As Obras de Deus:

\\\\\\\"Os céus declaram a glória de Deus\\\\\\\" (Sl 19:1, NVI) Rádio a Voz do Evangelho

Ele nos ouve e nos responde:

Inclina, SENHOR, os teus ouvidos, e ouve-me, porque estou necessitado e aflito. Salmos 86:1

Somente o Senhor Jesus pode nos garantir Vida Eterna!

”E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.”

As moradas de Deus:

Como é agradável o lugar da tua habitação, Senhor dos Exércitos! Salmos 84:1

 

PROBLEMAS SÃO OPORTUNIDADES

E reuniram-se os príncipes, os capitães, os governadores e os conselheiros do rei e, contemplando estes homens, viram que o fogo não tinha tido poder algum sobre os seus corpos; nem um só cabelo da sua cabeça se tinha queimado, nem as suas capas se mudaram, nem cheiro de fogo tinha passado sobre eles

(Daniel 3:27).

PROBLEMAS SÃO OPORTUNIDADES

Nabucodonosor, antigo rei caldeu, havia erigido um gigantesco ídolo. Qualquer súdito que se recusasse a adorá-lo iria ter um cruel destino: ser jogado numa fornalha ardente.

Três judeus desobedeceram suas ordens por princípios morais e religiosos. O rei foi inflexível quanto à punição. Então uma coisa fantástica aconteceu. Embora aqueles homens tivessem sido jogados no fogo, não foram carbonizados. O fogo nem sequer chamuscou a roupa nem o cabelo deles.

Agora leia o relato do que aconteceu em um incêndio. Os bombeiros foram acionados para apagar um incêndio em um clube noturno. Quando entraram no local, o influxo de ar fresco causou a combustão dos gases inflamáveis que estavam acumulados acima do forro do teto. Incapaz de sair rapidamente, o chefe dos bombeiros sofreu terríveis queimaduras em seu peito e braços, e o ar quente danificou seus pulmões, apesar de estar com todo equipamento de proteção. Sua jaqueta de couro ficou totalmente queimada e seus cabelos foram chamuscados debaixo do capacete.

O profeta Daniel conhecia por experiência os milagres de Deus. Tinha completa consciência do que escrevera, e só havia uma única explicação para o ocorrido: Deus interveio a favor de Seus servos.

Quem possui o mínimo conhecimento sobre Deus sabe que nada é impossível para Ele. Nossos problemas são oportunidades que Ele pode usar para demonstrar Seu poder. Basta que creiamos e estejamos dispostos a obedecê-lO, como fizeram aqueles três homens.

Evangelize Neste Natal!!!!!!!!!!!!!!

Amor Ativo.

Revesti-vos, pois, como eleitos de Deus, santos e amados, de entranhas de misericórdia, de benignidade, humildade, mansidão, longanimidade.

E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição

(Colossenses 3:12 e 14).

AMOR ATIVO

Um jovem ficou gravemente ferido em um acidente de carro. Durante sua convalescência no hospital, a atitude do ortopedista que lhe atendia o impressionou muito. Esse médico se destacava por suas qualidades e méritos. Embora bastante ocupado, nunca ficava impaciente, e sempre falava palavras amáveis para todos. Além disso, trabalhava mais do que era obrigado. Às vezes voltava ao hospital após seu plantão para ajudar algum paciente em estado extremamente grave.

Quando o jovem se recuperou, teve de ir ao consultório médico para uma última avaliação. Então olhou bem nos olhos e perguntou:

? Doutor, qual é o seu segredo? Seja qual for, eu também quero isso o que o senhor tem.

O ortopedista respondeu que era um cristão e contou como havia se convertido a Jesus Cristo.

O jovem viu na vida desse médico o verdadeiro amor cristão, e isso o atraiu ao Senhor Jesus. É imprescindível que nosso próximo possa sentir que o amor não é algo teórico, mas que é real na prática, no dia a dia. Que maravilha seria se nossa vida como cristãos deixasse impressões indeléveis nos outros! Nossa responsabilidade como filhos de Deus é compartilhar com os demais, em todos os momentos, o amor e a graça que sempre experimentamos da parte de nosso Senhor.

Os Fatos Sobre o Movimento da Fé

Os Fatos Sobre o Movimento da Fé

John Ankerberg e John Weldon

Quais os ensinos fundamentais do Movimento da Fé?
O Movimento da “Fé” acredita que a mente e a língua humanas contêm uma habilidade ou poder sobrenatural. Quando alguém fala, expressando a sua fé em leis supostamente divinas, seus pensamentos e expressão verbal positivos produzem uma “força” supostamente divina que irá curar, proporcionar riqueza, trazer sucesso e, de outras maneiras, influenciar o ambiente. Kenneth Copeland ensina que “a força poderosa do mundo espiritual, o qual cria as circunstâncias que nos rodeiam, é controlada pelas palavras pronunciadas pela boca humana. Essa força vem de nosso interior”.[1] Portanto, “não há nada nesta terra tão grande ou poderoso… que não possa ser controlado pela língua… É até possível controlar Satanás, aprendendo a controlar a própria língua”.[2]

Segundo os pregadores da “Fé”, Deus responde automaticamente e realiza o que ordenamos quando confessamos nossas necessidades e desejos pela fé, de maneira positiva.[3]

Por isso os cristãos devem supostamente aprender a operar seu homem interior ou “homem espiritual” no poder do mundo espiritual, mediante leis sobrenaturais, leis que irão funcionar para qualquer indivíduo, quer crente ou incrédulo.[4]

Segundo observa Charles Capps: “As palavras são a coisa mais poderosa do Universo”; “Isso não é teoria, é fato. É uma lei espiritual”; e: “Esses princípios de fé são baseados em leis espirituais. Eles funcionam para quem quer que aplique essas leis. Você os faz funcionar pelas palavras da sua boca”.[5] A não ser que os cristãos obedeçam a essas leis e as apliquem com sucesso, o próprio Deus fica prejudicado em Sua possibilidade de agir na vida deles. Por quê? Porque tanto Deus como os cristãos são limitados por essas leis. Fred K. C. Price e outros ensinam que da mesma forma que o poder de Deus tem origem na fé que Ele exerce nas palavras que profere, o mesmo se aplica aos cristãos.[6] Por exemplo, “Deus criou o universo pelos métodos que você acabou de colocar em prática pelas palavras de sua boca. Deus liberou a Sua fé em palavras”.[7]

Isso significa que tanto o homem quanto Deus são limitados em sua capacidade de agir sobrenaturalmente, a não ser que as fórmulas de fé adequadas sejam ditas, permitindo que o seu poder opere.[8] Só quando homens e mulheres imitam a Deus e Suas leis, eles podem realizar milagres.

Por exemplo, “Deus criou o universo dizendo que este viesse a exisitr. Ele deu a você essa mesma habilidade na forma de palavras.”[9] Deus é, portanto, um Deus de “palavra de fé”, que criou o homem à Sua imagem e lhe deu o potencial de usar o poder que Ele manifestou na criação.[10] “O homem é então um espírito, perfeitamente capaz de operar no mesmo nível de fé que Deus.”[11] Como resultado, “você tem o poder de Deus à sua disposição”.[12] Tudo isso explica porque a maioria dos pregadores da Fé pensa que o homem é um deus literal – nas palavras de Copeland, um ser “da classe de Deus”.[13] Ao imitar o uso das leis cósmicas por Deus, o homem pode realizar atos sobrenaturais como os dEle.

Mas os pregadores da Fé também afirmam haver perigo em tudo isso. Essas leis cósmicas operam indiscriminadamente. Se os cristãos não tiverem cuidado, Satanás pode enganá-los porque tem igualmente condições de operar, usando as línguas de homens da classe de Deus.[14] Por exemplo, a “confissão negativa” – qualquer coisa dita que negue os princípios do Movimento da Fé – permite que Satanás entre na vida dos cristãos e os engane.

Em qualquer caso, até a missão do próprio Cristo é adequada à filosofia da Fé. Por que Jesus veio? Segundo o Movimento da Fé, uma razão da vinda de Jesus foi transformar-nos em “Cristãos da Fé” fortes, que pudessem fazer as coisas que Ele fez – e coisas maiores ainda. Jesus veio a este mundo por causa do poder da palavra proferida por Deus e por causa da fé que Deus tem na Sua fé.[15] De fato, Jesus foi a síntese do verdadeiro homem de “Fé”. Ele sabia como usar perfeitamente as leis espirituais do Universo[16] e, portanto, tinha imensos poderes e fazia milagres incríveis. Assim sendo, Jesus foi um exemplo do Homem Bem-Sucedido. Robert Tilton ensina: “Jesus veio para livrar a humanidade do fracasso e nos levar ao sucesso”.[17] E: “Deus criou o homem para ter sucesso, mas ele falhou… Deus enviou então Jesus para resgatar-nos do fracasso e restaurar-nos à posição de sucesso… (Por causa do nosso fracasso) Deus preparou um novo plano. Esse plano foi enviar Jesus. Mediante Jesus recebemos força e poder para sermos bem-sucedidos…”[18]

No livro Commanding Power (Poder Que Comanda), Kenneth Hagin Jr. ensina que a expiação de Cristo trouxe aos cristãos o “poder de comandar” ou a habilidade de ordenar que as coisas que nos rodeiam se conformem aos nossos desejos. “Nosso problema é que oramos e confessamos muito, mas não mandamos. É gostoso mandar!… Jesus já pagou o preço para fazermos isso…”[19]

Além disso, na cruz e no inferno, Jesus não só derrotou Satanás e sofreu o castigo pelo pecado, como também levou sobre Si a maldição da lei (Gl 3.12), pagando o preço pelas nossas fraquezas, pobreza e doença, a fim de que cristão nenhum tenha de experimentá-las.[20]

Isso significa que, para o Movimento da Fé, Jesus não é simplesmente nosso Salvador do pecado. Ele é o Redentor da nossa Fé, o exemplo perfeito dos “princípios da Fé” em ação. Como “pequenos cristos” e “pequenos deuses”, devemos ser imitadores dEle.

Qual a relação entre os ensinos do Movimento da Fé e a teologia das seitas?
A maioria dos pregadores da Fé afirmou publicamente que não ensina a “Ciência Cristã”, “Poder da Mente” ou o “Novo Pensamento”.[21] Isso parece indicar que até os próprios pregadores da Fé reconhecem suas similaridades com sistemas heréticos ou, pelo menos, têm conhecimento das acusações feitas por outros.

Não obstante, apesar dos desmentidos, em muitos pontos seus ensinamentos são semelhantes ou quase idênticos aos encontrados nas religiões do “Poder da Mente”.[22] Os conceitos de confissão positiva, prosperidade e sucesso, saúde divina, manipulação da criação, negativa sensorial, e rejeição implícita da medicina científica podem ser todos encontrados nas teologias do “Poder da Mente” dos séculos dezenove e vinte, tais como a “Unity School of Christianity” (“Escola Unitária do Cristianismo”), “New Thought” (“Novo Pensamento”), e “Science of Mind” (“Poder da Mente”). [Esses três grupos, juntamente com o Movimento da Fé, também ensinam que a “confissão negativa” pode produzir doenças, tragédia e até a morte.]

De fato, alguns ensinos e práticas contidos no Movimento da Fé também são encontrados em outras religiões e seitas não-bíblicas. Por exemplo, o conceito dos crentes serem “deuses” ou terem poderes divinos é encontrado no mormonismo e no “armstronguismo” (Igreja de Deus Universal – N. R.). A prática de “decretar” a existência de coisas pode ser vista em alguns grupos ocultistas e orientais, tais como a Igreja Universal e Triunfante, e o budismo Nichiren Shoshu.

Talvez seja por isso que o historiador carismático D. R. McConnel documenta tão prontamente a origem pagã do Movimento da Fé através de E. W. Kenyon:

[O Pai moderno do Movimento da Fé, Kenneth] Hagin plagiou E. W. Kenyon, em palavras e conteúdo, na maior parte da sua teologia. Todos os pregadores da Fé, inclusive Kenneth Hagin e Kenneth Copeland, quer admitam ou não, são filhos e netos espirituais de E. W. Kenyon. Foi Kenyon, e não Hagin, que formulou as principais doutrinas do moderno Movimento da Fé… Os alicerces da teologia de Kenyon foram formados nas seitas metafísicas, especialmente no “Novo Pensamento” (New Thought) e na “Ciência Cristã”… Kenyon tentou forjar uma síntese dos pensamentos metafísico e evangélico… O resultado na teologia da Fé é uma estranha mistura de fundamentalismo bíblico e metafísica do Novo Pensamento.[23]

Por exemplo, considere como as influências das seitas no Movimento da Fé se entrelaçaram na doutrina da cura:

A teologia da cura do Movimento da Fé não está baseada na capacidade de detectarsintomas, mas em negá-los. Os sintomas físicos não são reais. Mas eles irão tornar-se reais se o crente reconhecer a sua existência e deixar de aplicar os princípios da curaespiritual. Só quem não sabe crer em Deus para a cura espiritual irá recorrer à medicina científica. A visão da “Fé” quanto à medicina científica é pagã… e é a mesma visão pregada pelo fundador da metafísica do século dezenove, P. P. Quimby.[24]

Conclusão

Em seu confronto com a Igreja de Roma, Martim Lutero confessou que, a não ser que fosse “convencido pelos testemunhos das Sagradas Escrituras ou razão evidente”, ele estava “obrigado pela Escritura” a manter os princípios da Reforma. Não era “seguro nem correto” agir contra a sua consciência nesse aspecto. Para Lutero, a Escritura estava acima de toda experiência e acima de todas as afirmações extra-bíblicas de revelação divina – e, por causa dessa sua posição, a igreja tem uma dívida incomensurável para com ele. Do mesmo modo, ao examinar o Movimento da Fé, só as Escrituras devem ser o nosso padrão – e não a experiência ou novas alegações de revelação divina. (John Ankerberg e John Weldon – http://www.chamada.com.br)

…os pregadores da Fé têm sido hábeis em disfarçar-se de carismáticos… [mas] tanto “as raízes como os frutos” da teologia da Fé são decididamente metafísicos…
– Hank Hanegraaff – Presidente do Instituto Cristão de Pesquisas nos EUA e autor do livroCristianismo em Crise (citação do Prefácio de “A Different Gospel”, edição atualizada, de D. R. McConnell).

Graças a Deus por mais este trabalho que vem fortalecer a refutação à Teologia da Saúde e da Prosperidade em solo brasileiro. Este livro revela muitas declarações absurdas de vários pregadores da Confissão Positiva nos EUA, mostrando o caráter herético dessa corrente doutrinária. É, sem dúvida, um forte alerta aos crentes no Brasil, para que não venham a seguir o exemplo de tais líderes na outra América.
– Pr. Paulo Romeiro – Presidente do AGIR e autor dos livros SuperCrentes e Evangélicos em Crise.

UM CRISTÃO E UM ZOMBADOR

Cristo? não cometeu pecado, nem na sua boca se achou engano

(1 Pedro 2:21-22).

UM CRISTÃO E UM ZOMBADOR

Dois passageiros em um trem falavam sobre questões religiosas. Um deles, ferrenho opositor do cristianismo, começou a explicar sua rejeição pela fé criticando com prazer as enormes e evidentes falhas dos cristãos.

O outro passageiro, cristão experimentado e já idoso, escutou cuidadosamente tudo o que foi dito. Sabia que muitas das críticas eram verdadeiras e, portanto, legítimas. Por um momento permaneceu em silêncio. Contudo, quando o zombador quis obter o apoio de outros passageiros, o ancião falou: “Percebo que você faz questão de ver toda a impiedade que existe no meio dos cristãos. Você é bom em destacar as faltas deles. Bem, eu sou cristão e amo o Senhor Jesus Cristo e Seu povo. Não vou pronunciar uma única palavra em defesa dos cristãos, mas desafio você a falar qualquer coisa contra o próprio Senhor Jesus”.

Surpreso, o primeiro homem teve de admitir: “De fato, não posso dizer nada contra Ele”.

“Certo”, continuou o cristão, “foi isso que me atraiu para Ele. Quanto mais O conheço, mais percebo como sou diferente dEle e como minhas falhas me tornam fraco. Agora me diga: Quando eu descobri que Ele morreu por meus pecados, como poderia deixar de amá-lO? Desde então eu O tenho servido, e toda a iniqüidade cometida por aqueles que dizem pertencer a Ele não tem o poder de me afastar de tão grande amor. Minha salvação depende do que Ele fez, não do que os cristãos fazem.”