando essas forças, principalmente islâmicas, muito numerosas, marcharem contra Israel.

Por causa dos milagres que causarão grande espanto, milagres esses realizados por Deus durante a batalha de Ezequiel 38 e 39, Israel e os judeus como um todo experimentarão uma imensa ressurgência em sua busca por Deus – pelo Messias. O mundo inteiro terá a oportunidade de ver Deus em ação, como o verdadeiro Protetor de Israel e muitos virão a ser salvos nessa ocasião. […]

Também é muito provável que Meca, a Mesquita al-Aqsa e o Domo da Rocha sejam severamente danificados ou destruídos pelo tremendo terremoto mencionado em Ezequiel 38.19. Não será possível que um governo mundial único, uma igreja mundial única e um sistema econômico mundial único sejam implementados a não ser que a influência do islamismo seja tremendamente reduzida ou removida. Senão, teríamos um governo mundial único, um sistema econômico único e uma igreja única do tipo aiatolá. Os globalistas não seriam capazes de controlar o islamismo, logo os muçulmanos devem ser seriamente marginalizados a fim de que os globalistas possam implementar seus planos para uma ordem mundial.

Para mim fica claro que seria quase impossível que o governo mundial único, o sistema econômico mundial único e a igreja mundial única, conforme profetizados, sejam estabelecidos enquanto o islamismo estiver na frente do domínio mundial. Através do estudo das Escrituras, meu ponto de vista é que uma igreja mundial única, ecumênica e apóstata, é muito mais provável do que uma tomada geral do controle religioso pelo islamismo. É certo que, no momento, parece que o islamismo, por causa de sua enorme população, riquezas e ataques terroristas agressivos, poderia governar o mundo inteiro. Mas, como vemos através das Escrituras, existe um ponto em que Deus já não mais se manterá silencioso, em uma atitude paciente, permitindo que Seu santo Nome seja profanado.

Se a dominação mundial islâmica não fosse removida, então o Anticristo seria muçulmano, a igreja mundial seria muçulmana e o governo mundial único seria um califado. Mas não é isto que está descrito nas Escrituras. Há duas pernas na imagem de Daniel, capítulo 2. As duas pernas representam as duas divisões do Império Romano, o qual foi dividido em duas partes no ano 400 d.C., com a morte de Teodósio: a capital ocidental, em Roma, e a capital oriental, em Constantinopla. A parte ocidental, com sua capital em Roma, caiu e não foi restaurada até o ano 800 d.C., quando o papa coroou Carlos Magno como rei do Sacro Império Romano. Aquele império foi, depois, invadido pelos hunos e aquele tipo de governo chegou até a Alemanha, sob o Kaiser Guilherme.

Bíblia e Ciência

A parte oriental permaneceu intacta até o ano 1453 e depois foi invadida pelos muçulmanos – então temos a opção de considerarmos o Anticristo, o governo mundial e a religião mundial única provenientes daquela divisão oriental (islamismo), ou da divisão ocidental. Eu escolho a divisão ocidental por causa da tipologia. Antíoco Epifânio, um grego-sírio, é apresentado em Daniel como um tipo do Anticristo, e era europeu. O Anticristo virá do Ocidente, do lado europeu e, portanto, não será muçulmano.

Além disso, o Anticristo é visto cavalgando do Ocidente para o Oriente, à medida que estabelece sua capital na antiga Babilônia. E quem cavalga aquela besta hoje é o Vaticano, ou seja, o lado ocidental do antigo Império Romano (a Igreja Católica Romana da perna ocidental). E a igreja mundial não será islâmica porque ela vem de Ninrode, com a adoração do bebê Tamuz nos braços de Semíramis (Babilônia de Ninrode/A Igreja Católica Romana).

Os israelitas adoravam o deus babilônio Tamuz, a quem os cananeus se referiam como Adonai (Meu Senhor). O festival de verão de Tamuz celebrava a morte da natureza, e o reavivamento era celebrado na primavera. Tamuz estava associado à deidade babilônia Ishtar (Astarote, deus que mais tarde foi chamado de Adônis pelos gregos).

Ele também estava associado a Afrodite, a deusa grega que era adorada pelos romanos. Observe a atitude de Deus em relação àqueles que se engajaram na adoração a Tamuz:“Pelo que também eu os tratarei com furor; os meus olhos não pouparão, nem terei piedade. Ainda que me gritem aos ouvidos em alta voz, nem assim os ouvirei” (Ezequiel 8.18). Deus disse que não ouvirá ninguém que participar do culto idólatra a Tamuz.

A situação com a Rússia, a Ucrânia, a Síria e os crescentes ataques terroristas realizados pelos militantes muçulmanos é um passo em direção à guerra profetizada em Ezequiel – quando o islamismo for marginalizado, mudando a dinâmica de todo o mundo em múltiplos níveis, abrindo o caminho para que tomem posse o governo mundial único, a religião mundial única e o sistema econômico mundial único.

Em determinada época, a igreja em Roma foi uma igreja sadia. O apóstolo Paulo escreveu uma de suas maiores cartas àquela igreja e nela ele menciona a fidelidade dos crentes que se reuniam ali. A igreja dos romanos tinha muitos seguidores. Depois, o Império Romano declarou o cristianismo ilegal e aquela igreja foi forçada a se reunir clandestinamente. Era uma igreja verdadeira e fiel e foi muito perseguida pelo governo romano.

Então, Constantino subiu ao poder como mandatário de Roma e se converteu nominalmente ao cristianismo no início do século IV. Até aquela época, o cristianismo era ilegal, mas Constantino declarou que Jesus Cristo era o único e verdadeiro Deus, e o cristianismo se tornou a religião oficial do Império. Ele declarou que os templos pagãos teriam que ser destruídos. Naquela ocasião, os templos em todo o mundo conhecido haviam sido edificados para a “Rainha do Céu”, a deusa-mãe virgem retratada com o menino Tamuz em seus braços.

Então, o cristianismo se tornou a única religião legal do Império. Constantino disse que Tamuz e a Rainha do Céu não poderiam ser adorados. O que os sacerdotes dos templos de Ishtar (Innini) poderiam fazer? Será que eles destruíram seus ídolos e se voltaram para o cristianismo? Não, eles não fizeram isso. Eles removeram os nomes de Ishtar e de Tamuz desses ídolos e, no lugar, gravaram novos nomes: Jesus e Maria!

E a prática da idolatria proibida nas Escrituras – o culto a Maria – continua até hoje na Igreja Católica Romana. As raízes da igreja mundial dos tempos do fim serão uma sobrevivência do antigo misticismo da Babilônia dirigido pelo Falso Profeta, profetizado em Apocalipse 16.13.

A situação com a Rússia, a Ucrânia, a Síria e os crescentes ataques terroristas realizados pelos militantes muçulmanos é um outro passo em direção à guerra profetizada em Ezequiel – quando o islamismo for marginalizado, mudando a dinâmica de todo o mundo em múltiplos níveis, abrindo o caminho para que tomem posse o governo mundial único, a religião mundial única e o sistema econômico mundial único.

Quando acontecerá essa invasão? Ela se dará quando Israel estiver de volta à sua terra, reunido como nação, como é hoje. Essa guerra acontecerá “sobre os montes de Israel” (Ezequiel 38.8). Acontecerá quando o próprio Deus disser que está na hora – quando Ele, em Sua soberania, derrotar os invasores. “Eu [o próprio Deus] porei anzóis nos teus queixos e te levarei (derrotarei) a ti…” (Ezequiel 38.4a).

Que o Senhor tenha misericórdia das vítimas inocentes dos terroristas islâmicos, que são dirigidos de maneira extremamente demoníaca e que espreitam e perseguem suas presas de forma tão impiedosa. O juízo de Deus sobre o islamismo radical não pode acontecer cedo demais… Ele se dará no momento exato estabelecido pelo Senhor. (Kit R. Olsen — raptureready.com — Chamada.com.br)

Adorando o Deus da Tecnologia

Adorando o Deus da Tecnologia

Thomas C. Simcox

“Com a tecnologia, podemos mudar o mundo”. Eu estava sentado em uma sala de exames no Hospital da Universidade da Pennsylvania, em Filadélfia, ouvindo meu oncologista falando sobre “os projéteis mágicos” e os novos medicamentos que, segundo os cientistas acreditam, podem erradicar muitas formas de câncer. “Você provavelmente não vai morrer por causa deste tipo de câncer”, disse-me ele. “Já chegamos tão longe e tão rapidamente que os tratamentos que você fez estão ficando obsoletos”.

Certamente era uma boa notícia para mim. Embora muito feliz com esse prognóstico, não pude deixar de sentir que talvez a visão de mundo do meu médico depositava demasiada fé na ciência.

Atualmente, muitas pessoas crêem que o conhecimento pode salvar o mundo. Elas acham que a ciência e a tecnologia podem vencer a enfermidade, estabilizar a economia, preservar nossos recursos naturais, estocar suprimentos de alimentos e até mesmo abolir os conflitos entre as nações e as facções religiosas. Segundo o que dizem, estamos apenas a umas meras descobertas de distância da resolução de todos os problemas do universo.

De acordo com esta visão de mundo, tudo o que a humanidade precisa para obter a Utopia na Terra pode ser gerado por sábios em tecnologia e cientistas, pessoas com um espírito de “podemos fazer”, que acreditam que, se você é capaz de sonhar, é capaz de realizar. Portanto, quem precisa de Deus?

Em vez de adorarem o Criador, eles adoram o trabalho tecnológico de suas próprias mãos. Essa filosofia pode muito bem se tornar o verdadeiro centro da mensagem a ser pregada durante a futura Tribulação de sete anos.

A besta tecno vem aí

Duas bestas distintas aparecem em Apocalipse 13. João, o apóstolo, escreveu:

Vi emergir do mar uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças e, sobre os chifres, dez diademas e, sobre as cabeças, nomes de blasfêmia. (…) Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão” (v.1,11).

A besta que emergiu do mar é o pseudo-messias, o Anticristo. Seu surgimento do mar provavelmente significa que ele vem do mundo gentílico. O Dr. David Jeremiah, professor de Bíblia, explica: “No imaginário bíblico, o mar significa a massa em geral da humanidade, ou, mais especificamente, as nações gentias”.[1]

A segunda besta é o Falso Profeta. Seu advento, emergindo da terra, contrasta-o com a besta que emerge do mar e pode significar que ele é judeu. J. Hampton Keathley III, estudioso da Bíblia, disse que a terra “pode simbolizar a nação de Israel, que é constantemente relacionada com a terra nas Escrituras”.[2]

O trabalho do Falso Profeta é atrair adoração à primeira besta. O desejo de Satanás é ser Deus (Is 14.12-14). Parece que, no futuro, seu objetivo chegará perto de ser realizado. O Falso Profeta exercerá “toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta” (Ap 13.12).Ele seduzirá “os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta” [o Anticristo] (v.14). Depois, lhe é dado “comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta” (v.15).

Este feito será realizado através de meios únicos, singulares.

Em 1964, Walt Disney desvendou uma maravilha tecnológica na Feira Mundial de Nova Iorque. Era uma representação de Abraão Lincoln que se movia, falava, e, até mesmo, estava sentado e ficou em pé. Disney chamou essa nova forma de animação de Audio-Animatronics. O homem havia encontrado uma maneira de fazer um objeto inanimado se mover, falar e exibir expressões faciais, usando uma forma especial de robótica.

Hoje, na Walt Disney World e na Disneylândia, podemos ver todos os tipos de objetos inanimados, feitos pelo homem, milagrosamente receberem vida através da Audio-Animatronics. Ainda resta-nos ver até onde a tecnologia avançará antes que venha o tempo em que a realista e convincente imagem da besta fará sua entrada no palco dos acontecimentos.

A imagem é reminiscente da estátua gigantesca erigida pelo rei Nabucodonosor, da Babilônia, descrita em Daniel 3. Nabucodonosor deu ordens para que todos se ajoelhassem diante da imagem ou morreriam. Esta efígie futura irá um passo adiante: Parecerá viva. O Falso Profeta iludirá grande parte da humanidade a crer que ele tem poder para criar vida. É um milagre, ou é ciência e tecnologia?

Bíblia e Ciência

666: a Marca da Besta

Esse mestre do engano finalmente obrigará “a todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos [a receberem] certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte” (Ap 13.16). A marca os identificará com o Anticristo. Sem ela, “ninguém[poderá] comprar ou vender” (v. 17). Essa marca da Besta é “o número da besta, pois é número de homem. Ora, esse número é seiscentos e sessenta e seis” (v.18).

Durante décadas, as pessoas têm especulado sobre essa marca perigosa e misteriosa. Ninguém sabe exatamente o que ela é ou como ela será aplicada à carne humana. O Dr. David Jeremiah escreveu:

Os poderes governantes geralmente possuem uma insígnia identificadora – a Alemanha nazista tinha sua cruz suástica; a União Soviética tinha a foice e o martelo. A idéia em si remonta aos tempos da história antiga. Babilônia, a primeira potência gentílica, era simbolizada por um leão com asas de águia (Dn 7.4). (…) Volumes e mais volumes já foram escritos com idéias fantasiosas que tentam identificar essa marca. Alguns a identificaram com cartões de crédito, chips de computadores, códigos de barra, até mesmo com nomes de determinadas pessoas (Adolf Hitler ou Saddam Hussein). Ninguém sabe dizer exatamente que forma a marca da Besta terá, mas o número seis parece ser importante. (…) O número seis é o número do homem. A humanidade foi criada no sexto dia e recebeu a ordem para trabalhar durante seis dias. O número 666 é o número do homem – triplicado. (…) Talvez o número da Besta represente a extrema e final oposição a Deus.[3]

Talvez o número seis também represente o melhor que o homem tem a oferecer – aquilo que ele mais valoriza ou em que mais confia, acima de tudo: sua habilidade para criar novas maravilhas da ciência e tecnologia extraídas das profundezas de sua própria mente.

Parece que, atualmente, muitas pessoas quase que deificam a ciência e a capacidade do homem de fazer os materiais na Terra se adaptarem à vontade humana. Elas crêem que está dentro de seu poder controlar a vida completamente, e, arrogantemente, desafiam a Deus. O Anticristo tipificará esse espírito de arrogância e de rebelião.

Uma espada de dois gumes

Logicamente a ciência e a tecnologia não são inerentemente más. Muitos avanços são bons e úteis. Eu claramente prefiro os “projéteis mágicos” de meus médicos do que todo tipo de quimioterapia que fui forçado a suportar. Mas nem a ciência nem a tecnologia vencerão a enfermidade e a morte, embora estejam tentando vigorosamente. E a mesma tecnologia da qual as pessoas podem depender para se salvar poderia finalmente ser usada para caçá-las e destruí-las.

Por exemplo, a Associated Press relatou que um chip de computador do tamanho de um grão de arroz pode ser implantado em seu braço com informações vitais sobre sua história médica, e isto pode salvar sua vida. “Com a picada de uma seringa, o microchip é inserido debaixo da pele em um procedimento que dura menos de 20 minutos e que não leva pontos. Silenciosa e invisivelmente, o chip escondido possui um código que libera informações específicas sobre o paciente quando um scaner passa sobre ele”.[4]

E aqui está o problema. Esses microchips também dariam à pessoa com o scaner certo acesso a todas as suas informações pessoais. No fim, o chip que salvaria sua vida se torna um dispositivo de rastreamento capaz de monitorar todo e qualquer passo que você der.

A humanidade não consegue curar nem consertar o mundo. Essa tarefa pertence ao Senhor. Ele voltará para este planeta e colocará as coisas de volta no lugar onde elas deveriam estar.

A Bíblia afirma que, sem a marca da besta, ninguém poderá comprar ou vender. Presume-se que, da mesma forma, ninguém poderá receber cuidados de saúde. Falta apenas um pequeno passo entre rastrear a saúde da pessoa e rastrear seus movimentos e, subseqüentemente, rastrear todos os aspectos de sua vida pessoal.

Parece que a marca está ligada ao futuro da economia mundial. Hoje, os bancos podem rastrear as pessoas através do uso dos cartões de crédito e débito. Podemos ser rastreados a partir de nossos cada vez mais sofisticados telefones celulares e até mesmo através dos convenientes coletores eletrônicos de pedágio em nossos carros. Aqueles que recusarem a marca acharão a vida horrivelmente difícil.

Infelizmente, todo o mundo seguirá a Besta: “e adoraram o dragão [Satanás] porque deu a sua autoridade à besta” (Ap 13.3-4). E o governo buscará matar a qualquer um que adore o verdadeiro Deus vivo.

Em nossos dias, o mundo confia mais e mais em sua habilidade de resolver problemas, de corrigir todos os erros e de criar uma sociedade perfeita, saudável, utópica. Muitos adoram os deuses tecnológicos e zombam do Deus que se assenta nos céus.

Embora a ciência possa ajudar as pessoas a viver mais e proporcionar-lhes mais dispositivos, implementos, medicamentos e amenidades, ela nunca será capaz de apagar os efeitos do pecado. As pessoas ainda ficarão doentes, morrerão, roubarão e assassinarão umas às outras. Nem a ciência nem a tecnologia podem produzir a vida eterna. Esse domínio pertence exclusivamente a Deus.

Na verdade, muitos de nossos avanços vêm com suas conseqüências. Inventamos maneiras de preservar os alimentos, mas, para tanto, freqüentemente são usados elementos químicos maléficos. Inventamos o ar condicionado, mas ele supostamente destrói o ozônio. Inventamos os carros, mas eles aparentemente envenenam o ar. A humanidade não consegue curar nem consertar o mundo. Essa tarefa pertence ao Senhor. Ele voltará para este planeta e colocará as coisas de volta no lugar onde elas deveriam estar:

Porque de Sião sairá a lei, e a palavra do Senhor, de Jerusalém. Ele julgará entre os povos e corrigirá muitas nações; estas converterão as suas espadas em relhas de arados e suas lanças, em podadeiras; uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra” (Is 2.3-4).

Nesse dia, as pessoas já não adorarão a obra de suas mãos: “Todos os que restarem de todas as nações que vieram contra Jerusalém subirão de ano em ano para adorar o Rei, o Senhor dos Exércitos, e para celebrar a Festa dos Tabernáculos” (Zc 14.16).

Eles adorarão o Deus de Israel, o Messias, que os salvou! (Thomas C. Simcox — Israel My Glory — Chamada.com.br)

O Vaso e Seu Oleiro

O Vaso e Seu Oleiro

Reinhold Federolf

Saulo, mais tarde conhecido como Paulo, encontrava-se orando quando foi chamado pelo Deus eterno (At 9.11). O Senhor viu esse homem em oração, um homem piedoso e temente a Deus, um descendente de Abraão que certamente já orara muitas vezes durante sua vida (veja Fp 3.5-6). A oração era uma das características dos fariseus; alguns deles, porém, oravam apenas para serem vistos pelos homens (Mt 6.5). Paulo também era fariseu. Mas agora, pela primeira vez na vida, ele dirigia suas orações a Jesus Cristo. Deus reagiu imediatamente aos pedidos feitos em Nome de Jesus, ajudando Paulo na situação de aflição em que se encontrava e chamando-o para o ministério. A característica infalível que identificava e continua identificando alguém como cristão é orar em nome de Jesus (At 9.22). Essa constatação torna supérfluas todas as discussões acerca da divindade de Jesus: Seus primeiros seguidores eram reconhecidos por orarem a Jesus Cristo! O judeu chamado Jesus Cristo é Deus. Orar a Jesus é orar a Deus. E no momento em que Saulo voltou-se sinceramente para Jesus, clamando e chamando-o de Senhor, teve início em sua vida um processo que poderíamos ilustrar com o que acontece com o barro na roda do oleiro. O próprio Senhor chamou Paulo de“vaso escolhido” (At 9.15). Com sua oração a Jesus, Paulo abriu seu coração para a ação divina em sua vida pessoal, recebendo em troca um ministério a ser exercido para seu Senhor. Tornou-se um “instrumento escolhido”, como dizem outras traduções. E o Senhor começou a trabalhar em Paulo como trabalha em cada um de nós quando nos abrimos para Ele. Como Saulo, nós também somos vasos escolhidos por nosso Senhor Jesus Cristo (veja Tt 1.1; 2Co 4.7).

Sete características do vaso

Um vaso de barro tem sete elementos que o caracterizam:

  1. o material de que é feito;
  2. uma abertura para enchê-lo;
  3. o conteúdo para o qual foi fabricado;
  4. uma alça ou cabo para segurá-lo;
  5. seu fundo, sua superfície de contato;
  6. eventuais enfeites em seu exterior;
  7. a etiqueta ou selo do oleiro.

1. O material do vaso

O vaso é feito de barro, que deve ser mole e maleável. “Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós” (2Co 4.7). Essa é uma declaração importante: o tesouro está em vasos de barro. Os recipientes são frágeis. Precisamos ter isso em mente. Vasos de barro, de argila, de terra, somos nós, homens feitos do pó da terra. E vasos de barro significam conflitos, lutas, fraquezas e limitações humanas. Percebemos muito nitidamente essa realidade quando precisamos trabalhar em equipe ou quando nos reunimos em igrejas locais. A convivência expõe toda a nossa fragilidade. Não existem cristãos super-homens ou super-mulheres. Não existe uma experiência com o Espírito Santo que nos transforme em super-cristãos de um momento para o outro (basta ler o sóbrio conselho de Colossenses 3.13). As múltiplas exortações e as repetidas admoestações nas cartas do Novo Testamento nos mostram que, enquanto vivermos nesta terra, estaremos na roda do oleiro divino sendo moldados e transformados por Ele (2Co 3.18). Um oleiro trabalha peça por peça. Faz cada vaso individualmente. Um diferente do outro. Um vaso não é tijolo fabricado em série. Tijolos são prensados na mesma forma, todos com a mesma aparência. É o que todas as seitas almejam e o que os ditadores mais querem: fazer todos iguais, sem individualidade e sem personalidade. Mas nós somos bem diferentes, temos dons diferentes e capacidades distintas. Somos todos peças originais criadas por nosso Oleiro divino. Nosso Deus é muito criativo!

2. A abertura do vaso

Quando Saulo começou a orar, estava sinalizando sua receptividade e sua fome espiritual, como um filhote de passarinho abrindo o bico e pedindo comida.

Quando Saulo começou a orar, estava sinalizando sua receptividade e sua fome espiritual, como um filhote de passarinho abrindo o bico e pedindo comida. O Salmo 81.10 nos lembra dessa imagem: “Abre bem a boca, e a encherei”. O homem é como um recipiente a ser preenchido. Paulo enfatizou aos coríntios de coração estreito: “Para vós outros, ó coríntios, abrem-se os nossos lábios, e alarga-se o nosso coração. Não tendes limites em nós; mas estais limitados em vossos próprios afetos” (2Co 6.11-12). Paulo tornou-se um homem que tinha um imenso coração para com os outros, um cristão de coração alargado e dilatado em seu afeto por seus irmãos e irmãs em Cristo. Na medida em que nos abrimos para Deus, tornamo-nos bênção para outros. Jesus disse: “Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva” (Jo 7.38). Como vasos de Deus devemos estar abertos para receber e abertos para dar.

3. O conteúdo

A responsabilidade é nossa: permitir ou impedir que o Senhor nos encha. Deus não força ninguém. Em relação ao vaso, o que importa é seu conteúdo. O que está em seu interior é sua única razão de ser. E a exortação de Colossenses 3.16 mostra que o processo não é automático, pois a Escritura ordena: “Habite, ricamente, em vós, a palavra de Cristo”. Nós somos responsáveis por aquilo que habita em nós e pelo que nos preenche (veja Ef 5.18).

4. A alça

Tomar chá em uma delicada xícara de porcelana chinesa é uma legítima acrobacia. A alcinha minúscula da xícara torna quase impossível segurá-la, e apesar de nosso esforço, ela balança entre nossos dedos. Por isso, as canecas grandes são as preferidas para o café de cada dia. Xícaras generosas, com uma boa alça. A facilidade em usar um recipiente torna-o mais usado ou menos usado por seu proprietário. Esse é um pré-requisito importante para que a vasilha seja usada conforme o planejado. Eis uma ilustração que podemos aplicar a nós.

Na vida de Paulo podemos acompanhar sua transformação radical. De furioso e fanático perseguidor de crentes tornou-se um homem bondoso e amável. Essa mudança foi tão profunda e completa que ele nem se envergonhava de usar a imagem de uma mãe amamentando seu filho para ilustrar todo o seu carinho e seu imenso amor pela igreja de Tessalônica (1Ts 2.7-8). Em Gálatas 4.19 ele menciona as dores e os sofrimentos de um parto para falar do sofrimento que acompanha o renascer espiritual de alguém a quem pregamos o Evangelho. A sua despedida de Éfeso evidencia o que ele havia semeado através de seu empenho altruísta e de seu trabalho intensivo entre os membros dessa igreja: amor e carinho mútuos: “Então, houve grande pranto entre todos, e, abraçando afetuosamente a Paulo, o beijavam, entristecidos especialmente pela palavra que ele dissera: que não mais veriam o seu rosto. E acompanharam-no até o navio” (At 20.37-38, veja também o versículo 31). Expressões como grande pranto e o beijavam sublinham a grata afeição que esses cristãos tinham por Paulo e o quanto valorizavam seu trabalho. Eles o amavam de todo o seu coração. Os efésios haviam encontrado o caminho a Deus através dos ensinos do mensageiro Paulo, que cuidou deles por alguns anos. Juntos eles superaram crises, foram edificados espiritualmente e amadureceram na sua fé em Cristo. Paulo frisou que trabalhou pessoalmente com cada um deles. Isso não aconteceu na corrida ou de forma anônima na multidão de uma mega-igreja. E Paulo não se empenhou pelos mais simpáticos ou mais fáceis de lidar. Todos foram aceitos na igreja como preciosos filhos de Deus, cuidados e pastoreados com carinho e dedicação. Tudo isso fazia de Paulo um homem vulnerável às frustrações e à dor que os relacionamentos humanos costumam trazer consigo. Ele permitia ser tocado pelos outros. Ele permitia ser usado pelo seu Oleiro.

Hoje em dia temos todos a forte tendência de formar grupinhos. Sentimo-nos confortáveis com aqueles que são como nós, que nos agradam e concordam conosco. Para alguns oferecemos a “alça” onde podem nos tocar. Para outros somos legítimos espinheiros, como vemos no exemplo de Diótrefes (3Jo 10). Fica a pergunta: somos fáceis de lidar ou pessoas difíceis? Somos complicados ou abertos aos irmãos? Nossa influência é positiva ou negativa? Somos vasos de bênçãos ou cactus espinhentos?

Lemos acerca de Moisés: “Era o varão Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra” (Nm 12.3). Como Moisés conseguia ser tão manso sem a ajuda da Psicologia ou da Psicoterapia? Em Hebreus 11.24-26 descobrimos Moisés na galeria dos heróis da fé: “Pela fé, Moisés, quando já homem feito, recusou ser chamado filho da filha de Faraó, preferindo ser maltratado junto com o povo de Deus a usufruir prazeres transitórios do pecado; porquanto considerou o opróbrio de Cristo por maiores riquezas do que os tesouros do Egito, porque contemplava o galardão”. Moisés tinha de tomar decisões. Uma delas era escolher entre confiar em si mesmo ou confiar exclusivamente em Deus. Ele optou por ser usado por Deus. E foi transformado por Ele! Outra decisão sua foi escolher seguir a Deus ao invés de se agarrar aos tesouros e à sabedoria do Egito. Foi uma decisão de grandes conseqüências. E nós, como nos decidimos? Será que preferimos ficar sonhando com um tesouro como aquele encontrado no sepulcro do faraó Tutancâmon? Moisés teve essa opção de viver na riqueza, mas sua decisão foi outra. Ele fez a melhor escolha: optou por servir ao povo de Deus.

5. O fundo do vaso

Um oleiro trabalha peça por peça. Faz cada vaso individualmente. Um diferente do outro. Um vaso não é tijolo fabricado em série, prensado na mesma forma. Somos uma obra de arte do Oleiro divino.

Quanto maior o vaso, mais sua estabilidade dependerá de sua base. Um prato com fundo irregular fica girando na mesa. Parece engraçado, mas a refeição fica complicada. Uma tradução judaica diz em Jeremias 31.22: “Por quanto tempo ainda você ficará girando em círculos, ó filha rebelde?” (Zuns). Girar em círculos define muito bem o ritmo da vida natural, uma vida errante, com seus ciclos monótonos e repetitivos e sua espiral de prazer que nunca tem fim. Paulo apontava para uma direção bem diferente: “Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1 Co 15.58). No Salmo 17.5 vemos o crente movendo-se não em círculos, mas com firmeza, com rumo e direção: “Os meus passos se afizeram às tuas veredas, os meus pés não resvalaram”. Rumo e direção tornam-se ainda mais importantes em nossa época, tão destituída de valores e com sua cultura cada vez mais ímpia. Como diz a Escritura, “para que não mais sejamos como meninos, agitados de um lado para outro e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro” (Ef 4.14). Com Jesus nossa vida está assentada sobre um fundamento firme. Sem Jesus construímos castelos de areia que a maré carrega.

6. Os enfeites

A passagem de 2 Coríntios 11.3 tem muito significado para os que já são “vasos escolhidos”: “Mas receio que, assim como a serpente enganou a Eva com a sua astúcia, assim também seja corrompida a vossa mente e se aparte da simplicidade e pureza devidas a Cristo”. Simplicidade e pureza, eis o lema de nossas vidas. Eis o que o Oleiro divino espera de nós. As mulheres do Novo Testamento exemplificam essa verdade quando são instadas a se adornarem com recato, sem exageros, buscando antes de tudo o adorno interior: “Não seja o adorno da esposa o que é exterior, como frisado de cabelos, adereços de ouro, aparato de vestuário; seja, porém, o homem interior do coração, unido ao incorruptível trajo de um espírito manso e tranqüilo, que é de grande valor diante de Deus” (1Pe 3.3-4; veja 1Tm 2.9). O contrário de simplicidade e singeleza seria aparência vistosa, enfeites em demasia e cuidados exagerados com a aparência exterior. A ética cristã enaltece os valores verdadeiros e a beleza interior, bem oposta à “concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida” (1Jo 2.16). Por isso devemos cuidar para não sermos contagiados pelas falsas avaliações dos meios de comunicação. “Irmãos, reparai, pois, na vossa vocação; visto que não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento; pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes; e Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são; a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus” (1Co 1.26-29). Diante da eternidade, muitos defeitos e fragilidades são completamente irrelevantes. Orelhas de abano, nariz grande demais… todas as coisas exteriores tornam-se simplesmente ridículas diante da grandiosidade da eternidade. Os “enfeites” de um vaso são secundários!

7. O selo de qualidade

Sem Jesus construímos castelos de areia que a maré carrega.

Na porcelana nobre, o selo de qualidade e a marca do fabricante ficam discretamente no fundo da peça. Sem chamar a atenção. Bem ao contrário das imensas etiquetas que vemos em certas peças de roupa. Para nós, o que importa é o selo divino, a marca de qualidade que Deus nos concede: “…visto que fomosaprovados por Deus, a ponto de nos confiar ele o evangelho, assim falamos, não para que agrademos a homens, e sim a Deus, que prova o nosso coração” (1Ts 2.4). E “bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam” (Tg 1.12). “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2.15). “Mas, por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna” (1Tm 1.16). Isso é aprovação divina! Paulo, o vaso escolhido, o instrumento útil nas mãos de Deus, tornou-se exemplo para todos os cristãos por seu andar, seu agir e seu falar aprovado por Deus. Seus sofrimentos desempenharam um papel importante no processo, justamente como o Senhor Jesus profetizara a ele no início de sua carreira de cristão (At 9.15-16).

Moldados pelo sofrimento

O tratamento dispensado ao vaso durante sua confecção não é delicado nem suave. No início o barro é amassado e socado até ficar homogêneo e sem impurezas. Depois vem o acabamento, a retirada das sobras e saliências que tiram a beleza do todo. A analogia com nossa vida, já que somos vasos que Deus escolheu, torna-se bem evidente: também passamos por um tratamento doloroso até sermos úteis nas mãos do nosso Grande Oleiro. Certamente teremos de enfrentar sofrimentos e dissabores, perseguições e aflições, se quisermos ser aprovados como vasos úteis para nosso dono. Como exemplo, se argumentamos que o homossexualismo é anti-natural e perverso (basta observar a anatomia dos corpos), ou se negamos que o aborto seja um direito humano fundamental (como muitos pretendem que seja), e se também não aceitamos a tolerância religiosa absoluta, que chega a proibir a evangelização para que ninguém seja “coagido” a crer em Cristo, então devemos estar prontos a sofrer. Nessa era pós-moderna, a tendência é aceitar tudo e admitir todo e qualquer comportamento. Mas se os cristãos abrem a boca são atacados, ridicularizados e chamados de inimigos da democracia. “Pregadores do ódio” é um dos títulos que os cristãos verdadeiros recebem ao pregar a verdade bíblica. A criminalização do discipulado verdadeiro já está em curso especialmente em países da Europa. Vemos a democracia sem o temor de Deus desaguando rapidamente em anarquia e anticristianismo.

Os países da Reforma Protestante sentem fortemente o empuxo desse processo negativo. Muitos cristãos sentem-se desconfortáveis com sua fé que colide com a opinião geral. Ficam cansados, sem força e sem poder espiritual e desanimam de lutar contra um sistema podre e degenerado. Na prática, isso significa tentar pular fora da roda do oleiro e fugir do processo de confecção do vaso. A tentação é grande. Ninguém gosta de sofrer. Mas Daniel 11.32 nos estimula, dizendo:“…o povo que conhece ao seu Deus se tornará forte e ativo”. O braço do Senhor não está encolhido para nos ajudar a enfrentar o que quer que nos sobrevenha nem estará encolhido para ajudar Israel na Grande Tribulação e no confronto com o Anticristo que virá e que já se delineia no horizonte.

De lixeiro a recipiente útil

Essa é a mensagem do vaso. Independente de nossa origem, do nosso nível intelectual, de nosso status social, da nossa aparência, e menos ainda do nosso passado pecaminoso, o alvo é o mesmo: “Ora, numa grande casa não há somente utensílios de ouro e de prata; há também de madeira e de barro. Alguns, para honra; outros, porém, para desonra. Assim, pois, se alguém a si mesmo se purificar destes erros, será utensílio para honra, santificado e útil ao seu possuidor, estando preparado para toda boa obra” (2Tm 2.20-21). Esse é o supremo alvo de Deus para nós que O seguimos. Ele deseja que sejamos “úteis ao dono da casa”. Nosso Oleiro Divino cumpre o que promete. Diariamente somos confrontados com tragédias e erros humanos. Não conseguimos entender como alguém pode atirar em inocentes sem motivo algum, como idosos trocam suas esposas por mulheres mais jovens ou porque a criminalidade cresce tanto. Mas não esqueçamos nunca que o homem sem Deus é capaz de qualquer coisa! É por isso que Jesus adverte: “Quem permanece em mim, e eu, nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (Jo 15.5). Temos a escolha: amar a Jesus ou não amá-lO. Permanecer em Cristo ou não permanecer. Ficar nas mãos do Oleiro ou rejeitar Seu tratamento conosco. Podemos optar entre ser usados por Deus como vasos úteis ou fugir do compromisso com nosso Senhor. Quando tomamos a decisão errada surgem os escândalos no meio cristão, até entre seus líderes. Estagnação é retrocesso. E o perigo de estagnar no discipulado é muito grande. O tempo passa, os anos se vão, e se não tomarmos cuidado, um dia seremos fósseis vivos, endurecidos como o barro na época da seca. Restaremos como utensílios imprestáveis e inúteis. Precisamos do Oleiro sempre. Precisamos continuamente de Sua ação e do Seu poder dinâmico que gera vida e nos faz úteis em Suas mãos. Precisamos nos manter na roda do Oleiro. A idade não importa. Sempre é tempo de sermos moldados pelo Senhor e transformados mais e mais na Sua imagem, para que resplandeçamos “como luzeiros no mundo” (Fp 2.15), no meio de uma geração pervertida e corrupta. Então seremos vasos úteis, para a glória de Deus! (Reinhold Federolf — Chamada.com.br)

Globalismo Versus Nacionalismo

Globalismo Versus Nacionalismo

Scott Huckaby

Dentre as muitas batalhas espirituais que causam impacto a este mundo físico está o conflito entre o globalismo e o nacionalismo, que revela nossa proximidade com o final dos tempos. Embora a influência do globalismo tenha sido uma tendência óbvia durante muitos anos, o progresso daqueles que têm uma visão globalista tem acelerado e, assim, promete realizar avanços ainda mais significativos.

Tudo isso estabelece o palco para o governo global do Anticristo quando lhe será “dada autoridade sobre toda tribo, povo, língua e nação” (Apocalipse 13.7, NVI).

A tendência em direção a uma autoridade global centralizada é intensa e há algumas razões bastante lógicas pelas quais a globalização faz sentido. A globalização oferece benefícios econômicos, tais como um crescente comércio global e investimentos que fazem expandir a prosperidade. E há uma visão para a paz entre as nações que deveria ser atingível se o mundo simplesmente pudesse trabalhar mais em conjunto. Logicamente, seria necessário haver uma poderosa autoridade global para fazer isso acontecer.

A elite governante mundial está se tornando mais unificada em sua visão de um governo global como solução para aquilo que aflige a humanidade. E, como os humanistas geralmente negam mas praticam de todo o coração, os fins justificam os meios. Eles têm fabricado uma crise de mudança climática para forçarem o mundo a trabalhar junto e para terem mais controle sobre a população.

Não há nada como uma boa crise para fazer mudanças que nos movem para mais perto de um poder governamental mais global. A intensa correção política associada à “ciência estabelecida” da mudança climática revelam que poderosas forças espirituais estão por detrás da crise.

Não há nada como uma boa crise para fazer mudanças que nos movem para mais perto de um poder governamental mais global.

O lado feio da globalização é a ideia de que a autoridade mais centralizada é uma coisa boa. Ela apela para uma visão de mundo humanista que acredita que podemos resolver qualquer problema que a humanidade enfrente através do esforço humano coletivo separadamente de Deus. Este espírito de independência de Deus é idolatria e é a mesma atitude que foi prevalecente na Torre de Babel quando Deus espalhou o povo confundindo-lhe a linguagem (Gênesis 11).

Embora visionários humanistas progressistas creiam que uma autoridade mais centralizada torna o governo mais eficiente, o que acontece é exatamente o contrário. O fracasso de poderosos governos centralizados é uma lição óbvia da história. É por isso que temos o clichê que o poder corrompe e que o poder absoluto corrompe absolutamente.

Entretanto, os humanistas do mundo persistem em achar que eles são mais “evoluídos” e, portanto, mais espertos do que todos que já passaram antes deles, crendo realmente serem aqueles que podem fazer o governo centralizado funcionar melhor.

Deveria ser óbvio que, neste mundo caído, um governo mais localizado funciona melhor do que uma autoridade centralizada. Um governo menor e mais distribuído, que seja mais próximo do povo a quem ele serve, é mais capaz de responder às necessidades do povo.

Existem diferenças geográficas, demográficas e culturais entre os grupos de pessoas que lhes dão necessidades diferentes. As autoridades centralizadas não conseguem nem ver essas necessidades, quanto mais pensar em soluções que, por terem funcionado em um lugar, terão sucesso universal.

Dentre as coisas que têm feito os Estados Unidos serem um país excepcional tem sido [sua] Constituição, que permite uma divisão dos poderes centralizados com pesos e contrapesos na autoridade. E havia o princípio dos direitos dos Estados que distribuía o poder governamental mais localmente.

A tendência, entretanto, tem sido dar mais poder para o governo federal e até mesmo os pesos e contrapesos têm sido desagregados, dando ao presidente mais autoridade do que é permitido pela Constituição. Esta cessão de autoridade prefigura o espírito que trará o Anticristo ao poder.

Eles têm um único propósito, e darão seu poder e sua autoridade à besta” (Apocalipse 17.13, NVI).

Bíblia e Ciência

Nos Estados Unidos a mudança está no ar. A ideia constitucional de que o governo existe para servir o povo já se foi. Em vez dessa ideia, o que fica é que o povo existe para servir o coletivo. À medida que o crescente espírito do Anticristo faz com que os governos locais cedam sua autoridade para autoridades governamentais superiores, também as pessoas estão dispostas a ceder suas liberdades em troca de mais segurança. Estes são os tempos sobre os quais as Escrituras nos falam:

Quando disserem: “Paz e segurança”, a destruição virá sobre eles de repente, como as dores de parto à mulher grávida” (1 Tessalonicenses 5.3, NVI).

O espírito do Anticristo incitando a crescente globalização está no âmago da rebelião contra a ordem que Deus estabeleceu. Esse espírito é que está por detrás do movimento para se abrirem as fronteiras para uma imigração sem restrições. Se o mundo deve estar unido como uma família global, não pode haver fronteiras nacionais. Porém, Deus está no controle e Ele estabeleceu fronteiras nacionais com um propósito.

De um só fez ele todos os povos, para que povoassem toda a terra, tendo determinado os tempos anteriormente estabelecidos e os lugares exatos em que deveriam habitar” (Atos 17.26, NVI).

O crescente desejo para que as pessoas no mundo cedam a liberdade e a autoridade que Deus lhes deu é irracional e revela que a batalha espiritual está acontecendo. Deus está entregando a humanidade a uma mentalidade rebaixada para que o mal possa seguir seu curso natural.

O crescente desejo para que as pessoas no mundo cedam a liberdade e a autoridade que Deus lhes deu é irracional e revela que a batalha espiritual está acontecendo.

Os reis da terra tomam posição e os governantes conspiram unidos contra o Senhor e contra o seu Ungido, e dizem:“Façamos em pedaços as suas correntes, lancemos de nós as suas algemas!” (Salmo 2.2-3, NVI).

A trajetória deste mundo é desesperadora para aqueles que se importam em considerar as ramificações das mudanças dramáticas que estão em andamento. Em vez de gastarem seu tempo tentando lutar contra essas mudanças, os seguidores de Cristo honrarão mais a Deus se ajudarem as pessoas perturbadas pelas tendências do mundo a verem que a Palavra de Deus oferece consolação para a humanidade nesses momentos.

O caminho deste mundo já foi predito desde os tempos da antiguidade e é necessário que Deus prepare o mundo para Jesus Cristo ser a autoridade governante central final pela qual a humanidade anseia.

Todos os indicadores mostram que este mundo não terá que esperar muito para que chegue o reino milenar. O palco está rapidamente sendo preparado para o tempo terrível da Tribulação, que precede o retorno de Cristo. Mas, como indivíduos nesta Era da Graça, não temos que esperar que Cristo volte para experimentarmos Sua paz em nossa vida agora mesmo.

Todos que entregam sua vida a Jesus, reconhecendo-O como seu Salvador e Senhor, experimentarão uma vida abundante aqui e agora. E também temos a Bendita Esperança de sermos trasladados em nossos corpos glorificados e eternos quando Deus concluir a atual Era da Graça antes da Tribulação. “Amém. Vem, Senhor Jesus!” — Apocalipse 22.20b, NVI (Scott Huckaby — raptureready.com — Chamada.com.br)

Quanto valem 365 dias de vida?

Quanto valem 365 dias de vida?

Norbert Lieth

Na Holanda se discute quanto a sociedade deveria pagar pelo tratamento médico de um único paciente. Para felicidade nossa, Deus calcula de maneira bem diferente.

Conforme o boletim TOPIC, na Holanda se discute quanto a sociedade estaria disposta a gastar para prolongar uma vida humana por mais um ano. Essa questão surgiu com a polêmica acerca do destino de uma jovem mãe com câncer. Ela precisava de um medicamento extremamente caro, que não garantia sua cura. A questão em debate era se deveria ser estipulado um limite máximo para as despesas médicas que a sociedade estaria disposta a pagar para prolongar uma vida por mais 365 dias. Estabelecer um custo máximo também aliviaria a responsabilidade dos médicos, que precisam tomar sérias decisões quanto aos tratamentos de seus pacientes. Essa polêmica poderia prosseguir, como aconteceu com a eutanásia. Pelo que se percebe, começam a tomar forma as tentativas de transformar a duração da vida humana em uma mercadoria, ou seja, de estipular seu valor em dinheiro para equipará-la a um bem que pode ter preço estipulado e seja vendável. A respeito, cito a interessante declaração de Neil Postmann, conhecido crítico dos excessos da tecnologia:

É inquestionável que cada vez menos pessoas sentem-se comprometidas com os valores e as reivindicações de autoridade da Bíblia ou de outras tradições religiosas. Por isso, suas decisões deixaram de ser éticas para serem somente práticas, decisões que, em seu âmago, levam em consideração os ditames do mercado.

Deus calcula de forma bem diferente!

Em três parábolas, o Senhor nos mostra o grande valor de cada vida humana:

1. A parábola da ovelha perdida

Aproximavam-se de Jesus todos os publicanos e pecadores para o ouvir. E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: Este recebe pecadores e come com eles. Então, lhes propôs Jesus esta parábola: Qual, dentre vós, é o homem que, possuindo cem ovelhas e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove e vai em busca da que se perdeu, até encontrá-la? Achando-a, põe-na sobre os ombros, cheio de júbilo. E, indo para casa, reúne os amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque já achei a minha ovelha perdida. Digo-vos que, assim, haverá maior júbilo no céu por um pecador que se arrepende do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento” (Lc 15.1-7).

Uma única ovelha de um rebanho de cem animais equivale a 1%! Jesus, o Bom Pastor, não se importa de andar muito procurando uma de Suas ovelhas que se perdeu. Ele faz tudo para salvar essa ovelha em particular. Para Ele, a ovelha perdida não é apenas mais um número ou uma porcentagem; é uma vida preciosa que Ele quer levar para o reino dos céus. Ele, que sustenta e mantém todo o Universo, em cujos ombros repousa todo o poder (Is 9.6) não se acha grande demais para ir atrás de uma de Suas ovelhas perdidas, de colocá-la em Seus ombros e de levá-la para casa.

2. A parábola da dracma perdida

Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas, se perder uma, não acende a candeia, varre a casa e a procura diligentemente até encontrá-la? E, tendo-a achado, reúne as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque achei a dracma que eu tinha perdido. Eu vos afirmo que, de igual modo, há júbilo diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende” (Lc 15.8-10).

Lembro bem do que sempre nos ensinavam quando eu era criança: “Quem não cuida do tostão não merece o milhão”! Na parábola da dracma perdida vemos que o valor do bem perdido equivalia a 10% do total. Jesus veio como luz para o mundo, para buscar o que se havia perdido. Nem um homem sequer lhe é indiferente. Cada um tem valor infinito em relação à vida eterna.

3. A parábola do filho pródigo

Continuou: Certo homem tinha dois filhos; o mais moço deles disse ao pai: Pai, dá-me a parte dos bens que me cabe. E ele lhes repartiu os haveres. Passados não muitos dias, o filho mais moço, ajuntando tudo o que era seu, partiu para uma terra distante e lá dissipou todos os seus bens, vivendo dissolutamente. Depois de ter consumido tudo, sobreveio àquele país uma grande fome, e ele começou a passar necessidade. Então, ele foi e se agregou a um dos cidadãos daquela terra, e este o mandou para seus campos a guardar porcos. Ali, desejava ele fartar-se das alfarrobas que os porcos comiam; mas ninguém lhe dava nada. Então, caindo em si, disse: Quantos trabalhadores de meu pai têm pão com fartura, e eu aqui morro de fome! Levantar-me-ei, e irei ter com o meu pai, e lhe direi: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho; trata-me como um dos teus trabalhadores. E, levantando-se, foi para seu pai. Vinha ele ainda longe, quando seu pai o avistou, e, compadecido dele, correndo, o abraçou, e beijou. E o filho lhe disse: Pai, pequei contra o céu e diante de ti; já não sou digno de ser chamado teu filho. O pai, porém, disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa, vesti-o, ponde-lhe um anel no dedo e sandálias nos pés; trazei também e matai o novilho cevado. Comamos e regozijemo-nos, porque este meu filho estava morto e reviveu, estava perdido e foi achado. E começaram a regozijar-se” (Lc 15.11-24).

Vida Plena 2

Essa parábola fala de 50%. Será que o Todo-Poderoso, que tem tudo à Sua disposição, não poderia prescindir de uma só pessoa? Não! Ele não abre mão de ninguém! Cada um é importante! Ele se interessa particularmente por cada ser humano. Ele quer estar perto de cada um, cuidar de cada um e estender Seus braços a cada um, por mais perdido que esteja.

Deus está disponível para todos. Afinal, Ele entregou Seu Filho 100%, integralmente, pelo mundo inteiro. Cem por cento por cem por cento! Tudo por todos! “Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu seu Filho Unigênito, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3.16).

Vemos que o Senhor sempre dá tudo de si, começando com um por cento até atingir todas as pessoas. E nós? Fazemos contas, calculamos e avaliamos se vale a pena deixar alguém viver mais um ano… (Norbert Lieth — Chamada.com.br)