As Obras de Deus:

\\\\\\\"Os céus declaram a glória de Deus\\\\\\\" (Sl 19:1, NVI) Rádio a Voz do Evangelho

Ele nos ouve e nos responde:

Inclina, SENHOR, os teus ouvidos, e ouve-me, porque estou necessitado e aflito. Salmos 86:1

Somente o Senhor Jesus pode nos garantir Vida Eterna!

”E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.”

As moradas de Deus:

Como é agradável o lugar da tua habitação, Senhor dos Exércitos! Salmos 84:1

 

Quando Deus Parece Calado


Quando Deus Parece Calado

Paul Golden

“Atenda, atenda!”, você grita ao telefone enquanto a pessoa que você ama está caída inconsciente no chão. Você já ligou freneticamente para a emergência. O telefone chama e chama, mas ninguém responde. “Quanto tempo, Deus, quanto tempo vai demorar até que eles respondam à minha chamada?” Nada.

Imagine seu desespero. Segundos transformam-se em minutos, mas ainda não há nenhuma resposta do atendente da emergência. Você está clamando por socorro, mas recebe apenas silêncio em troca.

Você já clamou a Deus e não recebeu nenhuma resposta? Você já se sentiu como se Deus estivesse surdo para você? O rei Davi de Israel sentiu-se assim. No Salmo 13, Davi registrou sua intensa frustração com o silêncio de Deus durante um tempo de profunda necessidade. Ali ele nos deu o exemplo de oração para seguirmos quando nos sentirmos como ele se sentiu.

É interessante que Davi não nos fornece os motivos específicos de seu chamado de emergência a Deus. Portanto, não sabemos se foi causado por enfermidade ou outra forma de dificuldade. O que sabemos é que a falta de reposta de Deus foi agonizante. Um escritor comentou: “O próprio tempo se torna uma força destrutiva, esgotando a capacidade do homem de se suster e intensificando o sofrimento em um nível desumano”.[1]

O Lamento

O Salmo 13 é um lamento individual, “um gênero de salmo no qual o falante do poema define uma crise e invoca a Deus para pedir por socorro”.[2] Ele “termina com uma nota de esperança e confiança”.[3] Davi colocava sua confiança em Deus com respeito ao seu pedido, e o salmo enfatiza, cândida e sinceramente, a reação tripla de Davi à falta de resposta de Deus. Primeiro, Davi revelou seu problema – que passara a ser a falta de resposta do próprio Deus.

Até quando, Senhor? Esquecer-te-ás de mim para sempre? Até quando ocultarás de mim o rosto? Até quando estarei eu relutando dentro de minha alma, com tristeza no coração cada dia? Até quando se erguerá contra mim o meu inimigo?” (Sl 13.1-2).

Davi se sentia ignorado e esquecido por Deus – alienado, sozinho com seus pensamentos.

Davi implorou a Deus quatro vezes, perguntando: “Até quando?” Você pode perceber a intensidade da emoção nas perguntas retóricas de Davi. Ele se sentia ignorado e esquecido por Deus – alienado, sozinho com seus pensamentos. Como aquele que chama a emergência. Davi estava profundamente angustiado.

Ele, então, verbalizou seu tumulto interior à medida que lutava com seu problema que parecia não terminar e que o cercava por todos os lados. As emoções francas de Davi podem ser desconfortáveis para alguns leitores. Entretanto, como observaram Kenneth Baker e Waylon Bailey:

Deus é amigo do que duvida honestamente, que ousa conversar com Ele em vez de falar sobre Ele. A oração que inclui um elemento de questionamento a Deus pode ser um meio de aumentar a fé daquela pessoa nEle. Expressar dúvidas e clamar sobre situações injustas no universo mostram a confiança que a pessoa tem em Deus de que Ele deveria ter uma resposta para os problemas insolúveis da sociedade.[4]

Quando você se defrontar com suas próprias frustrações com Deus, confie nEle – como Davi – expressando sua luta e angústia.

A Petição

Davi, então, faz uma transição: de questionar a Deus para orar a Deus. Ele faz sua petição a Deus, pedindo por uma resposta:

Atenta para mim, responde-me, Senhor, Deus meu! Ilumina-me os olhos, para que eu não durma o sono da morte; para que não diga o meu inimigo: Prevaleci contra ele; e não se regozijem os meus adversários, vindo eu a vacilar” (Sl 13.3-4).

O salmista usou uma oração com três partes (atente, responda, ilumine) para implorar a Deus. Ele buscou uma resposta, preferivelmente a resposta positiva das bênçãos e do favor de Deus. Depois, Davi apelou a Deus e a Sua reputação (v.4). Um comentarista escreveu o seguinte: “Antes que venham mais problemas, e antes que os ímpios tenham motivo para se regozijar por causa da derrota dos justos, Deus deve agir para proteger Sua honra”.[5] Davi implorou a Deus, dizendo essencialmente: “Por favor, dá-me motivos para me alegrar. Ou, pelo menos, não dês aos meus inimigos (e aos Teus inimigos) motivos para se alegrarem”. Como Davi, devemos orar a Deus em meio às circunstâncias difíceis e pedir que Ele nos responda.

O Louvor

Depois que Davi expressou seu problema e orou, ele louvou a Deus por Sua bondade e pelas bênçãos passadas:

No tocante a mim, confio na tua graça; regozije-se o meu coração na tua salvação. Cantarei ao Senhor, porquanto me tem feito muito bem” (Sl 13.4-5).

Que grande contraste entre o apelo emocionado de Davi a Deus no início (vv.1-2) comparado com estes versículos tranqüilos de confiança. Davi verbalizou sua escolha intencional de confiar em Deus a despeito de suas circunstâncias difíceis. Ele expressou sua confiança no amor do Senhor, um amor que não falha – resolvendo se regozijar e cantar ao Senhor porque Ele “me tem feito muito bem”.

“A esperança desespera, todavia, o desespero dá esperança”. Martim Lutero

Foi dito a respeito de Davi: “Embora ele tenha passado por profundo desespero, o salmista não desiste. (…) Ele se apegou à promessa da aliança de amor de Deus”.[6] Davi não estava arrasado pelos seus problemas; em sua situação desafiadora, ele disse: “Confio”. Martim Lutero certa vez declarou: “A esperança desespera, todavia, o desespero dá esperança”.

É interessante que todos os salmos de lamentação (com exceção do Salmo 88) terminam com louvor a Deus pela libertação e fidelidade mostradas no passado.[8] Claus Westermann descreveu o final da situação de Davi: “Aquele que lamenta seus sofrimentos a Deus não permanece em seu lamento”.[9] Davi decididamente colocou sua confiança no cuidado soberano de Deus, a despeito da falta de resposta de Deus. Ele determinou que poria sua confiança naquilo que ele sabia que era verdade sobre o caráter e a fidelidade de Deus em vez de ceder aos seus sentimentos de desânimo e desilusão.

O Dr. Mark McGinniss disse: “O silêncio de Deus não significa a ausência de Deus”. Davi resolveu confiar que o Deus soberano a quem ele servia estava agindo por detrás das cenas, a despeito de Sua aparente ausência.

Até quando, Senhor, eu terei que viver com esta doença crônica? Até quando, Senhor, não trarás de volta meu neto desobediente? Até quando, Senhor, terei que continuar desempregado? Até quando, Senhor, não nos darás um filho? Quando nós, como Davi, estamos enfrentando o que parece ser um silêncio sem respostas de Deus – a chamada sem resposta à emergência, quando clamamos pelo Seu nome – devemos seguir o exemplo de Davi: derramar diante de Deus os detalhes do problema; orar, pedindo a Ele por uma resposta; e louvá-lO por quem Ele é, a despeito de como nos sentimos em meio às nossas circunstâncias.

Deus tem um propósito para todas as coisas, até para aquilo que parece ser o silêncio dEle. Todavia, Ele promete que nunca nos deixará, nem nunca nos abandonará (Hb 13.5). Clamar pelo nome do Senhor está apenas a uma chamada de emergência de distância. (Paul Golden — Israel My Glory — Chamada.com.br)

Oração de Adoração

Oração de Adoração | Chamada.com.br

Oração de Adoração

Renald E. Showers

A adoração deveria ser um elemento essencial da oração. A palavra moderna “adorar vem do latim “adorare”: render culto (à divindade), venerar, amar extremosamente”.[1] Estes significados indicam que a oração de adoração deveria consistir de expressões de dignidade, respeito e reverência oferecidas a Deus.

A palavra santo relaciona-se significativamente a expressões de dignidade, respeito e reverência oferecidas a Deus. A raiz principal da palavra que foi traduzida por “santo” significa “separar”.[2] Uma pessoa santa é separada de outras pessoas e coisas no sentido de ser diferente, distinta ou mesmo única, singular, em comparação com os outros. Desta forma, quando a Bíblia declara que Deus é santo, ela está dizendo que Ele é diferente, distinto, único, ou singular, em comparação com tudo e com todos.

Depois que Deus guiou o povo de Israel em segurança através do Mar Vermelho, eles disseram: “Senhor, quem é como tu entre os deuses? Quem é como tu, glorificado em santidade?” (Êx 15.11). Eles associaram a santidade de Deus com o fato de que Ele é único entre todos os outros deuses.

Ana, a mãe de Samuel, declarou: “Não há santo como o Senhor; porque não há outro além de ti; e Rocha não há, nenhuma, como o nosso Deus” (1Sm 2.2). Ela igualou a santidade de Deus com Sua singularidade.

Perguntou Deus: “A quem, pois, me comparareis para que eu lhe seja igual? – diz o Santo” (Is 40.25). Ele indicou Sua santidade e Sua singularidade. Ao declarar: “Eu sou Deus e não homem, o Santo no meio de ti” (Os 11.9), Ele quis dizer que a Sua santidade envolve Seu ser diferente ou distinto da humanidade.

Senaqueribe, rei da Assíria, afirmou que, assim como os deuses de outras nações não podiam resgatar tais nações de suas mãos fortes, assim também o Deus de Israel seria incapaz de resgatar Jerusalém (2Rs 18.28-35; 2Rs 19.8-13). Esta insinuação, de que o Deus de Israel em nada era diferente dos deuses das outras nações, foi um ataque verbal à singularidade, ou à santidade, de Deus.

Deus respondeu a Senaqueribe como segue: “A quem afrontaste e de quem blasfemaste? E contra quem alçaste a voz e arrogantemente ergueste os olhos? Contra o Santo de Israel” (2Rs 19.22). Ele advertiu a Senaqueribe de que o Deus de Israel é diferente de todos os outros. Deus demonstrou Sua singularidade matando 185 mil soldados assírios em uma única noite (v. 35).

A singularidade de Deus parece significar mais para Ele do que qualquer outro atributo.

Os anjos acima do trono de Deus clamam: “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus dos exércitos” (Is 6.3); e aqueles ao redor do trono de Deus não descansam dia e noite, dizendo: “Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso” (Ap 4.8). Estes fatos parecem indicar que a singularidade de Deus significa mais para Ele do que qualquer outro atributo. Sua santidade é absolutamente essencial para que Ele seja quem Ele é.

Ao povo de Deus foi dada a seguinte ordem: “Adorai o Senhor na beleza da santidade” (Sl 29.2). A palavra traduzida por “beleza” significa “adorno”. Na adoração em público ou em particular, os crentes devem adornar a Deus com Sua santidade, declarando quão diferente, distinto ou único Ele é em contraste com tudo e todos mais.[3] (Renald E. Showers — Israel My Glory — Chamada.com.br)

8 Minutos Para a Eternidade

8 Minutos Para a Eternidade

Normando Fontoura
O mundo ainda não se recompôs da tragédia que nesta última semana encheu os nossos corações de dor e consternação. Um indivíduo, alegadamente sofrendo de problemas psicológicos graves, decidiu acabar com a sua vida e a de mais 149 pessoas, arremetendo o avião que pilotava contra uma montanha dos Alpes franceses.

As imagens do sofrimento, dor e revolta nas faces e expressões dos familiares, amigos e da população em geral têm corrido o mundo e são marcantes e angustiantes. A incontrolável saudade, os gritos de dor e as recordações tornam-se a tortura diária das centenas de pessoas que perderam algum familiar, amigo ou conhecido naquela indescritível tragédia.

8 minutos para a eternidade

Segundo os dados técnicos disponíveis, a tragédia iniciou-se 8 minutos antes da colisão, quando o infeliz co-piloto decidiu iniciar a queda abrupta e constante do avião até o choque final com a montanha rochosa.

Entretanto, de acordo com as informações que vêm chegando, as suas 149 vítimas só perceberam a realidade trágica que delas se aproximava a escassos momentos da colisão do avião contra a montanha. Segundo registros gravados, só se ouviram os gritos das vítimas, momentos antes do desastre.

Não imagino o que seja ver a morte à frente sem poder fazer nada para escapar. Uma coisa é certa: todos aqueles passageiros, que naquela fatídica manhã entraram naquela aeronave em Barcelona, acreditavam que a mesma os levaria em plena segurança até a cidade de Düsseldorf, na Alemanha. Ninguém ali escolheu a tragédia, muito menos contava com ela.

Quantos risos, alegrias, esperanças e expectativas foram partilhadas durante os minutos de vôo anteriores à tragédia? Certamente muitos.

Mas, a certa altura, alguém colocou o relógio daquelas vidas numa contagem regressiva de 8 minutos. 8 minutos até à colisão fatal. 8 minutos finais de uma existência desejada, mas bruscamente interrompida.

Qual é a maior tragédia?

A questão crucial nesta história não deve ser a das causas que levaram aquele co-piloto a provocar uma tragédia destas – ainda que mereça muita atenção e reflexão – mas saber em que condição espiritual estavam todas aquelas vidas.

É melhor estar sempre preparado

Toda a nossa vida é uma verdadeira viagem para um destino previamente escolhido. Se eu escolho viver com Deus e relacionar-me com Ele através da Pessoa do Seu Filho Jesus Cristo, tenho a vida eterna, estando por isso preparado para, em qualquer momento da viagem, partir para a presença de Deus, em paz e segurança, sabendo que Ele me receberá nos Seus braços de amor e perdão. Mas se escolho viver independentemente de Deus, não dando valor ou sentido aos Seus convites e apelos para que me reconcilie com Ele através do reconhecimento e confissão dos meus pecados, estarei despreparado, arriscando-me a enfrentar a condenação e separação eterna a qualquer momento em que a viagem da vida seja interrompida.

É por isso que Deus nos alerta: “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias…”. “Prepara-te para te encontrares com Deus”.

Ninguém é o senhor do seu destino. Ninguém consegue adivinhar o dia ou a maneira em que vai partir para a eternidade através da morte física. É melhor estar preparado para quando essa interrupção se der. É melhor entregar a sua vida nas mãos de Deus e depender dEle, confiando na Sua capacidade de nos guardar de todo mal, ou preparar-nos para enfrentá-lo com plena confiança e certeza do destino maravilhoso que Deus tem preparado para todos aqueles que O amam.

“Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle, e o mais Ele fará” – Salmo 37.5

Normando Fontoura

Texto do folheto 8 Minutos Para a Eternindade

150 pessoas perderam suas vidas quando um piloto decidiu acabar com sua vida arremetendo o avião que pilotava contra uma montanha. Ninguém sabe quando

O cirurgião que encontrou Jesus no coração de uma criança

O cirurgião que encontrou Jesus no coração de uma criança PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
jesus_no_coracao.jpg     – Amanhã de manhã eu vou abrir o teu coração – explicava o cirurgião a uma criança.

E a criança interrompeu-o:

– Vai encontrar Jesus dentro dele?

O cirurgião olhou para ela e continuou:

– Eu vou cortar uma parede do teu coração para ver a “ferida” que ele tem.

– Mas quando abrir o meu coração, vai encontrar Jesus lá? – a criança voltou a interrompê-lo.

O cirurgião voltou-se para os pais, que estavam sentados em silêncio, e olhou-os com espanto.

Dirigiu-se novamente à criança:

– Quando eu tiver visto tudo o que não está bem, planearemos o que fazer em seguida, ainda com teu coração aberto.

– Mas vai encontrar Jesus no meu coração? A Bíblia diz que Ele mora lá. Ela diz que Ele vive no coração de todos os que crêem n’Ele. Por isso, vai encontrá-lo no meu coração!

O cirurgião pensou que era suficiente e explicou-lhe:

– Depois da operação, digo-te o que encontrei no teu coração. Combinado? Eu tenho a certeza que encontrarei um músculo cardíaco danificado, baixa resposta de glóbulos vermelhos e fraqueza nas paredes e vasos. E, só depois disso, saberei o que posso fazer para curar-te.

– Mas também vai encontrar Jesus lá dentro, não vai? É a Sua casa, Ele vive lá, está sempre comigo.

O cirurgião fartou-se dos comentários insistentes da criança, saiu e foi para o  seu consultório.

Começou a gravar os estudos preliminares para a intervenção:

– Aorta danificada, veia pulmonar deteriorada, degeneração muscular cardíaca massiva. Sem possibilidades de transplante, dificilmente curável. Terapia: analgésicos e repouso absoluto. Prognóstico: …

Fez uma pausa e em tom triste disse:

– Morte nos primeiros anos de vida.

Depois, parou o gravador.

– Porquê? – perguntou em voz alta. – Porquê acontecer isto com esta criança? Deus colocou-a aqui, nesta dor, condenado-a a uma morte precoce. Porquê?!

De repente, Deus, nosso Criador, responde:

– O menino, minha ovelha, já não pertencerá ao teu rebanho, porque ele é parte de Mim e Comigo estará por toda a Eternidade. Aqui, no Céu, no Meu rebanho sagrado, já não sofrerá: será consolado de uma forma inimaginável, para ti ou para qualquer outra pessoa. Os seus pais, um dia, unir-se-ão a ele, conhecerão a Paz e a Harmonia, juntos, no Meu Reino, e no Meu rebanho sagrado continuará a crescer.

O cirurgião começou a chorar intensamente, mas sentiu ainda mais raiva, pois não entendia as razões.

E replicou:

– Tu criaste este menino e também o seu coração. Para quê? Para que morresse em poucos meses?

O Senhor respondeu-lhe:

– Porque é tempo de regressar ao seu rebanho. A sua missão na Terra já se cumpriu. Há uns anos atrás, enviei uma ovelha com dons de médico para que ajudasse os seus irmãos, mas com tantos conhecimentos na ciência esqueceu-se do seu Criador.

Então, enviei outra das minhas ovelhas, o menino enfermo, não para perdê-lo, mas sim para que a ovelha perdida há tanto tempo, com dotes de médico, voltasse para Mim.

Então, o cirurgião chorou e chorou inconsolavelmente.

Dias depois, após a cirurgia, o médico sentou-se ao lado da cama do menino enquanto os  pais estavam do outro lado, à sua frente.

A criança acordou e, murmurando, perguntou imediatamente:

– Abriu o meu coração?

– Sim – respondeu-lhe o cirurgião.

– O que encontrou? – perguntou o menino.

– Tinhas razão: lá, reencontrei Jesus…~

Deus tem muitas maneiras para nos lembrar que devemos voltar para junto d’Ele.

 

A Grandiosa Solução: A Ressurreição de Jesus Cristo

A Grandiosa Solução: A Ressurreição de Jesus Cristo

Richard D. Emmons

No Domingo de Páscoa celebramos a ressurreição de Jesus Cristo. Que dia maravilhoso é este para os cristãos se regozijarem em união. O mundo não o compreende, e isto é lamentável porque a ressurreição resolve os três maiores problemas da humanidade: a morte espiritual, a morte física e a vida sem esperança.

A Vida em Cristo

Todas as pessoas têm problemas, dificuldades e sofrimentos. Mas poucas entendem a verdadeira fonte deles. O apóstolo Paulo coloca as coisas da seguinte maneira:

Ele vos deu vida, estando vós mortos em vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora, segundo o curso deste mundo (…) entre os quais também todos nós andamos outrora, segundo as inclinações da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos, por natureza, filhos da ira, como também os demais” (Ef 2.1-3).

Todos nós nascemos com uma velha natureza, fazendo com que estivéssemos espiritualmente mortos – cortados da presença de Deus. Podemos pensar que somos livres, mas estamos presos nas armadilhas do pecado. Algumas pessoas percebem esse fato quando são confrontadas com a Palavra de Deus e ali encontram as respostas que estiveram procurando.

Quando recebemos o dom da vida espiritual, somos postos em liberdade:

Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo” (Ef 2.4-5).

A ressurreição de Jesus torna possível que você e eu recebamos o dom da vida espiritual por meio da graça de Deus, que nos alcança e restaura o nosso relacionamento com Ele, proporcionando-nos o perdão dos pecados:

Porque pela graça sois salvos, mediante a fé; isto não vem de vós; é dom de Deus; não de obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2.8-9).

Todos podem receber esse dom. E estou feliz que seja um dom, porque, sem ele, a única maneira pela qual poderíamos pagar pelos nossos pecados seria morrermos nós mesmos por eles. Devemos receber a Cristo como nosso Salvador. Ele é a solução proporcionada por Deus. Nossos pecados foram colocados sobre Jesus. Ele morreu em nosso lugar para que pudéssemos receber o dom da vida eterna através da graça de Deus. O próprio Jesus disse:

Em verdade, em verdade vos digo: quem ouve a minha palavra e crê naquele que me enviou tem a vida eterna, não entra em juízo, mas passou da morte para a vida” (Jo 5.24).

A vida de John Newton foi transformada quando ele descobriu a graça de Deus. Capitão britânico de um navio mercante de escravos, Newton veio a entender sua pecaminosidade e necessidade de um Salvador. Depois de sua conversão, em 1748, ele escreveu o memorável hino “Amazing Grace”, celebrando o que Deus havia feito por ele.

A Vida da Ressurreição

O segundo problema que todo o mundo compartilha é a morte física. Todos nós morreremos. Nem um único indivíduo neste planeta escapará da morte a menos que Jesus volte antes.

A morte espiritual gerou a morte física: “Portanto, assim como por um só homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado, a morte, assim também a morte passou a todos os homens, porque todos pecaram” (Rm 5.12).

No dia em que Adão pecou no Jardim do Éden, ele morreu espiritualmente (Gn 2.17). Aquela morte prenunciou a morte física. Em Adão, todos morrem. A morte física, de fato, é a prova da morte espiritual – de que todos nós nascemos alienados de Deus.

Corrigir o problema da morte espiritual não reverte a morte física. Ainda temos funerais, necrotérios e cemitérios. Então, qual a solução do problema da morte física da humanidade?

Se, pela ofensa de um e por meio de um só, reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo” (Rm 5.17).

Por causa da ressurreição de Jesus, Deus pode agora dar-nos o dom da vida ressurreta:

Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo” (1Co 15.22).

Esta é a promessa e a esperança que Jesus nos proporciona:

Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá” (Jo 11.25).

Você vai morrer? Sim. Mas, se recebeu Jesus como seu Salvador, você viverá novamente em um lugar de bênçãos.

Você vai morrer? Sim. Mas, se recebeu Jesus como seu Salvador, você viverá novamente em um lugar de bênçãos. A ressurreição é o nosso futuro por causa dEle.

Houve pessoas que foram ressuscitadas durante o tempo em que Jesus estava na Terra. Mas todas elas morreram de novo. Jesus foi o primeiro a morrer fisicamente e a ressuscitar em um corpo glorificado. Ele é as primícias, e os cristãos seguirão em Seus passos:

Mas, de fato, Cristo ressuscitou dentre os mortos. Sendo ele as primícias dos que dormem. Visto que a morte veio por um homem, também por um homem veio a ressurreição dos mortos. Porque, assim como, em Adão, todos morrem, assim também todos serão vivificados em Cristo. Cada um, porém, por sua própria ordem: Cristo, as primícias; depois, os que são de Cristo, na sua vinda” (1Co 15.20-23).

As palavras operativas aqui são: “em Cristo”. Se recebeu o dom da vida eterna através de Jesus Cristo, você ganhou a vida espiritual para hoje e a vida da ressurreição para a eternidade. Não há necessidade de temer a morte física. Jesus veio para libertar aqueles que vivem com medo da morte durante toda a sua vida (Hb 2.9). Se aceitamos Jesus como o sacrifício perfeito e final pelos nossos pecados, nossos corpos sairão da sepultura e viveremos maravilhosamente por toda a eternidade. É a ressurreição de Jesus que nos proporciona tal vida.

Vida Abundante e Livre

Muitas pessoas vivem uma vida sem realizações, sem um propósito verdadeiro. Aqueles que vivem meramente para satisfazer seus próprios desejos freqüentemente se sentem vazios. Como escreveu o rei Salomão:

Tudo quanto desejaram os meus olhos não lhes neguei, nem privei o coração de alegria alguma (…); e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento” (Ec 2.10-11).

Paulo descreveu a situação teo­lo­gi­camente:

Porque, quando vivíamos segundo a carne, as paixões pecaminosas postas em realce pela lei operavam em nossos membros, a fim de frutificarem para a morte. Agora, porém, libertados da lei, estamos mortos para aquilo a que estávamos sujeitos, de modo que servimos em novidade de espírito e não na caducidade da letra” (Rm 7.5-6).

A ressurreição de Jesus resolve o problema da desesperança. Pessoas que vivem sem nenhum propósito eterno freqüentemente se perguntam: “Qual é o sentido da vida?”.

Por outro lado, se você tem Jesus como seu Salvador, foi-lhe dada uma nova vida, a qual você pode viver para Ele.

E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura…” (2Co 5.17).

Fomos, pois, sepultados com ele na morte pelo batismo; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida” (Rm 6.4).

Deus quer que vivamos abundantemente e que tenhamos uma vida cheia de propósito.

Se estamos “em Cristo”, temos novidade de vida porque fomos identificados com Ele em Sua morte e ressurreição. Deus quer que vivamos abundantemente e que tenhamos uma vida cheia de propósito:

Eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância” (Jo 10.10).

Um dia, todos compareceremos diante de Jesus, e Ele escrutinará nossos atos. O que fizemos por meio de nossos próprios esforços, separadamente dos direcionamentos de Deus, será destruído. Mas o que fizemos por Ele durará para sempre (1Co 3.12,14). A ressurreição de Jesus tornou possível para nós termos alegria e sentido de realização aqui e agora, e vivermos além da morte.

Amigo, se você pudesse tão somente entender que a alegria de viver está no morrer do “eu”, como Jesus fez! Quando você morre para si mesmo e se dá aos outros, Deus derrama alegria e sentimento de realização sobre você, a despeito dos sofrimentos que a vida diária pode freqüentemente trazer. Mas, primeiro, você deve reconhecer que é pecador e aceitá-lO como seu Salvador. Depois, você terá os céus e vai querer estar lá; além disso, terá um propósito enquanto viver aqui na Terra.

Não desperdice sua vida. A ressurreição de Jesus a torna preciosa. Receba-O como seu Salvador, e quem sabe quão grandes coisas Deus poderá realizar através de você!(Richard D. Emmons —  Israel My Glory — Chamada.com.br)